Enquete do PL 4040/2020

Resultado

Resultado parcial desde 03/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7 9%
Concordo na maior parte 14 19%
Estou indeciso 2 3%
Discordo na maior parte 13 18%
Discordo totalmente 38 51%

O que foi dito

Pontos mais populares

correçao da tabela anualmente

Geber 14/08/2020
8

deve permanecer a dedução com educação e aumentar os valores da base de cálculo

Vitor Chemello 14/08/2020
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 27 encontrados.

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  • Ponto negativo: O governo não deve buscar recursos no aumento da tributação mas sim na redução dos gastos que são imensos e mal utilizados.

    DIOGENES DUARTE SOBRAL 06/06/2025
    0
  • Ponto negativo: Eu não me importaria de pagar 30% sobre o que ganho se tivesse, em contrapartida, educação, saúde e segurança públicas satisfatórias. Pagar 30% sobre o que ganho e ainda ter que pagar valores altíssimos por educação e saúde privadas e correr o risco de ser assaltada sempre que saio de casa é, além de um verdadeiro absurdo, um assalto à mão armada!

    SIMONE DE OLIVEIRA LIMA 15/01/2025
    0
  • Ponto negativo: Ponto negativo da proposta: o valor de isento deve começar com a promessa de campanha de R$ 5.000,00 feita por Bolsonaro e não cumprida, querendo copiar Haddad na época.Espero que Lula cumpra logo a sua pois a isenção de dois mínimos já está defasado,teria que ser R$2.824,00 agora,as faixas deverão ser em maior quantidade: 5000,00 isento ou3,541 sal,3,75%p/4sal,7,50%p/5sal,11,25%p/6sal,15,%p/10sal,18,75%p/15sal,22,5%p/20sal,26,25%p/25sal,30%p/acima de 30sal.min isto ,atualizar deduções edimuilas

    Adenauer Fernando Borges 19/01/2024
    2
  • Ponto negativo: Se povo não for par rua , no próximo mês já vai supera a Venezuela , e impossivel esse valor , deputado sem noção, deveria e coloca em votação o salários de ministro e deputados e senadores para um salário mínimo para ver como o cidadão vive , ???? Mas a culpa e de quem ? Então eu digo faz o L cabana de ignorante ????????????

    Daniela Aires 14/01/2023
    1
  • Ponto positivo: A readequação da tabela urge, porém é insustentável que uma pessoa que ganhe R$ 5.000 pague a mesma alíquota de imposto de renda que uma pessoa que ganhe R$ 30.000. Vejam vocês, é a mesma alíquota para um desembargador e para um técnico judiciário. O mesmo raciocínio se aplica à iniciativa privada. Entendo que a alíquota de 22% deveria ser estendida até a faixa dos R$ 10.000; daí até os R$ 39.000 os 27,5%, e acima disso a alíquota de 30%.

    Julianna da Cunha Carvalho 18/12/2022
    1
  • Ponto positivo: Não tem positivo, é só arrancar mesmo o dinheiro do trabalhador e ponto final. A gente que se lasque.

    Pedro Andreoti 22/08/2022
    1
  • Ponto negativo: Peço desculpas se ganho razoavelmente bem, a culpa é minha se me esforcei, por isso tenho que pagar esse preço. É um absurdo isso, pois com o dinheiro que pago de imposto eu poderia muito bem dar uma melhor moradia a minha família, melhor alimentação, mas não, tenho que dar ao governo OBRIGATORIAMENTE por eu ser honesto, por eu me esforçar nos estudos para ter um bom trabalho e ter esforçado um pouquinho mais para conquistar um salário melhor. A CULPA É MINHA E MEREÇO PAGAR POR ISSO!

    Pedro Andreoti 22/08/2022
    1
  • Ponto negativo: É errado taxar o cidadão pela sua remuneração. É uma vergonha gigantesca.

    Lucas Menezes de Souza 21/06/2022
    2
  • Ponto positivo: Não modifica em nada só encher linguiça infelizmente

    Laercio Santos 30/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Acrescentar correção anual da tabela de IRPF, aumentar as faixas de contribuição de forma proporcional ao salário do trabalhador, bem como incluir toda educação formal dos filhos do trabalhador para dedução imposto e taxar mais para quem ganha acima do teto salarial do Governo.

    Sérgio da Silva Cunha Galvão 12/01/2021
    1
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

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  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

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