Enquete do PL 3999/2020

Resultado

Resultado parcial desde 30/07/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 69 82%
Concordo na maior parte 6 7%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 8 9%

O que foi dito

Pontos mais populares

CELERIDADE

Liz Lopes 17/08/2020
3

Não tem necessidade de constituir advogado. O locatário já está no prejuízo, ainda tem que pagar advogado para assinar o pedido de despejo.

Ivanio Gonçalves coelho 30/10/2020
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Nós proprietários somos pobres também. Nos esforçamos durando uma vida inteira para comprar um imóvel, e infelizmente não temos segurança em termos de pagamento do aluguel já que sobrevivemos desse dinheiro também, e ainda somos obrigados a pagar os impostos, no caso o IPTU, e de repente o locatário passar a colocar mil defeitos no imóvel após sua entrada, para não cumprir com a sua obrigação. Isso já virou coisa rotineira!!!

    Andre Becker 10/07/2024
    1
  • Ponto negativo: Demora na promulgação da Lei, que está em trâmite há 4 anos. Apenas se resolverá em poucos casos, já que a maioria vai ter que ser via judiciário, pois não tem como fazer o despejo forçado na via extrajudicial. então não acarretará grandes mudanças.

    LUCIANO AUGUSTO DA RIN DE SANDRE 08/05/2024
    2
  • Ponto positivo: Celeridade no primeiro momento, visando o pagamento ou desocupação.

    LUCIANO AUGUSTO DA RIN DE SANDRE 08/05/2024
    0
  • Ponto negativo: O consumidor não terá direito a ampla defesa e nem ao contraditório. Não estamos em regime de exceção. Todos têm direito a uma decisão de uma Juiz isento e não de um Tabelião, que é um agente privado e que visa o lucro. Infelizmente o Brasil está sendo inundado por projetos que colocam o cidadão reféns de Cartórios.

    Alex Brito 11/04/2024
    0
  • Ponto positivo: Celeridade que reduzirá o RISCO para locadores, gerando MAIS OFERTA de imóveis, MAIOR CONCORRÊNCIA e MENORES PREÇOS para locatários BONS PAGADORES!!!??????

    Luciano Grossi 28/03/2023
    0
  • Ponto positivo: A aprovação desse projeto traria maior agilidade na liberação do imóvel ocupado por locatário inadimplente e traria também maior responsabilidade ao locatário na medida que ele tenha conhecimento que a falta de pagamento não será mais um empecilho para o locador promover a liberação do imóvel.

    Zeno Trajano de Assis 23/03/2023
    2
  • Ponto positivo: Este projeto vai alavancar o mercado imobiliário. Um dos grandes problemas enfrentados nas locações é a morosidade do judiciário quando o proprietário enfrenta a inadimplência, fazendo com que garantias onerosas sejam exigidas, inclusive dos bons locatários. Dar simplicidade e eficiência ao procedimento de despejo, reduzirá a exigência de garantias contratuais beneficiando locador e locatário. Parabéns pelo projeto.

    André Morato 07/10/2022
    2
  • Ponto negativo: Deveria ser mais abrangente, alcançando as outras modalidades de despejo.

    Eduardo Ramos 24/06/2022
    1
  • Ponto positivo: Trará mais celeridade às ações de despejo por inadimplência.

    Eduardo Ramos 24/06/2022
    2
  • Ponto positivo: desafogar o judiciário e dar mais credibilidade à locação

    Solange Constantino da Silveira 31/05/2022
    1
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.