Enquete do PDL 317/2020

Resultado

Resultado parcial desde 07/07/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 127 95%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 5 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

As universidades públicas são indispensáveis como bens sociais da população! Não é aceitável o corte de bolsas nas universidades para pesquisa! O país precisa de avanços sociais, tecnológicos e econômico, isso significa investir na sua população científica! O corte de bolsas para o programa de pós graduação mostra um país totalmente irresponsável e ilegal! Donde toda força legislativa vem do POVO e o POVO precisa de bolsas mais valoradas para sermos um país de primeiro mundo!

Paola Oliveira 17/08/2020
20

Um retrocesso com a ciência brasileira

Thaíze da Luz 19/08/2020
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 14 encontrados.

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  • Ponto positivo: Não é aceitável que o governo faça cortes na pós graduação, que nos beneficia tanto com avanços de conhecimento cientifico, tecnológico e antropológico. A ciência é uma vela de esperança nesta vasta escuridão negacionista que vivemos.

    Mauricio Rodrigues 25/08/2020
    1
  • Ponto positivo: A portaria 34 e as demais prejudicaram um grande número de estudantes que planejaram suas carreiras contando com o auxílio. Muitas ideias e tecnologias podem deixar de surgir por conta destas portarias. Apenas uma minoria de cursos foi beneficiada, e as desigualdades aumentaram. Estes efeitos são contrários à missão da CAPES de expandir e consolidar a pós-graduação. Para reverter isso, estas portarias devem ser anuladas.

    Matheus Rocha 19/08/2020
    0
  • Ponto negativo: Um retrocesso com a ciência brasileira

    Thaíze da Luz 19/08/2020
    0
  • Ponto positivo: Ensino nunca é despesa, sempre é investimento para o desenvolvimento do país.

    Rafael Spumberg 19/08/2020
    2
  • Ponto positivo: Apenas a Ciência pode mover uma nação para a prosperidade. Não podemos deixar a educação morrer!

    Mateus Camboim de Oliveira 18/08/2020
    1
  • Ponto positivo: As universidades públicas são indispensáveis como bens sociais da população! Não é aceitável o corte de bolsas nas universidades para pesquisa! O país precisa de avanços sociais, tecnológicos e econômico, isso significa investir na sua população científica! O corte de bolsas para o programa de pós graduação mostra um país totalmente irresponsável e ilegal!

    Alisson Oliveira 18/08/2020
    4
  • Ponto positivo: As bolsas de pesquisas são para os pesquisadores a única fonte de renda, pois precisa se dedicar a pesquisa de forma integral. Precisamos do apoio do parlamentares para derrubar essa portaria 34.

    Luciene Fabrizia 18/08/2020
    4
  • Ponto positivo: A pesquisa científica, realizada em sua maioria nas universidades públicas, é de fundamental importância para o desenvolvimento econômico, social e cultural do país. Desta maneira, precisa de mais investimentos e não de cortes. Cortar bolsas de pós-graduação, que são os salários de pesquisadores que além de realizar as suas pesquisas, cumprem outras diversas obrigações junto aos seus programas de pós-graduação, é contribuir para um futuro nebuloso e nada promissor da Brasil.

    Felipe Anacleto 17/08/2020
    4
  • Ponto positivo: Investimento no Ensino Superior gera cidadãos qualificados e uma sociedade mais preparada.

    Carmen Alvarez 17/08/2020
    0
  • Ponto positivo: É necessário a restauração das bolsas imediatamente. As bolsas de pesquisa da pós graduação da CAPES são fundamentais para o desenvolvimento de conhecimento e tecnologia. Precisamos investir nos nossos pesquisadores para nos desenvolvermos como país

    Marlon Nunes 17/08/2020
    4
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.