Enquete do PL 3252/2020

Resultado

Resultado final desde 10/06/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.799 89%
Concordo na maior parte 24 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 6 0%
Discordo totalmente 192 10%

O que foi dito

Pontos mais populares

MÉDICOS BRASILEIROS, FILHOS DESSA PÁTRIA, CAPACITADOS PARA EXERCER A MEDICINA. ATUALMENTE BOICOTADOS PELO CORPORATIVISMO MÉDICO. A MEDIDA TERÁ IMPACTO ECONÔMICO COLOCANDO ESSES PROFISSIONAIS NO MERCADO DE TRABALHO; SANITÁRIO AO SUPRIR A NECESSIDADE DE MÉDICOS; HUMANITÁRIO GARANTINDO O DIREITO CONSTITUCIONAL À SAÚDE DE TODA A POPULAÇÃO, SEM A ATUAL TRISTE EXCLUSÃO EXISTENTE.

Ricardo C Costa 05/04/2021
89

Não quero injusto com ninguém, mas acredito na missão daquele que jurou defender a vida, com amor a profissão sem olhar à quem, mas é injusto com aqueles que em território brasileiro foram sabatinados e aprovados pela banca examinadora; se aqueles que estudaram fora do território nacional possuem competência suficiente, então será de fácil compreensão dos candidatos, serão aprovados sem sombra de dúvidas, e poderão exercer sua profissão dignamente com seus pares. Seu paciente agradece!

Nivaldo Andrade Pinheiro 31/03/2021
21

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 126 encontrados.

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  • Ponto positivo: Essa proposta é emergencial. Estamos em uma pandemia. Falta profissionais para atender. Os que estão em atendimento são heróis sim, concordo. Já estão cansados, exaustos. Falta profissionais. Será que é tão difícil aceitar isso? Pessoas estão morrendo por falta de assistência.

    Douglas 23/06/2021
    0
  • Ponto positivo: O revalida não tem por finalidade avaliar a capacidade ou a competencia do ensino da medicina no exterrior. É apenas um exame xenofóbico e visa apenas a manutenção das faculdades privadas no Brasil com mensalidades caríssimas. Se o revalida verdadeiramente visasse a qualidade do ensino médico, e o CFM estivesse preocupado com isto, deveria ser implantado um exame para os formandos em medicina nos moldes do exame da ordem da OAB. No momento atual, seria baixo o % de aprovação no BR.

    Vera Regina Bon Barbosa Gomes 12/06/2021
    0
  • Ponto negativo: querem trazer de volta os “medicos” cubanos e financiar a ditadura castro!

    marta brenner 22/05/2021
    0
  • Ponto positivo: O exame do Revalida não tem a frequência necessária e foi feito para bloquear a entrada de profissionais. Se os médicos formados aqui fizessem a maioria não passaria. Reserva de mercado em tempos tão difíceis só aumenta a mortalidade. Já não bastam 400 mil mortos? Que se obrigue os ingressantes a trabalhar 2 anos no SUS como complemento da formação

    Jane Zogbi Corona 28/04/2021
    1
  • Ponto positivo: Pandemia é fenômeno mundial, cursaram a faculdade em outros países por vontade própria, será que os países que os acolheram e formaram não precisam de médico? O Brasil não precisa de médicos sem registro, precisa de leitos, insumos, RH recebendo bem, em dia, sem calotes, protocolos, treinamento e capacitação dos médicos registrados para o atendimento específico em Covid; coisa q liberar atendimento sem registro não resolve isso e treinamento os formados sem registro também não tem

    Ana Alencar 24/04/2021
    1
  • Ponto negativo: Tem q ser avaliado corretamente

    Dimitra Andreas Anastácio 22/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Qualquer país sério tem requisitos para validação de diplomas. O sistema de provas do Brasil é um dos mais brandos. Paises como Canadá exigem alem das provas, residência médica no país, cartas de recomendação e experiência comprovada. E aqui reclamam de duas provas? Se a situacao é emergencial que se faça o revalida de forma emergencial mas se comprove capacidade médica pelo menos básica. E digo mais, sou favorável que se aplique até aos que se formaram aqui.

    Luiz Fernando Lorenci 20/04/2021
    5
  • Ponto positivo: seria positivo porque vai ajudar ao Brasil a diminuir a falta de médicos, infelizmente o Conselho de medicina junto com o governo não quer isso, porque isso diminui os salário dos médicos. Importante no Brasil é manter os salários altos dos médicos por falta de profissional. Assassinando milhares de pessoas por falta de assistência. Graças a deus não tenho esse sangue nas mãos.

    Anderson Soares 13/04/2021
    9
  • Ponto negativo: A proposta alegada é para atender na pandemia, a maior demanda neste momento é por medicos com experiencia de pacientes graves (intensivistas, que é area muito especifica). Porem, se nao provar capacidade medica basica como vai se confirmar que tal profissional vai saber atuar com um paciente tao grave com sindrome respiratoria aguda grave entrando pelas emergencias? Se a situacao é emergencial que se faça o revalida de forma emergencial mas se comprove capacidade medica pelo menos basica.

    Thiago Rodrigues 13/04/2021
    6
  • Ponto positivo: Em caso de não aprovação total do PL. Acredito ser bastante justo revalidar os diplomas de médicos que já aprovaram na primeira etapa do Revalida. São quase 2500 aprovados de mais de 15400 inscritos. Nada mais justo já que não houve a segunda fase.

    IngressAR Assessoria Estudantil e Intercâmbios 11/04/2021
    3

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    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei