Enquete da MPV 979/2020

Resultado

Resultado final desde 10/06/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 205 45%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 257 55%

O que foi dito

Pontos mais populares

Universidade menos ideológica.

Plinio Hey Martins 10/06/2020
0

Trata-se de uma agressão ao princípio constitucional da autonomia universitária (CF, art. 207), e uma forma de , reeditando a MPV 914/2019 logo após sua expiração, aproveitar a pandemia da Covid-19 para intervir no ensino superior público brasileiro. A sociedade não aceitará mais este ataque. As universidades, os institutos federais e o colégio Pedro II devem escolher seus dirigentes livre e democraticamente, como manda a lei.

Pedro Amaral 10/06/2020
62

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 75 encontrados.

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  • Ponto positivo: Precisa moralizar o ensino, pois está decadente.

    Lindinalva Vilela da Silva 14/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Reitores politicos

    Catiane de Farias Bispo 13/06/2020
    0
  • Ponto positivo: Evitar a ligação com política partudaria

    Catiane de Farias Bispo 13/06/2020
    0
  • Ponto positivo: Reitor alinhado com o governo

    José Freitas 12/06/2020
    0
  • Ponto positivo: É o início da desesquerdizacao das universidades públicas. Soterrar de vez o marxismo cultural e a doutrinação da nossa juventude.

    Fábio Almeida 12/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Atropelo ao processo em curso

    Marúcia Dias Curty Gerk 12/06/2020
    0
  • Ponto positivo: Respeitar os processos democráticos de eleição já em curso nas universidades.

    Marúcia Dias Curty Gerk 12/06/2020
    0
  • Ponto positivo: Dar autonomia ao Ministério da Educação, para que ponha em prática as suas políticas, que refletem as diretrizes do governo ELEITO.

    Marco Monteiro 12/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Não confio nesse governo e pode virar regra. Reitor tem que ser eleito conforme critério da Lei. Se vão prorrogar mandato de prefeitos, por que não para os Reitores?

    Maria Angela Locatelli 12/06/2020
    0
  • Ponto positivo: Caráter temporário

    Maria Angela Locatelli 12/06/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  4. INC 1091/2026

    Sugere à Senhora Miriam Belchior, Ministra de Estado Chefeda Casa Civil da Presidência da República, o envio de Projeto de Lei quedispõe sobre a reestruturação das carreiras e os critérios de promoção por ressarcimento de preterição para militares do Quadro de Suboficiais e Sargentos do Comando da Aeronáutica, que foram transferidos para a reservaremunerada por idade limite no serviçoativo, adequando seus tempos de permanência aos novos marcos estabelecidos pela Lei nº 13.954/2019.

  5. PL 635/2021

    O Projeto de Lei 635/21 determina que o 13º salário, ou gratificação natalina, será isento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e da contribuição previdenciária. O texto está em análise na Câmara dos Deputados O 13º salário é um direito trabalhista garantido pela Constituição (art. 7º, inciso VIII). “O mandamento constitucional tem por objetivo proporcionar a percepção da chamada gratificação natalina de forma integral, sem tributação ou descontos”, afirma o autor da proposta, deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA). Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 1469/2020

    O Projeto de Lei 1469/20 estabelece idade máxima para o ingresso na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros Militar, de 35 anos para os quadros de oficiais e de praças; e de 40 anos para os quadros de oficiais médicos, de saúde ou de outras especializações. A proposta em tramitação na Câmara dos Deputados insere o dispositivo na Lei de Reorganização da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (Decreto-Lei 667/69). O autor da proposta, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), explica que hoje não há padronização. “Nos editais de concursos públicos de muitos estados, verifica-se idade-limite fixada em critérios desarrazoados, desproporcionais e distantes da realidade da expectativa de vida dos brasileiros”, afirma. “Em décadas passadas, era razoável fixar idade-limite em torno de 20 anos para ingressar nas Polícias Militares e nos Corpos de Bombeiros Militares. Nos dias atuais, tal medida revela-se totalmente anacrônica e, em última análise, inconstitucional”, alerta. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei