Enquete do PL 3085/2020

Resultado

Resultado parcial desde 02/06/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 6.960 92%
Concordo na maior parte 114 2%
Estou indeciso 6 0%
Discordo na maior parte 27 0%
Discordo totalmente 472 6%

O que foi dito

Pontos mais populares

As empresas estatais possibilitam a execução de políticas públicas. Sem elas não existiria nem o SUS por exemplo.

João Luiz Armelin 13/08/2020
207

Vender p os chineses a preço de banana

Jorge Coelho 08/06/2020
145

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 749 encontrados.

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  • Ponto positivo: Querem tirar das costas do Estado o peso da Saúde, educação, segurança, comunicações, então para que ter o estado como administrador? Para quê então pagar impostos ao estado? Se querem privatizar saúde e tudo mais, então não devemos mais pagar impostos ao governo, temos simplesmente que pagar pelos serviços que são prestados a quem os presta.

    Marcelo Katia 18/12/2020
    2
  • Ponto positivo: Devemos exercer a cidadania expressando nossa opinião! Tais empresas são estratégicas para o exercício da soberania nacional! Devem sim serem administradas de forma correta e não sucateadas afim de favorecer uma possível privatização,possível e tao desejada por alguns que estão no governo,a qual trará benefícios somente a quem estiver fazendo frente à venda e a quem adquiri-las!!!

    TALES FAZION JACQUES 17/12/2020
    2
  • Ponto positivo: Devemos proteger as nossas riquezas,como Petrobrás,e não entrega-las de mão para a iniciativa privada, outra empresa essêncial para o Brasil é os correios que garante um preço justo e está presente em todos os municípios do Brasil

    José Carmo Alves dos Santos 10/12/2020
    3
  • Ponto negativo: O Estado deve se ater aos setores estratégicos como Segurança, Saúde e Educação. Deixar para o setor privado as atividades que não são inerentes aos Estado.

    Borges José M Schneider 10/12/2020
    2
  • Ponto negativo: A privatização pode trazer desemprego numa época que precisamos tanto do contrário. Os termos tem que ser bem redigidos para não sobrepor interesses nacionais.

    Victor Cardeal 10/12/2020
    2
  • Ponto positivo: Não a privatização!

    Roberto Cavalcante Paz 09/12/2020
    4
  • Ponto negativo: O estado tem que ser leve e barato, temos que passar tudo o que não é necessário a iniciativa privada Assim também evitamos nomeações e desvios de verbas

    Paulo 08/12/2020
    2
  • Ponto positivo: A Empresa Brasileira De Correios e Telegrafos e essencial para o Brasil. Alem de regular e assegurar os preços baixos das tarifas, atende todas as cidades brasileiras. Por isso, não devemos vender a empresa: Correios é Brasil e o Brasil é Correios!!!!!

    IVANI ANTONIO DE REZENDE JUNIOR 08/12/2020
    4
  • Ponto positivo: O patrimônio do povo não deve ser entregue de bandeja para a iniciativa privada. Empresas públicas precisam ser modernizadas e valorizadas para atender bem a população.

    Lau Santos 08/12/2020
    3
  • Ponto positivo: Empresa histórica, cujo trabalho e dedicação diária dos empregados faz o grande diferencial junto aos clientes. Além de focar na questão social, realizando entregas em locais praticamente inacessíveis do país, coisa que empresas privadas focadas apenas no lucro, jamais farão, deixando à deriva essas populações mais carentes. Lembremos, também, que o "filé mignon" que são os objetos registrados (ou seja, sem monopólio da ECT), já se encontram em plena concorrência com as empresas privadas.

    LUCIANO MAIA 08/12/2020
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.