Enquete do PL 3768/2020

Resultado

Resultado parcial desde 13/07/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 326 99%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 2 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não podem os autistas ficarem à mercê dos planos de saúde, quando o que está em jogo é sua reabilitação.

Fabiana Rossi Do Nascimento Souza 29/07/2020
21

Fiscalizar os profissionais credenciados. As operadores se forem obrigadas, irão credenciar profissionais sem se preocupar com as práticas corretas. Não basta ter o tratamento , tem que ser realizado com bons profissionais. Ou convênios vão criar centros de atendimentos questionáveis, o que já ocorrência realidade

Ivan Roberto da Silva Gutierrez 05/08/2020
14

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto positivo: Sou totalmente favorável.

    Fernanda Carolina Almeida 27/05/2022
    0
  • Ponto positivo: Pagamos plano de saúde caro. Precisamos de serviços de qualidade e inclusivos.

    Inacilma Andrade 27/05/2022
    3
  • Ponto positivo: Acesso ao tratamento multidisciplinar adequado sem necessidade de a cada passo dado ter que entrar com ação judicial.

    cleide ressurreicao 27/05/2022
    3
  • Ponto positivo: Essa proposta é muito importante! Espero que seja aprovada o mais breve possível! Solicitei a inclusao de misicoterapia no meu plano diretamente a ouvidoria e a resposta é q nao está no rol da ANS logo n temos direito! Absurdo se apertar p pagar plano e pagar terapias necessárias por fora!

    Barbara Andrade 23/09/2021
    6
  • Ponto positivo: Apoio essa causa

    Claudia Alves 29/05/2021
    3
  • Ponto negativo: Deve ser exigido dos planos de saúde o credenciamento de quantidade de profissionais que consiga dar o atendimento a todos, observando a qualidade dos atendimentos e a formação específicas dos profissionais, além de cuidados relacionados à distância para realização dos atendimentos, uma vez que as vzs os planos de saúde desencorajam a utilização dos usuários, fornecendo atendimento longe (sobretudo no caso de terapias diárias).

    Ana Claudia Dalagnoli Soares de Figueiredo 26/05/2021
    3
  • Ponto positivo: Possibilidade de tratamento precoce e continuado, utilizando métodos adequados a cada caso, sem necessidade de judicialização (cara e longa).

    Ana Claudia Dalagnoli Soares de Figueiredo 26/05/2021
    5
  • Ponto positivo: Igualdade a todos

    Carine Dias Ribeiro de Morais 26/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Projeto de suma importância para o tratamento terapêutico multidisciplinar dos autistas. Inclusive, sou pai de autista e coautor desse projeto de lei. Vamos com tudo pela aprovação.

    Romeu Sá Barreto 26/05/2021
    2
  • Ponto negativo: Tem que atualizar o rol da ANS, eles usam como desculpas, para não prestar o serviço correto.

    Juliano 23/08/2020
    7
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  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.