Enquete do PL 4206/2020

Resultado

Resultado final desde 13/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 74 93%
Concordo na maior parte 2 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 2 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

É completamente inaceitável tatuar um animal, fiquei surpresa isso ainda não ser proibido, sou totalmente a favor dessa lei. Um bicho não deve sofrer pela vaidade de seu "responsável".

Mony Hellen 13/08/2020
5

Poderia frisar não só as tatuagens, mas qualquer aplicação estranha à natureza dos animais, a exemplo de brincos, piercings ou qualquer outro adorne que de alguma forma o machuque.

Bruna Linhares 14/08/2020
14

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto negativo: Deve se estender a todos os animais.

    Adriana Pretti 07/07/2022
    0
  • Ponto negativo: O projeto realmente poderia se estender a todos os animais e ir além. Até mesmo uma coleira pode matar um gato, pois eles tem o hábito de passar em locais apertados, infelizmente já presenciei o resgate de um gato praticamente morto porque prendeu a coleira ao descer do muro. Falta bom senso ao ser humano. Quando aprendermos com os animais nos tornaremos uma espécie digna.

    AURINO SILVA DE ANDRADE 20/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Tatuagens, marcação em bois,piercings e até roupas que ridicularizam ou atrapalham seus movimentos, tudo isso para mim são maus tratos,na verdade até mesmo anilhar pássaros mas depois deixar que seus donos os tranque em pequenas gaiolas também,o ser humano acha que é o dono do mundo,querem proibir até mesmo os animais de ir as praias (local público),não entendo pq estão se tornando tão medíocres e egoístas? Mas devem pagar severamente por seus atos cruéis.

    Talitha Heringer 02/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Infelizmente o animal não tem a malícia de ver o quanto o ser humano é cruel, as pessoas que ama animais tem que sempre está atenta e tentar de uma maneira ou de outra proteger esses seres que são idefesos .

    Janete Gomes Alves 01/03/2021
    1
  • Ponto positivo: É um absurdo tatuar os bichinhos. Quem faz isso, faz por escolha. Os animais não podem escolher. Acabem com isso!

    Viviane Costa Bonaldo 25/02/2021
    2
  • Ponto positivo: Tatuar um animal submetendo-os a dor sem motivo algum é algo cruel.

    Júlia de Almeida Trindade de Faria 14/08/2020
    2
  • Ponto positivo: Tatuar seres vivos que não podem se defender é um crime, uma violência, o cúmulo do maus tratos... é o mesmo que tatuar uma criança que não sabe falar!!! Não a esta atitude absurda!!! Completamente a favor dessa lei.

    Alessandra Costa 14/08/2020
    3
  • Ponto positivo: Muita crueldade tatuar os animais , desumano ! Além de ser proibido a pessoa que faz a tatuagem deveria ser punido também ! Inaceitavel tatuar animais , que seja aprovado urgente essa proposta !

    Denise Sales 14/08/2020
    4
  • Ponto negativo: Poderia frisar não só as tatuagens, mas qualquer aplicação estranha à natureza dos animais, a exemplo de brincos, piercings ou qualquer outro adorne que de alguma forma o machuque.

    Bruna Linhares 14/08/2020
    14
  • Ponto positivo: É inadmissível impingir dores desnecessárias em animais (necessárias seriam as utilizadas em tratamentos médico veterinários, jamais testes), ainda mais por fins estéticos.

    Bruna Linhares 14/08/2020
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PDL 849/2026

    Susta, em sua integralidade, os efeitos da Resolução nº 491, de 4 de maio de 2026, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, que estabelece as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.

  4. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  5. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  6. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei