Enquete do PL 4180/2020

Resultado

Resultado parcial desde 12/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 213 37%
Concordo na maior parte 17 3%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 31 5%
Discordo totalmente 319 55%

O que foi dito

Pontos mais populares

Deve ser criado um conselho de Estética sim!!! Só assim as outras profissões irão parar de cometer erros e colocar a culpa na estética, como vem acontecendo neste país! Dentistas, fisioterapeutas, biomédicos, enfermeiros... Vivem falando que são Esteticistas e cometendo absurdos! ESTÉTICA DE VERDADE É COM ESTETICISTA!!! Somente o esteticista está apto e estudado para realizar diversos protocolos com eficiência!!!

Larissa Estela 22/01/2021
24

Os esteticista estudam para exercer a estética, não é justo outras profissões invadirem nossa profissão menosprezando nosso aprendizado de anos.

Arissa Pilati 17/10/2020
30

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 140 encontrados.

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  • Ponto positivo: A classe precisa de regulamentação

    GILVANIA MARIA DA SILVA 13/10/2024
    0
  • Ponto positivo: Quando for criado o conselho, estética só com esteticistas! E vão parar de invadir a estetica com um curso de pós graduação que não habilita ninguém exercer uma profissão. Estão tentando fazer reserva de mercado na área que não lhe pertencem.

    Marcos De Souza 04/07/2024
    1
  • Ponto negativo: Precisamos de esteticista que defendam nossa classe! Não queremos “Estetas” dando pitaco na nossa categoria! A gente não vê enfermeiros dando pitaco no conselho de medicina. Tão pouco farmacêutica dando pitaco na biomedicina. Nós estudamos, nos especializamos, temos conhecimento: Precisamos de um conselho de classe e respeito a nossa categoria! Essa PL é um ABSURDO!

    Sheyla Farias 03/07/2023
    0
  • Ponto positivo: Só devem fazer parte do conselho profissionais que fizerem a graduação em estética e seria esteticista com o mesmo direito que nós. Estética tem lei Federal e não é uma especialização. Ex. Eu esteticista graduada posso fazer uma pós em qualquer outra área e exercê-la legalmente? Claro que não! Quem quer ser esteticista tem que procurar o caminho como fala na lei e não dar “jeitinho mais fácil ” porque é isso que estão fazendo com nossa profissão.

    Simone Santana 03/07/2023
    2
  • Ponto positivo: Somos profissionais capacitados e amparados pela lei 13643/2018, a lei fala por si só porém empresas e todos exigem nosso conselho pois somos profissionais da área da saúde e não tem coerência não termos um conselho federal de estética. No que estão citando sobre os estetas eles só devem fazer parte do conselho se fizerem a graduação em estética e seria esteticista com o mesmo direito que nós aí creio que não será interessante para nenhum esteta se afiliarem pois teriam que fazer a graduação.

    Raquel Campos 05/10/2022
    1
  • Ponto positivo: Nós esteticistas merecemos um conselho para que a nossa profissão não seja tomada por outros profissionais de áreas divergentes da estética, mesmo que sejam da área da saúde. Porque acrescentar os Estetas? Fisioterapeutas? Biomédicos? e afins? Acrescentando-os criam desmerecimento a nossa profissão e merecemos um conselho que nos represente, é um direito nosso. Apoio esteticistas terem um conselho mas cada um com sua formação e seu conselho individual.

    Letícia Fernandes 30/09/2022
    1
  • Ponto positivo: Nós esteticistas merecemos um conselho para que a nossa profissão não seja tomada por outros profissionais de áreas divergentes da estética, mesmo que sejam da área da saúde.

    Letícia Fernandes 30/09/2022
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  • Ponto positivo: Porque acrescentar os Estetas? Fisioterapeutas? Biomédicos? e afins? Acrescentando-os criam desmerecimento a nossa profissão e merecemos um conselho que nos represente, é um direito nosso. Apoio esteticistas terem um conselho mas cada um com sua formação e seu conselho individual.

    Letícia Fernandes 30/09/2022
    1
  • Ponto positivo: O conselho nos dará mais respaldo apesar de termos uma lei federal

    Gisania 29/09/2022
    0
  • Ponto positivo: Estética é uma profissional e não uma especialização. Portanto que as outras profissões atuem em sua respectiva área de formação e não na profissão de estética, uma vez que esteticista não extrai dente, não faz análise clínica, nem ambientais, não fórmula medicações, esteticista faz apenas estética e o que vai sobrar para esteticistas, uma que vez que outras graduações acham tão convidativo a vir para estética?

    Gisania 29/09/2022
    0
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

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  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei