Enquete do PL 3618/2020

Resultado

Resultado parcial desde 02/07/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.532 99%
Concordo na maior parte 32 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 0%
Discordo totalmente 6 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Amparar a sociedade que se encontra desamparada em meio a uma pandemia

Mirllem Daylane da Costa Pereira 06/07/2020
77

Quero pedir ajuda em relação ao seguro desemprego e a possibilidade de ser estendido para mais duas parcelas, acho super válido essa oportunidade de serem pagas mais duas parcelas, pois estamos sem data de volta para o retorno de um novo emprego. Porém a data que eles estão determinando para quem foi demitido a partir do dia 20/03 não é justo, visto que fomos a maioria demitidos no início de março, logo que estourou a crise.

Vania Alves 09/07/2020
61

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 445 encontrados.

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  • Ponto positivo: Extremamente necessário. Recebi alta do auxílio doença devido um acidente com fratura no punho e cabeça, imediatamente fui demitida. Venho “panfletando” currículo aos 4 cantos e nada, nem uma entrevista sequer. Aprovem com urgência! O povo carece!

    Fabrícia Sousa 19/06/2021
    0
  • Ponto positivo: Isso deve ser votado em regime de urgência, pois a coloção no mercado está difícil,quem pego as parcelas no começo já está sem nenhuma forte de renda,em quanto q todos nós sabemos que tem muitos q nunca sequer contribuíram e estão recebendo o aux;em quanto que nos não podemos mais fazer a solicitação do mesmo

    David Romero - ARGO QXB 8587 28/11/2020
    5
  • Ponto negativo: Ola colegas, esse projeto não dará andamento, pois em dezembro eles entram em recesso, voltarão somente em 01/2021 podemos esquecer, estou passando por dificuldades e sem oportunidade de voltar ao mercado de trabalho, enquanto muitos estão a receber o auxílio emergencial sem se quer ter contribuído com encargos e impostos , porém, muito humilhante pedir ajuda ao Brasil , sendo que somos conhecidos na Europa como país das propinas, quando aparecer uma oportunidade de mudar do BR , título no lixo

    Souza Souza 27/11/2020
    1
  • Ponto positivo: Momento difícil,que o trabalhador precisa de amparo,somos trabalhadores,não estamos pedindo esmola,os governantes deveriam se colocar no.nosso lugar,quero ver se conseguem viver sem a mordomia q vivem, é humilhante ter q ficar implorando por algo,q é direito nosso ....

    Severiana de Jesus Alves 21/11/2020
    1
  • Ponto positivo: Nos trabalhadores sempre humilhados e deixado de lado quando nós seremos reconhecido?

    Beny Santana 21/11/2020
    2
  • Ponto positivo: Concordo plenamente e sou super a favor da PL. Tô igual a todos vcs irmãos e irmãs que estão desempregado, vamos botar pressão pra algo acontecer e esses políticos fazer alguma graça... O povo precisa.

    Afonso Oliveira 21/11/2020
    0
  • Ponto positivo: sim eu concordo com a pl pelo simples fato que vai ajudar muitos desempregados que perderam seus empregos nesta pandemia e em plena época de natal sem sustento para suas famílias

    Marcelo Cardoso 15/11/2020
    0
  • Ponto positivo: Uma miséria, migalha negada ao trabalhador que esta desempregado ainda! Tomem vergonha, e não votem, em ninguém do partido do governo.. Como eles mesmo dizem, quem gosta de pobre e o PT.

    Daniel Lacau 14/11/2020
    1
  • Ponto positivo: Essa prorrogação será de extrema valia para quem perdeu seu emprego, não conseguiu o Auxílio, pois não tinham direito, e ainda continuam desempregados. Tenham compaixão e solidariedade!

    UBIRAJARA DE PAULA NEWTON LEAL 13/11/2020
    1
  • Ponto positivo: Ira ajudar milhares de brasileiros q ficaram fora do auxilio e agora esta sem renda e sem amparo algum... bora ajudar a gente q sempre carregou esse país nas costas #prorrogacaosegurodesemprego

    Luanda silva 11/11/2020
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.