Enquete do PL 3333/2020

Resultado

Resultado parcial desde 16/06/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 5 36%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 7%
Discordo totalmente 8 57%

O que foi dito

Pontos mais populares

Isso é inconstitucional!!! absurdo!!!Isso fará a pessoa ser presa sem saber o motivo! Isso é uma infâmia. Cada deputado que fizer parte disso será devidamente exposto para que não seja reeleito!

Marcelo da Silva Novis 15/09/2021
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O acusado mesmo se for falsamente não pode saber o porque estar sendo preso

Lucas Antunes Da Silva 10/12/2020
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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto negativo: É mais estímulo para falsas denuncias e destruição das famílias

    Denis Rogerio da Silva 12/12/2024
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  • Ponto negativo: Atualmente o nome dos agressores é citado apenas pelas primeiras letras inicide nome e sobrenome em buscas Google, o da vítima aparece completo com RG CPF um absurdo. Quem deveria ser exposto é o agressor! Jamais gostaria de trabalhar com um agressor, e as empresas contratam sem saber quem estão colocando pra trabalhar. Não existe medidas empresariais para se precaver contratando um agressor.

    projetonahora 15/02/2024
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  • Ponto positivo: Assegura proteção ao endereço número de celular da vítima que é uma das coisas mais importantes pra mulher ao pedir medidas protetivas hoje em Curitiba sai impresso pro agressor tudo da vítima incluindo o endereço atual o número de celular uma falta de respeito com as medidas protetivas expondo a vítima de bandeja pro agressor facilitando ele encontrar ela. Muito contraditório. Os oficiais de justiça fazem o mesmo ao citar a vítima expõe print com número da vítima no processo.

    projetonahora 15/02/2024
    0
  • Ponto positivo: A justificativa dada pelo relator do PL já deixa bem definido o principal ponto positivo da proposta: “O sigilo de dados nos boletins de ocorrência e ações judiciais é FUNDAMENTAL para evitar o acesso do agressor aos autos relativos à acusação, mantendo a integridade física e psíquica da vítima e denunciantes em situação de  vulnerabilidade, evitando o ciclo de violência, que  poderá culminar em feminicídio”. E evita registro de BO com falsas alegações, pelo/a agressor/a, depois da denúncia.

    Lilian 15/05/2023
    0
  • Ponto positivo: Claro que são homens opinando, isso não quer dizer que ele não possa entrar com defesa, uma coisa não tem nada a ver com a outra. O projeto de lei está falando de sigilos de dados relativos a proteção da vitima. o Brasil teve 3,9 mil homicídios dolosos (intencionais) de mulheres em 2022 (aumento de 2,6% em relação ao ano anterior) foram 1,4 mil feminicídios, o maior número já registrado desde que a lei entrou em vigor, em 2015, numero recorde de feminicidio!

    Viviane Pimentel*** 11/04/2023
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  • Ponto positivo: Isso é inconstitucional!!! absurdo!!!Isso fará a pessoa ser presa sem saber o motivo! Isso é uma infâmia. Cada deputado que fizer parte disso será devidamente exposto para que não seja reeleito!

    Marcelo da Silva Novis 15/09/2021
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  • Ponto negativo: Mas uma lei inconstitucional e misandrica, quer dizer então que o homem será preso e até mesmo sem saber quem o denunciou, vai ser pego de surpresa e será tarde para se defender judicialmente, não poderá fazer absolutamente nada se for uma falsa acusação, as leis deveria ser unissex, homens também são vitimas de violência doméstica, na verdade homens são maioria em tudo, 50 mil homicídios de homens em média por ano, maioria em suicídio, acidentes doméstico, de trabalho, de trânsito, etc!

    Bruno Alencar 15/09/2021
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  • Ponto negativo: O acusado mesmo se for falsamente não pode saber o porque estar sendo preso

    Lucas Antunes Da Silva 10/12/2020
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição

  6. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo