Enquete do PL 3996/2020

Resultado

Resultado parcial desde 30/07/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 120 83%
Concordo na maior parte 5 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 20 14%

O que foi dito

Pontos mais populares

Militares das Forças Armadas têm disciplina e conhecimentos que as carreiras citadas não dão. Cito por exemplo uso de armas de fogo em diversos calibres, atributos da área afetiva dentre outros.

Marcelo Trevisan 31/07/2020
40

A proposta pretere candidatos bem preparados para o concurso em detrimento da experiência obtida no período de serviço militar. Isso não é isonômico. Se o praça querser policial, que estude como todos, afinal ele não é tão bem preparado?

Fernando Botelho 01/08/2020
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 21 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Concordo plenamente com isso, pq o conhecimento táticas etc. Durante 8 anos nas forças armadas vc ir para PM com esse conhecimento, ira elevar o nível da PM. Tem gente q discorda, tudo bem. Mas é desperdício de conhecimento, vc passar 8 anos dedicado em servir o país com o seu melhor e não ser reconhecido é muito injusto...

    Samuel 13/07/2022
    0
  • Ponto positivo: Militares com experiência, boa vivência no meio militar e sempre pronto a receber e cumprir ordens, a bem da população.

    Rafael Marques 28/01/2022
    0
  • Ponto positivo: Levar ex-militares para as policias eleva o nivel uma vez que a proposta é para militares com 8 anos de experiencia.

    Francisco Souza 17/08/2021
    2
  • Ponto positivo: Gostei muito, começo a sentir orgulho de nossa Câmara dos Deputados com iniciativas desse nível.

    Ricardo Bezerra de Souza 29/07/2021
    3
  • Ponto negativo: Não vejo pontos negativos quanto o objetivo é melhorar o atendimento a nossa população.

    Ricardo Bezerra de Souza 29/07/2021
    1
  • Ponto positivo: Gostei demais dessa proposta de lei. Parabéns ao Deputado David Soares já tem o meu voto de de minha família.

    Ricardo Bezerra de Souza 29/07/2021
    2
  • Ponto positivo: Proposta Show de bola, grande sacada do Deputado para reforçar os agente de segurança pra servirem melhor o nosso povo paulista!!!!!!!!!!!!

    Ricardo Bezerra de Souza 29/07/2021
    1
  • Ponto negativo: Totalmente injusto isso não é igualdade de oportunidade, e por fim, transforma esse público de 10% em cargos comissionados ganhando muito mais que os simples mortais combatentes.

    Daniel Felipe Ferreira mapa 17/06/2021
    1
  • Ponto negativo: Fere o princípio da Isonomia. Se não são mais preparados para a atividade por que precisam de cotas? Pela mesma lógica, devemos estabelecer cotas para quem tem mais experiência acadêmica, para quem possui mais artigos publicados, para os mais eficientes... A justiça material preconiza: "tratar os desiguais com medidas desiguais na medida de sua desigualdade". O propósito do projeto assevera ainda mais as desigualdades entre militares e civis. Estes, menos privilegiados.

    Tomás Giustina 28/08/2020
    1
  • Ponto negativo: A própria Constituição diz que o concurso público não fará este tipo de diferença entre os cidadãos. Uma coisa é uma cota que tenta reparar um erro histórico. Outra coisa é usar um argumento falacioso de que "não podemos desperdiçar esse conhecimento". Que façam concurso como todos os outros cidadãos. E demonstrem tal conhecimento. Não podemos permitir que inventem este tipo de cota, porque não faz sentido.

    Leonardo Albuquerque 27/08/2020
    1
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  2. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei