Enquete do PLP 150/2020

Resultado

Resultado final desde 02/06/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 176 94%
Concordo na maior parte 7 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 1 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Com todo respeito aos outro órgãos, mas a saúde e segurança pública, não parou um minuto na pandemia pelo contrário, trabalhou muito mais.

Reginaldo Aparecido de Oliveira 16/12/2021
8

Se o Presidente da República, senhor Jair Messias Bolsonaro, sancionar essa PLP, o que espero que faça, O mesmo não estará fazendo mais do que a obrigação de corrigir o que vetou em maio/2020!!!! Aqui tem memória, e não pagamento da retroatividade desde maio/2020 continua sendo uma grande injustiça com o SERVIDOR PÚBLICO EFETIVO, OU SEJA, CONCURSADO E DE CARREIRA.

ERNANE DOS REIS 25/02/2022
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 29 encontrados.

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  • Ponto positivo: Vejo como ponto positivo o reconhecimento desses funcionários públicos que foram de suma importância durante a pandemia, enquanto muitos se encolheram e recuaram, esses profissionais estavam na linha de frente no atendimento aos infectados

    Pedro Joaquim da Rosa Rodrigues 08/03/2022
    1
  • Ponto negativo: Se o Presidente da República, senhor Jair Messias Bolsonaro, sancionar essa PLP, o que espero que faça, O mesmo não estará fazendo mais do que a obrigação de corrigir o que vetou em maio/2020!!!! Aqui tem memória, e não pagamento da retroatividade desde maio/2020 continua sendo uma grande injustiça com o SERVIDOR PÚBLICO EFETIVO, OU SEJA, CONCURSADO E DE CARREIRA.

    ERNANE DOS REIS 25/02/2022
    2
  • Ponto positivo: Guarda Civil Municipal no interior de SP foi a única que deu a cara a tapa durante o COVID19 em cumprimento de decretos estaduais inclusive. Fecha bar, fecha festa, aglomerações e etc. A Licença Premio é meu direito..meu trabalhei 5 anos sem novidades. E quando vou retirar em descanso o governante proíbe meu descanso. E veja que nem falei em receber dinheiro...então qual o prejuízo que eu poderia dar ao cofre público? Decisão mais sem noção do governo federal ao fecretar isso!!

    Ricardo Andrade Marcondes 11/02/2022
    1
  • Ponto positivo: Enquanto o a maioria do povo brasileiro ficou em casa, nós da segurança publica vimos servidores perderem a suas vidas para essa doença, por estarem na linha de frente, não contar o tempo trabalhado nessa época é punir quem trabalhou e arriscou suas vidas.

    André Pelizaro 10/02/2022
    2
  • Ponto positivo: É de suma importância o texto desta PLP 150/2020, esses funcionários público merecem o reconhecimento do trabalho que vem executando ao longo dessa pandemia.

    alvaro santos 10/02/2022
    4
  • Ponto positivo: Todos da segurança e da saúde saíram de suas casas, arriscando suas vidas no auge da pandemia,mais que justo reconhecer esses profissionais,colocaram em risco suas vidas de seus familiares

    Adelia Alexandre 09/02/2022
    3
  • Ponto positivo: Os Profissionais da segurança pública que em Minas Gerais são: Policiais Militares, Bombeiros Militares, Policiais Civis, Polícias Penais e AGENTES DE SEGURANÇA SOCIOEDUCATIVOS não pararam um dia sequer nesta Pandemia que ainda enfrentamos! O Estado democrático de direito tem que ser justo e razoável, pois a população espera uma análise inteligente com propriedade dos nossos legisladores. Então precisamos reconhecer o Esforço dos Órgãos que NÃO PARARAM na PANDEMIA!

    Leonardo Leo 09/02/2022
    1
  • Ponto positivo: Gostaria que fosse acrescentado a esse PL todos os servidores! Tivemos que nos reinventar durante a pandemia, comprar notebook, material de escritório, cadeiras e outros, aprender a trabalhar on-line e muitas vezes trabalhar até altas horas e nos finais de semana. Sem ajuda de custo alguma!! Como podem querer retirar esses 19 meses da nossa história? Nós trabalhamos! A arrecadação de MG aumentou e ainda teve a ajuda federal! Não podem demonizar o servidor público dessa maneira!

    Lucia 09/02/2022
    1
  • Ponto positivo: Mais do que justo profissionais da segurança pública e saúde desde o início da pandemia fazendo a linha de frente, merecem todo o respeito por seus direitos.

    Alessandro Martins Arruda 07/02/2022
    4
  • Ponto positivo: Justo pois esses profissionais tiveram que desdobrar no trabalho, e não puderam optar pelo home office

    Genivaldo Santos 07/02/2022
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.