Enquete do PL 3864/2020

Resultado

Resultado final desde 21/07/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 23 16%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 120 82%

O que foi dito

Pontos mais populares

PL é necessária para atualizar a atual lei de segurança nacional, correspondente aos avanços da comunicação e a facilidade de alternar e transmitir informações com o intuito de desestabilizar o estado DEMOCRÁTICO, é inegável citar exemplos como a invasão do capitólio, fato ocorrido externamente, mas extremamente possível de ocorrer em nosso país contra as instituições de poder.

Pedro moraes 22/01/2021
4

vergonha essa lei, só poderia vir de esquerdistas mesmo, vão prender quem pensa diferente, comunistas sempre comunistas

FELIPE 01/04/2021
21

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 30 encontrados.

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  • Ponto negativo: O cidadão já sofre todo tipo de cerceamento dos ditadores estaduais e municipais, com esse formato de lei, teremos um terror aplicado pelo governo.

    Raphael Rodrigues 17/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Essa lei não pode ser aceita, o Brasil ainda é um país livre.

    Marcio Lopasso 15/04/2021
    0
  • Ponto negativo: A única coisa que essa lei faz é dar mais poderes ao estado para blindar seus corruptos, e usar a força para cercear os direitos da população se defender.

    Jose Correa Junior 08/04/2021
    4
  • Ponto negativo: Essa lei será usada para oprimir ainda mais os conservadores

    Rosângela Guardini Ortiz 08/04/2021
    5
  • Ponto negativo: Este projeto de Lei claramente subverte o Estado Democrático de Direito. a LSN já assegura esse direito. O que esse projeto de Lei faz é abrir caminho para a instituição de uma ditadura no país, pois dependendo de quem estiver no poder essa Lei poderé ser usada para cercear o direito de discordar e emitir opinião contrária. muito obscura, abre margem para interpretações terríveis dessa Lei

    Davi Segundo 08/04/2021
    5
  • Ponto negativo: Quando você vê a frase “ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO “já fica sabendo que dentro dela está inserido “ QUEM MANDA AQUI SOU EU E SE VOCÊ NÃO CALAR A BOCA EU TE PRENDO” Data 08/04/2021

    Ana Lucia Alcantara 08/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Esta lei é absurda, imoral e inconstitucional, pois submete o povo à uma tirania do ESTADO e o impede de restaurar a ordem no caso de DITADORES colocarem as forças policiais CONTRA A POPULAÇÃO. É TRANSFORMAR O BRASIL EM UMA VENEZUELA.

    Rodrigo Duarte 08/04/2021
    1
  • Ponto negativo: Fere totalmente a liberdade de pensamento do cidadão.

    João Gonçalves 08/04/2021
    1
  • Ponto negativo: Quando o STF usa a LSN para prender quem o critica, é democrático. Quando Bolsonaro usa para prender quem incentiva o corte de sua cabeça LITERALMENTE, é ditadura. Essa lei iniciará um estado totalitário no Brasil, será o golpe de morte na democracia brasileira.

    Diego Tarses 08/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Retrocesso. A LSN do está sendo usada de forma abusiva pelo STF.

    EMANUEL SODRE RAMOS 08/04/2021
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei