Enquete do PL 4159/2020

Resultado

Resultado parcial desde 11/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 79 76%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 25 24%

O que foi dito

Pontos mais populares

o Brasil não pode tratar totalitarismo de forma branda permitindo que movimentos que destroem a humanidade esteja em nosso meio.

Beth Oliveira 12/08/2020
18

Falta, mas sei que é muito difícil, incluir a proibição da criação e existência de partidos políticos que tenham as ideologias Comunistas e Nazistas, em seus fundamentos e propostas.

Sergio Guerino Mancini 29/08/2020
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 22 encontrados.

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  • Ponto positivo: Esta ideologia já deveria ter sido proibida a 200 anos atrás, quando começou a matar de fome as milhões de pessoas que matou.

    Igor Hilario 16/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Praticamos reencenação Histórica além de vender artigos militares. Qualquer coisa está sendo motivo de APOLOGIA ao Nazismo, é um ganha pão nosso. Além de aprendermos mais sobre a 2 guerra mundial sobre todas as nações. Essa lei precisa ser aprovada. O pais está sendo controlado pelos comunistas e não podemos tolerar isso!!!!

    Project War Airsoft Azevedo 17/02/2022
    1
  • Ponto positivo: O direito à livre manifestação é sagrado e deve ser mantido de maneira universal. As exceções devem se aplicar às ideias que, quando postas em prática, violam o princípio da não agressão. Sabidamente é o que ocorreu no nazismo, no fascismo e em todos os regimes que aplicam ou aplicaram o comunismo. Proibir a propagação dessas ideologias genocidas serve para que mantenhamo-nos atentos ao mal que ideologias totalitárias causam à sociedade.

    RODRIGO MIGUEL 12/02/2022
    2
  • Ponto negativo: Proposta não melhora nenhum setor de nossa sociedade. Perda de tempo e recursos com clara intenção de apenas fazer propaganda para sua base eleitoral

    Paulo Henrique Nascimento Calado 10/02/2022
    0
  • Ponto positivo: O argumento de que o Comunismo não matou tanto quanto o Nazismo não se sustenta.

    Guilherme Sá 09/02/2022
    3
  • Ponto positivo: Nao podemos mais aceitar pessoas querendo implantar ideologias genocidas em nosso país. Conhecemos a historia e sabemos quantos morreram por não aceitarem o regime comunista. Liberdade é o que temos de mais valioso. Meu total apoio a essa PL! Pelo Fim do Socialismo e Comunismo no Brasil! Pela Nossa Liberdade!

    Danilo 09/02/2022
    2
  • Ponto positivo: Grande inspiração para criação desse PL foi legislação da Ucrânia,q sofreu horrores proporcionados pelo N azismo e sobretudo Comunismo, cujo efeito mais deletério é o "holomodor", palavra ucraniana q significa basicamente genocídio causado pela fome. Nesse episódio que a história mundial, manobrada pela Esquerda mundial, nega,ou,diante de provas irrefutáveis, minimiza para defender a doutrina que agora inspiram contemporaneamente o Progressismo e o Globalismo

    Pedro Luiz 16/10/2021
    1
  • Ponto positivo: Comunismo matou cerca de 100milhoes em todo o mundo, deve ser proibido sua apologia e práticas.

    Erick Bicalho 22/07/2021
    1
  • Ponto positivo: O argumento de que o Comunismo não matou tanto quanto o Nazismo não se sustenta,considerando os regimes totalitários de Stalin (URSS), Mao Tse-Tung (China),Fidel Castro (Cuba),Pou Pot (Camboja) e dos ditadores da Coréia do Norte mataram milhões e,em alguns casos, praticaram o"holocausto vermelho".Além disso, a influência cubana e soviética provocaram indiretamente genocídios na África, onde Cuba e URSS foram coniventes com assassinatos em massa.Esse somatório com certe ultrapassa as do Nazismo.

    Pedro Luiz 16/12/2020
    1
  • Ponto positivo: Finalmente estão reconhecendo que comunismo é tão ou mais grave que o nazismo.

    Douglas Charles Cunha 14/09/2020
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.