Enquete do PL 3311/2020

Resultado

Resultado parcial desde 15/06/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 60 6%
Concordo na maior parte 11 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 26 3%
Discordo totalmente 880 90%

O que foi dito

Pontos mais populares

Fiscalização dinheiro publico. Somos os pagadores, por tanto tenho direitos na fiscalização.

fernanda 23/06/2020
18

Impede o direito a defesa, impede de se criar provas de mau atendimento, e outros absurdos causados por parte de hospitais tanto do SUS quanto os particulares.

Rodrigo Trevisan 23/08/2021
26

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 226 encontrados.

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  • Ponto negativo: É uma PL não Pautada para o interesse Público e que prejudica a livre manifestação de contrariedade e registro público defendido na constituição deste País

    SANDRO AMILTON VIEIRA 11/11/2024
    1
  • Ponto negativo: Isso vai contra a integridade pública. Tal proposta , retira uma possibilidade de comprovação de improbidade adm etc...

    FABRICIO DE SOUZA ROQUE 26/10/2024
    2
  • Ponto negativo: Uma PL absurda que impede o cidadão pagador de impostos de fiscalizar e provar um eventual dolo cometido por um mal profissional de saúde! Essa PL está fora de sua época. Quando feita, no auge da pandemia, até poderia fazer algum sentido visto os abusos cometidos devido a questões políticas. Nesse momento, essa PL visa apenas "castrar" o cidadão e impedi-lo de registrar um abuso, um mal atendimento, um descaso a si ou ao próximo! ABSURDO!!!

    ALEXANDRE DE MOURA CAVALCANTI 22/04/2024
    1
  • Ponto negativo: Todo agente público no exercício de sua função, representa o Estado, portanto, deve ser fiscalizado pelo povo. O que querem com essa Lei é amordaçar o povo, retirando seu único meio de desmascarar os funcionários públicos que cometem abusos e omissões criminosas contra aqueles a quem deveriam servir. Em suas funções públicas, funcionários do governo não têm direito a anonimato, isso seria o mesmo que legalizar os atos criminosos dos maus funcionários, desestimulando os bons, que já são minoria.

    Roberto Carlos Rodrigues 11/01/2024
    3
  • Ponto negativo: Qualquer coisa que usa direito publico precisa de transparência absoluta, essa PL é inconstitucional.

    Rhuan Pierre 27/07/2023
    3
  • Ponto negativo: Falta de vergonha na cara desse povo, já pagamos impostos demais e não podemos fiscalizar? Absurdo

    Hamilton Vera 12/07/2023
    1
  • Ponto negativo: Projeto descabido serve apenas para perpetuar e encobrir negligência, mau atendimento, procedimentos e condutas indevidas. Transparência acima se tudo.

    Ana Marcela 15/03/2023
    3
  • Ponto negativo: E direito do cidadão cobrar pra onde esta sendo enviado o dinheiro dos impostos que se pagam..sem fotos ou filmagem não há como provar se o contribuinte se sentir lesado tem todo o direito de reclamar..

    Nilma Silva 12/03/2023
    2
  • Ponto negativo: Aprovar uma sandice dessas aí mesmo que mais abusos e absurdos dentros dos hospitais PUBLICOS ocorrerão com mais frequencia, deixar aprovar uma sandice dessas deixa brecha para maior vulnerabilidade da mulher, já não basta do episodio das mulheres que anestesiadas pós parto sendo violadas...

    Estante Historica 11/03/2023
    2
  • Ponto negativo: O tratamento das pessoas no hospital do SUS é muito ruim então essa PL só não vai ajudar em nada só atrapalhar mais o atendimento

    Eonice Alves De Souza 11/03/2023
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição

  6. PL 1049/2026

    Institui a Política Nacional para Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação, cria o Cadastro Nacional de Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação, e altera a Lei nº 11.578, de 26 de novembro de 2007.