Enquete do PL 3961/2020

Resultado

Resultado parcial desde 28/07/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 117 69%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 49 29%

O que foi dito

Pontos mais populares

Torna legal o enfrentamento as mudanças climática, consequentemente, a sobrevivência dos humanos a longo prazo.

Gufigueiroa 29/07/2020
18

O prazo de 2050 é muito longo, deve ser reduzido

Otavio Ernesto 02/08/2020
15

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 33 encontrados.

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  • Ponto negativo: Além de rifar a soberania a interesses exteriores. Tem data de início claro, mas não há prazo para terminar. Já se vê na Europa e Ásia a catástrofe que a pauta ESG está trazendo. Fora que tem um precedente perigosíssimo de partilhar o país, usando a idéia de cisão social. Fora que o fundo financeiro para isso é indefinido, podendo se furar o teto o quanto se quiser.

    Frederico Victor 12/09/2022
    3
  • Ponto negativo: Conversa mole para os desavisados, que visa o benefício das grandes empresas e o assolamento das pequenas indústrias e pequenos produtores. Parece buscar um povo dependendo de assistencialismo do Estado eternamente. O Brasil já conserva o suficiente, tem muitos países pousando pra foto de preservadores do meio ambiente, mas que efetivamente pouco fazem, só agitam e cobram.

    Elisabete Vivaldini Dias 12/09/2022
    4
  • Ponto negativo: Esse projeto vão prejudicar toda uma nação, pois irá dificultar o financiamento para quem não for alinhado com esse absurdo, pois essa prática não cabe no Brasil de hoje.

    Carlos Cordeiro 12/09/2022
    7
  • Ponto negativo: Não concordo, pois vai gerar fome e miséria no Brasil.

    Carlos Cordeiro 12/09/2022
    7
  • Ponto negativo: Esse projeto vai na contramão da sociedade brasileira e irá dificultar a vida da empresas, criando muito burocracia de forma absurda.

    Carlos Cordeiro 12/09/2022
    7
  • Ponto negativo: Não tem ponto positivo, só vai criar burocracia e acabar com a livre concorrência. O Brasil que menos polui no mundo.

    Carlos Cordeiro 12/09/2022
    5
  • Ponto negativo: Esse projeto vai acabar com o agronegócio no Brasil, criando mais miséria e falta de alimentos para população, gerando mais inflação de alimentos.

    Carlos Cordeiro 12/09/2022
    6
  • Ponto negativo: Conversa pra boi dormir e desavisados. É uma agenda do atraso pra não permitir o desenvolvimento dos meios de produção do Brasil e fomentar o desemprego e assistencialismo. A natureza é soberana, e suas mudanças ocorrem naturalmente, se não fosse assim não haveria incêndios naturais na Amazônia e outras partes do globo desde que o mundo é mundo.

    jeff mesquita 10/09/2022
    10
  • Ponto positivo: É fato e consenso científico de que o aquecimento global causado pelo ser humano pode afetar substancialmente a qualidade de vida das pessoas com o passar do tempo. O Brasil como signatário dos protocolos de Kyoto e Acordo de Paris, naturalmente deve exercer o seu papel como Estado para cumprir com as metas ratificadas nesses acordos. Isso fortalece a imagem do país internacionalmente, além de atrair mais investimentos com a escalada do conceito de economia verde.

    Leonardo Ramos da Silva 17/02/2022
    1
  • Ponto positivo: Pior governabilidade ambiental, enfraquecimento geral das agências voltadas à preservação. Sucateamento de normas ambientais, desastres ambientais (vide derramamento de óleo), sem as respostas tempestivas. Medidas mais acentuadas de preservação, precisam surgir.

    Pedro Gabriel B. Paes 27/04/2021
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei