Enquete do PL 3940/2020

Resultado

Resultado final desde 27/07/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 235 97%
Concordo na maior parte 4 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 3 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Esta prorrogação permitirá que pessoas com deficiência continuem tendo direito à isenção de impostos na aquisição de veículos zero km, para que continuem tendo acesso a modelos que atendam suas necessidades, e possam garantir seu direito de ir e vir.

Blog do Cadeirante 07/05/2021
16

Sem aumentar o teto ficamos sem possibilidade de adquirir todas as isenções.

Cirlene Alves Dos Santos Meneses 08/05/2021
6

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 43 encontrados.

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  • Ponto positivo: Redução do ipi

    Rogerio Pimenta Fernandes Santiago 29/05/2021
    0
  • Ponto negativo: Sem aumentar o teto do preço do veículo ficará inviável

    Rogerio Pimenta Fernandes Santiago 29/05/2021
    1
  • Ponto positivo: Concordo em não ter teto de valor tanto pro IPI como pro ICMS, principalmente pra deficientes como eu que precisa de carro automático com adaptação pois sempre são os que mais custam caro e só fazem aumentar de preço.

    Romulo Belfort 27/05/2021
    1
  • Ponto positivo: A isenção de IPI além de facilitar a compra de veículos para o público PCD e taxistas é determinante para manter as vendas automotivas e consequentemente os empregos nas montadoras.

    Almir Santana Santos 17/05/2021
    3
  • Ponto negativo: Sem a renovação haverá uma redução na produção de veículos e consequente recorde de desemprego.

    Almir Santana Santos 17/05/2021
    1
  • Ponto positivo: O aumento do teto seria muito justo ainda mais com por causa dos preços atuais

    Faberson Rampazo Marconatto 14/05/2021
    3
  • Ponto positivo: É preciso manter os direitos dos deficientes,pois nossos políticos tem a obrigação de ajudar a população no geral. Fomos nós que colocamos estas pessoas para nos representar. Que coloquem a mão na consciência e façam o quê é justo.

    Rita Barbosa 14/05/2021
    2
  • Ponto positivo: Peço carinhosamente que votem contra a MP 1034, pois com o teto do veículo para pessoas com deficiência no valor de 70.000 não encontramos nenhum veículo que atenda às nossas necessidades...e precisamos das isenções de ipi e ICMS para assim termos condições de comprar um carro zero que sendo assim devido aos nossos gastos com medicamentos e médicos ajudaria muito ter um carro novo que não teríamos manutenção por um bom tempo, mas sem as isenções e com esse teto estamos à pé....

    Alessandra Aparecida Veiga 14/05/2021
    0
  • Ponto positivo: o aumento do teto acompanha o mercado de automoveis e nós os PDCs poderemos trocar o veiculo quando necessário, atendendo as nossas realidades fisicas, financeiras e psicológicas.

    Miltes de Andrade 14/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Possibilita o PCD exercer seu direito de ir e vir, carro PCD não é luxo, é NECESSIDADE !!!

    Anderson Cota 14/05/2021
    1

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  1. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  2. PL 2564/2025

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  3. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  5. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.