Enquete do PLP 214/2020

Resultado

Resultado parcial desde 13/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 12 5%
Concordo na maior parte 7 4%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 11 6%
Discordo totalmente 161 84%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não existe ponto positivo Isso é só um mecanismo para controlar o dinheiro da população

Raquel Zapparoli 05/09/2020
14

Seremos roubados e controlados

Raquel Zapparoli 05/09/2020
23

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 51 encontrados.

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  • Ponto positivo: Ira gerar economia aos cofres públicos com o fim da produção do papel moeda. Além da economia de recursos naturais. Sem dizer de aqueles que fazem lavagem de dinheiro estão na mira da fiscalização. Um projeto moderno e muito apropriado. #Dinheirovirtual

    JOAO BATISTA QUEIROZ EUDOCIAK 05/10/2024
    0
  • Ponto negativo: Queremos liberdade , menos impostos , menos taxas ,mais trabalhos e empregos, queremos dinheiros em circulação,queremos o fim na violência e direitos a moradia e aposentadoria para todos . E o fim de privilégios políticos e o fim de salários absurdos dos políticos....que só criam coisas sem fundamentos. Quem fez ou criou esta ideia ridícula.....vai voltar a era Collor que acabou o país....

    Oliveira Dance 27/03/2023
    1
  • Ponto positivo: No início a troca de mercadorias era feita por escambo porque não existia um meio físico que simbolizasse determinada quantidade de mercadoria. Após, surgiram as moedas que faziam essa correlação, e a seguir criaram cédulas que valor equivalente à moeda. Tudo por meio físico: Seguro. O meio digital é dependente de luz, armazenamento da quantidade em um meio que pode ser danificado, tratamento por pessoas. Logo, prefiro o meio físico ou a garantia de um banco que tem o meu valor guardado.

    humb souza 26/03/2023
    0
  • Ponto positivo: Acho uma excelente idéia educar e estimular o uso do PIX e outros meios digitais ao invés do uso do dinheiro físico, porém, não dá forma que está sendo almejado. Muitos ambulantes, microempreendedores e classes sociais mais desfavorecidas poderão ser prejudicados.

    Joao Dantas 08/01/2022
    1
  • Ponto negativo: Ideia absurda, limitando a liberdade econômica, e perigosa, pois pode chegar um dia e vir um novo Collor tirar o dinheiro de todos..., dinheiro na mão ainda vai ser por muito tempo uma satisfação para muitos, e não há riscos nele hoje que não existiu a 100 anos... Se a pessoa só quer viver virtualmente que faça isso mas respeite o direito de quem não quer...

    Fernanda Campeao 10/08/2021
    3
  • Ponto positivo: Não é acabando com o dinheiro que vai acabar com a sonegação e o crime organizado. Antes, é enfrentando os criminosos, criando leis para desmontar o crime organizado. Punir quem está cometendo o crime!!!

    Leandro de Faria Sousa 02/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Tem outros meios de combater a sonegação e o crime organizado sem tirar o direito das pessoas,por exemplo acabar com as notas de 100 e 200 que a maioria da população não usa

    Manoel Vieiracosta 23/05/2021
    3
  • Ponto negativo: A palavra de Deus se cumprindo e muito breve se você não aceitar a marca da besta, não poderá comprar, vender...tá muito próximo! PLP 214/2020 é uma lei satânica, diga: NÃO!!!

    Adriana Lima 16/01/2021
    4
  • Ponto positivo: Cobrar 35%? Isso é inadmissível. Tudo é cobrar imposto. Sai fora.

    Marcelo 07/01/2021
    4
  • Ponto positivo: Já é o único do fim do mundo, próximo passo, chip na mão. Estou de olho .

    Xandy Araujo 13/11/2020
    2
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  1. PL 2386/2023

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  2. PL 4916/2026

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  4. PL 1265/2024

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  6. PL 1893/2026

    O Projeto de Lei 1893/26, do Poder Executivo, regulamenta a negociação das relações de trabalho no setor público e garante o direito à representação sindical de servidores e empregados públicos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta se aplica à administração direta, autárquica e fundacional da União, dos estados e dos municípios, além de órgãos constitucionalmente autônomos, como o Ministério Público da União. O texto cria um marco legal para que sindicatos e governo negociem, de forma permanente e estruturada, temas relacionados às condições de trabalho no serviço público. A iniciativa regulamenta compromissos assumidos pelo Brasil ao ratificar a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Como será a negociação Pelo projeto, a negociação entre o poder público e as entidades representativas dos servidores deverá ocorrer pelo menos uma vez por ano, em período a ser definido em regulamento. A exigência poderá ser dispensada quando houver acordo com vigência superior a um ano. O processo de negociação terá cinco etapas: definição do calendário e do cronograma; recebimento da pauta; instalação da negociação; assinatura do acordo; e divulgação do resultado. Cada Poder e órgão autônomo deverá instituir seu próprio processo de negociação. Estados e municípios regulamentarão o tema em ato próprio. Se não houver acordo, as partes poderão escolher, de comum acordo, um mediador. Ele atuará sem remuneração e não interromperá as negociações, salvo decisão contrária das próprias partes. Quando houver consenso, será firmado um termo de acordo com a identificação das partes, o objeto negociado, os resultados alcançados, as condições de implementação e o prazo de vigência. Os acordos dependerão de análise jurídica e da aprovação do chefe do respectivo Poder ou órgão autônomo. Licença remunerada A proposta altera o Estatuto dos Servidores da União para garantir licença remunerada ao servidor que exercer mandato em confederação, federação ou sindicato. Atualmente, a lei prevê licença sem remuneração. Já para quem desempenhar mandato em entidade fiscalizadora da profissão ou participar em cooperativa de servidores, a licença será sem remuneração. Durante o afastamento, o servidor manterá as garantias e vantagens pessoais e previdenciárias do cargo que ocupava. Representação sindical O projeto assegura a livre associação sindical a todos os servidores e empregados públicos. A representação poderá ser exercida por sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais. Onde não houver sindicato legalmente constituído, associações de classe poderão representar os trabalhadores nas negociações. Na justificativa do texto, a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou que a negociação "democratiza as condições e as relações de trabalho, estabelecendo mecanismos para minimizar conflitos". Próximos passos O projeto de lei teve a urgência aprovada em junho e poderá ser votado diretamente pelo Plenário da Câmara dos Deputados, sem precisar passar antes pelas comissões temáticas. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei