Enquete do PL 3887/2020

Resultado

Resultado parcial desde 21/07/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 47 9%
Concordo na maior parte 19 3%
Estou indeciso 8 1%
Discordo na maior parte 49 9%
Discordo totalmente 443 78%

O que foi dito

Pontos mais populares

Simplificação tributária

Guilherme Diniz Barbosa 21/07/2020
5

Permitirá a taxação de livros, o que, pela Constituição, é vedado. O Brasil já é um país com poucos leitores, dificultar mais ainda o acesso aos livros e a materiais escritos apenas dificultará, mais ainda, o amplo acesso à cultura e à educação preconizado na CF.

Bárbara Borges Wendel 09/08/2020
39

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 79 encontrados.

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  • Ponto negativo: Cadê o fim dos privilégios? Tributar livros? Sério? Cadê a tributação dos templos? Chega de imunidade tributária para as igrejas que viraram empresas com CNPJ e são muito lucrativas, donas de canais de comunicação, donas de avião e muitos imóveis. Cadê a tributação das grandes fortunas? Esse seria um exemplo de acabar com privilégios. Vamos tributar os dividendos, os juros sobre capital próprio, e as instituições financeiras tem que pagar um percentual maior do que míseros 5,8%, que vergonha.

    EDILE FATIMA RODRIGUES DA SILVA 10/04/2022
    0
  • Ponto positivo: Óbrigado por importante as sabres as resposta da imposto de renda sou especial ouvido aprebdir muito bem as respostas que eu espero em breve

    Regina Amore 27/02/2022
    0
  • Ponto negativo: Imunes e Beneficiados nessse projeto de Lei: Herdeiros, latifundiários. O brasil encontrando um jeito para aumentar as desigualdades dando poder/imunidade há pensamentos e valores retrógrados. Brasil/Governo incentiva o não produtivo, o que não faz a economia girar. Precisamos interpretar a lei com um viés educativo ao cidadão demonstrando a este os caminhos para uma vida em sociedade; e não pode o Governo propor uma sociedade lenta e sem risco.

    william 06/07/2021
    1
  • Ponto negativo: Vejo a nova proposta como desencorajadora para empreendedores exercerem as suas vocações, uma afronta ao princípio da livre iniciativa. Trago um exemplo, Empresa de administração de bens próprios para locação tem-se uma tributação de 14% em média, custos de contabilidade e funcionários e agora há a hipótese de tributação em + 20% = totalizando 34% em impostos, para uma empresa que contrata de forma direta e indireta. Sendo uma PF irá pagar 27,5% sem custos acessórios e sem geração emprego.

    william 06/07/2021
    1
  • Ponto negativo: Um ponto bastante complexo na sociedade brasileira é a perpetuação do poder por famílias (Herança). Onde podemos pensar no tributo como a forma de se reparar esse erro do passado e como pode-se tributar o passado? Com o ITCMD, onde presume-se que o meu pai ou o meu avô se beneficiaram dessa escravidão então devo recolher mais tributo de forma escalonada com a progressão da riqueza. "Atualização do valor de bens imóveis no ponto 30. e 31. mais um beneficio para esse vicio da sociedade Brasileir

    william 06/07/2021
    0
  • Ponto negativo: A falta da reforma administrativa só vai aumentar a carga tributaria, aumentar a sonegação e o custo Brasil

    Martelene Carvalhaes 05/07/2021
    0
  • Ponto negativo: A proposta traz um aumento absurdo de carga tributária, o que vai inviabilizar muitos pequenos negócios. Em algumas atividades ao compararmos o SIMPLES com o Presumido por exemplo o presumido é mais vantajoso, como um país que pretende estimular o empreendedorismo se propõe a uma elevação da carga tributária ...

    CARLA JOVANA MAIOLI LOPES DELLI COLLI 30/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Um afronta a população menos favorecida que vem descobrindo o mercado financeiro como uma forma de pensar numa aposentadoria não dependente da previdência falida. Oportunismo do Poder Executivo para aumentar a carga tributária com justificativa de taxar os mais ricos. Entendam que se isso acontecer, esses migrarão seus investimentos para o exterior e somente a classe média e baixa pagará essa conta!!

    Planilheiro Investidor 28/06/2021
    0
  • Ponto positivo: Minimamente e finalmente aumentaram a faixa de isenção de imposto de renda pessoa física. Mas pelo tempo que não é atualizada, era para ser no mínimo R$ 4.000,00 a faixa de isento.

    Planilheiro Investidor 28/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Endoço a minha discordância na tributação dos dividendos, com a finalidade de financiar muita gente que tem total condição de buscar seus interesses. Lamentável a postura dos políticos que precisam prejudicar muita gente que cumpre arduamente com suas obrigações, para satisfazerem seus próprios interesses.

    Renata 27/06/2021
    0
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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

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  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.