Enquete do PL 3039/2020

Resultado

Resultado parcial desde 01/06/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 95 100%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A maior parte dos pacientes que fazem hemodiálise tem dificuldade de mobilidade e baixa renda, o transporte de porta a porta é essencial

Alexandre Freire Martins 29/03/2022
2

Nosso sistema de saúde necessita de toda sociedade em participar pois a doença não escolhe classe social, gênero ou mesmo religião, mas se houver transparência em todo sistema de saúde e a cada troca de representante do povo houver uma auditoria o sistema pode ser mais eficiente a todos.

Alexandre Alves Martins 30/03/2022
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Uma pena que isso está parado na Câmara, pois enquanto não for votado pessoas continuam a serem tratadas como gado pelas prefeituras Brasil afora. Eu mesma tive que provar disso hoje, mesmo com atestado médico, pedido de assistência social, fazendo quimioterapia e radioterapia tudo no mesmo dia, a prefeitura da minha cidade não envia transporte como pede meu tratamento. Além de chegar atrasado, ainda fazem os pacientes ficarem por horas ao relento depois de passar por um tratamento agressivo.

    Angela Maria Moreira 27/05/2022
    1
  • Ponto positivo: Sou paciente renal crônica, há 13 anos fazendo hemodiálise, é essencial esse projeto de lei, saímos da máquina de hemodiálise depois de 4 horas dialisando, com muita fraqueza, principalmente nas pernas, dores de cabeça, tontura, enfim fracos e debilitados, sem condições de pegar transporte público lotado....eu tenho sofrido muito em Curitiba onde tenho que ir e voltar de transporte público, ônibus lotados e a volta é muito difícil, já cheguei a sentar no chão do tubo várias vezes para não cair

    Márcia Beatriz de Oliveira 12/05/2022
    1
  • Ponto negativo: Nosso sistema de saúde necessita de toda sociedade em participar pois a doença não escolhe classe social, gênero ou mesmo religião, mas se houver transparência em todo sistema de saúde e a cada troca de representante do povo houver uma auditoria o sistema pode ser mais eficiente a todos.

    Alexandre Alves Martins 30/03/2022
    2
  • Ponto positivo: Na questão de doenças graves o transporte pode auxiliar e muito, mas se envolvemos as empresas podemos ser mais humanos com o próximo.

    Alexandre Alves Martins 30/03/2022
    0
  • Ponto positivo: A maior parte dos pacientes que fazem hemodiálise tem dificuldade de mobilidade e baixa renda, o transporte de porta a porta é essencial

    Alexandre Freire Martins 29/03/2022
    2
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 1142/2026

    Altera a Lei nº 14.751, de 12 de dezembro de 2023, para assegurar o reconhecimento do direito à promoção ao grau hierárquico superior, por ocasião da transferência para a reserva remunerada ou reforma, de natureza estritamente funcional, aos policiais e bombeiros militares do Distrito Federal e dos ex-Territórios de Rondônia, Amapá e Roraima.

  3. INC 1091/2026

    Sugere à Senhora Miriam Belchior, Ministra de Estado Chefeda Casa Civil da Presidência da República, o envio de Projeto de Lei quedispõe sobre a reestruturação das carreiras e os critérios de promoção por ressarcimento de preterição para militares do Quadro de Suboficiais e Sargentos do Comando da Aeronáutica, que foram transferidos para a reservaremunerada por idade limite no serviçoativo, adequando seus tempos de permanência aos novos marcos estabelecidos pela Lei nº 13.954/2019.

  4. PL 1675/2023

    Dispõe sobre o exercício da atividade de psicopedagogia.

  5. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.