Enquete do PL 3144/2020

Resultado

Resultado parcial desde 04/06/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7 1%
Concordo na maior parte 4 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 8 1%
Discordo totalmente 1.040 98%

O que foi dito

Pontos mais populares

Nunca cessurar a liberdade das pessoas de se expressar, foi democrático,nunca isso acontece em países onde pessoas vivem livres, mas sim em ditaduras. Isso seria apenas o início do fim da liberdade pessoal.

emiliatiangua0@gmail.com 19/09/2020
5

Além de pretender regulamentar uma questão que contraria uma cláusula pétrea da CF, não existe nada semelhante nas democracias mundiais. O verdadeiro motivo desse PL, que sequer se justifica na urgência por conta da COVID, é cercear as verdades, sob a alegação de uma minoria de fake news. Nesse ponto, os políticos do estableshment AINDA não tem o controle.

Pedro Luiz 02/07/2020
225

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 223 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Mais uma tentativa de cercear a liberdade de informação e de opinião do cidadão honesto. Deputada, apresente uma proposta para punir as grandes redes de mídias tradicionais que divulgam vergonhosamente fake news. Elas sim tem condições de checarem suas fontes e informações antes de divulgarem. Todas são concessões públicas que deveriam estar comprometidas com a verdade e com a imparcialidade.

    Fernando Soares 18/04/2021
    2
  • Ponto negativo: Criar normas e definir padrões para pensamento crítico só serve para tapar as bocas de quem o proponente não gosta. Coisa de ditadura, óbvio!

    Luiz Henrique Gomes Pozenatto 18/04/2021
    3
  • Ponto positivo: Não tem ponto positivo, isso não passa de uma ação de alguém que está com o ego magoado e por conta disso pretende calar o cidadão usando para isso o cargo de legislador que ocupa.

    Wil Pinto 17/04/2021
    2
  • Ponto negativo: Servirá para cercear a liberdade de expressão. Principalmente se essa liberdade for de conservadores.

    Elisabete Vivaldini Dias 17/04/2021
    3
  • Ponto negativo: O PL pretende cercear o direito de expressão, que é um direito constitucional.

    vera regina marques 17/04/2021
    1
  • Ponto negativo: Não há!! Está PL quer somente censurar quem não concorda com a sua opinião e irá acabar com a liberdade de expressão. Jean Lima Data21/09/2020 Gostei- marcar 1 gostaram Já temos leis que garantem proteção aos cidadãos contra calúnia, injúria e difamação. Este Projeto de Lei vem para calar verdades de uma maioria, fazendo prevalecer fakes de uma minoria. Jean Correa Data20/09/2020 Verdade

    Alam Martins 12/01/2021
    0
  • Ponto positivo: Serve pra mostrar que há uma falsa representação que se diz "de direita" mas quer quer controle de pensamento popular. A concretização da traição da vontade que elegeu a deputada. Eu concordo com ela a deputada foi bem dirigida

    Alam Martins 12/01/2021
    0
  • Ponto negativo: Vai contra a "cláusula pétrea" da nossa Constituição esse projeto de lei! É o mesmo que legalizar a censura e o máximo que pode acontecer é um monte de prisão desnecessária!

    Ronaldo Nascimento 29/10/2020
    0
  • Ponto negativo: Essa lei permitira que grupos como o sleep giants e agencias de checagem como a lupa façam checagem de tudo o que postarmos e se não gostarem seremos punidos com multas ou até presos sem falar que os evangélicos serão os mais censurados uma vez que suas pregações estarão sobre judice destas pessoas, será o fim definitivo da liberdade de expressão nas redes sociais em nosso país

    Anderson Luiz 02/10/2020
    2
  • Ponto negativo: Censura, manipulação e direciomemto do pensamento. Esta pl não pode ser aprovada. O povo não pode ser calado! Vamos lembrar de como votará cada deputado quando formos às urnas!

    Marilene Melo 01/10/2020
    1
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.