Enquete do PL 4146/2020

Resultado

Resultado parcial desde 11/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.298 96%
Concordo na maior parte 41 3%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 9 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Bom dia vossa senhoria essa proposta já era pra ter sido aprovada, os garis sofrem muito no dia dia deles, limpando nossa cidade e tirando o perigo de perto de nós, oq seria de nós sem eles, Tenho maior respeito por essa categoria,

Samuel França 02/08/2022
161

A carga horária de 40 hs semanais, o ideal seria 30 hs semanais, e que o piso seja para todos os garis concursados e terceirizados

Amanda Barreto Cunha 27/07/2022
153

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 104 encontrados.

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  • Ponto negativo: *Repasse dos valores pelas prefeituras devendo ou quebradas. *Fonte de onde vira essa verba para pagamento do setor. *Limitação da abrangencia o PL pode no atingir todos os trabalhadores. *Dificuldade de fiscalização dificuldade em municípios menores. *Custo para os municípios principalmente os menores com renda mínima. *Risco de terceirização o que pode afetar direitos trabalhistas.

    ERLANE FRANCISCO DOS SANTOS 27/03/2026
    0
  • Ponto positivo: *Valorização da categoria. *Aumento de valores à pessoa. *Serviço com maior qualidade. *Mais tempo pra repor as energias e melhor desempenho. *Valor ao servidor com muito tempo de serviço aposentadoria especial. *40% de insalubridade ao mexer com lixo de todo tipo. Um plano de saúde é primordial *Aumento do poder aquisitivo, tendo uma cesta, da até pra fazer uma casa com o salário. Tem muitos que vão usar vale transporte outros não. *A cidade fica mais limpa. O trabalhador da limpeza urbana bem

    ERLANE FRANCISCO DOS SANTOS 27/03/2026
    1
  • Ponto positivo: Alguns aspectos negativos apontados sobre o PL4146/20: - *Limitações na abrangência*: O projeto pode não cobrir todos os trabalhadores da limpeza urbana, deixando alguns sem os benefícios. - *Dificuldades de fiscalização*: A implementação e fiscalização dos direitos previstos podem enfrentar desafios, especialmente em municípios menores. - *Custo para municípios*: O aumento de custos com salários e benefícios pode impactar orçamentos municipais, especialmente os menores. - *Risco de terceirizaç

    ERLANE FRANCISCO DOS SANTOS 27/03/2026
    0
  • Ponto positivo: - *Piso Salarial Nacional*: O projeto estabelece um piso salarial de dois salários mínimos, com reajuste anual baseado na inflação, garantindo uma renda digna para os trabalhadores. - *Jornada de Trabalho*: Limita a jornada de trabalho em 36 horas semanais, permitindo um melhor equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. - *Aposentadoria Especial*: Garante aposentadoria especial para trabalhadores expostos a agentes nocivos, como coleta de lixo e varrição de vias públicas. - *Adicional de Insalubr

    ERLANE FRANCISCO DOS SANTOS 27/03/2026
    0
  • Ponto negativo: Além do salário o mais importante é também a saúde e segurança dos Garis. Protetor solar, água para os hidratar o tempo todo, roupas impermeável obrigatórias em todos estados com o mesmo padrão de identificação, policiamento perto de onde eles trabalham porque uma mulher gari já foi morta enquanto trabalhava limpando a rua de Teotônio Vilela em Alagoas. Escala de pelo menos dois dias de folgas e dois trabalhando, a função exige muito do físico das pessoas e elas precisam de qualidade de vida.

    JOYSSE ELAENNE CORREIA DOS SANTOS 14/03/2026
    6
  • Ponto positivo: "COMO GARI, VIVO DIARIAMENTE A REALIDADE TRISTE E ARRISCADA DA LIMPEZA URBANA. TRABALHAMOS EXPOSTOS AO SOL, CHORUME, RISCO DE ATROPELAMENTO E MATERIAIS PERIGOSOS. ESSE PISO SALARIAL NÃO É APENAS UM AUMENTO, É O RECONHECIMENTO MÍNIMO PELA NOSSA SAÚDE E PELO SERVIÇO ESSENCIAL QUE PRESTAMOS À SOCIEDADE. PRECISAMOS DE DIGNIDADE E SEGURANÇA FINANCEIRA PARA SUSTENTAR NOSSAS FAMÍLIAS."

    DANIEL HENRIQUE DE PAULA BRANDAO 20/01/2026
    6
  • Ponto negativo: Eo negativo eas 40 horas semanais era pra ser 30 horas

    JAYANE PAULINA DA SILVA DANTAS 11/11/2025
    3
  • Ponto positivo: O ponto positivo é mas do que merecido os 2 salários, 40%,de insalubridade

    JAYANE PAULINA DA SILVA DANTAS 11/11/2025
    3
  • Ponto negativo: A carga horária está muito alta para um trabalho insalubre e penoso como esse. Deveria ser de 30h/semana no máximo. Revejam a situação.

    BRENDA MELO RODRIGUES 20/10/2025
    4
  • Ponto positivo: Sou gari acredito que ao menos dois salários mínimos nos trás um reconhecimento pelo trabalho que fazemos. Já a jornada de trabalho deveria ser de 36 horas semanais pois não é fácil ficar exposto ao sol e frio!

    CARLA MAIA 13/06/2025
    11
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei