Enquete do PL 3035/2020

Resultado

Resultado parcial desde 01/06/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.687 71%
Concordo na maior parte 75 2%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 23 1%
Discordo totalmente 978 26%

O que foi dito

Pontos mais populares

É de suma importância o a União e o Estado oferecer tais recursos/suporte para estes indivíduos, uma vez em que, nossa lei maior já dispõe sobre a obrigatoriedade do oferecimento desses serviços à sociedade.

beatryz 02/06/2020
41

Eu, como autista, entendo que esse PL está alinhado ao modelo médico da deficiência, e que tenta inserir terapias dentro da escola, o que está em desacordo com os objetivos da escola e viola o direito a educação. Habilitação e reabilitação são serviços muito importantes, mas tem que ter lugar e momento adequado pra isso. Uma coisa não pode sobrepor a outra, e a autonomia dos profissionais da educação precisa ser respeitada. Eu não acho que esse PL envolveu consulta pública a pessoas autistas.

Fernanda Santana 21/08/2023
67

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 33 encontrados.

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  • Ponto negativo: Nesse fato,sabemos que com esses pontos educacionais temos que ser mais pacientes,onde eles podem perder a paciência mais rápido ...

    PAULO JOSE NUNES ALVES 19/02/2025
    0
  • Ponto positivo: Paga agregarmos o ponto acadêmico de sua autoria,admiramos que a auditoria política da educação principalmente no autismo tem que mais amplo e mais eficaz,para que nossos alunos podem se constituir bem e melhor,pelo único positivo.....satisfação

    PAULO JOSE NUNES ALVES 19/02/2025
    0
  • Ponto negativo: Tenho Superdotação e meu filho de 10 anos também tem e, infelizmente, a proposta exclui o grupo dos neuro divergentes (acredito inclusive que exclua também outros grupos). Importante lembrar que já existe uma política nacional que poderia ser reestruturada ao invés de ser criada uma nova legislação.

    GUSTAVO ROQUE GUIMARAES FIGUEIREDO JUNIOR 18/02/2025
    0
  • Ponto positivo: 1) Autistas não verbais não têm condições de expressarem suas vontades, desejos, necessidades de forma clara e um psicólogo tem mais condições de entender, diagnosticar e fazer uma intervenção mais adequada. 2) Numa situação que nunca foi vivida por profissionais da educação, por exemplo, uma menina dos anos iniciais tirar a roupa e fazer xixi no meio da sala de aula, recorrentemente, ou outra. Se uma psicóloga sabe como tratar essa situação, é muito importante que a escola aprenda a como lidar

    Leo Akio Yokoyama 16/08/2024
    0
  • Ponto positivo: O texto do PL objetiva corrigir os equívocos e as lacunas existentes na PNEEPEI 2008, pautada na ideologia da "inclusão total", que rejeita as adaptações razoáveis sob pretexto de discriminação. Todos devem ter o direito de frequentar a escola comum, entretanto, para que isso seja, de fato, inclusivo, os apoios e suportes requeridos devem estar disponíveis a cada um que deles necessite e na medida de suas necessidades. Profissionais da Educação e da Saúde devem construir esse caminho juntos.

    Neide Calazans 03/09/2023
    0
  • Ponto negativo: Ponto negativo são os artigos que limitam benefício a apenas uma especificidade: autismo. É necessário que a lógica de disponilizar recursos a quem dele demanda seja mantida nesses artigos, ou seja, os recursos sejam para todos que deles necessitam. O resto está perfeito e é o resgate da dignidade desses alunos que são a minoria das minorias. E o mais importante: O PL não tira nenhum direito de nenhum aluno com deficiência.

    MARCELLO PATELLI 01/09/2023
    1
  • Ponto positivo: O Projeto atende anseios de pais de crianças cujo PL enfoca: alunos com transtornos mentais, deficiências intelectuais múltiplas e autismo. Diferentemente de influencers que acabam monetizado com essa discussão, nossos filhos não têm voz. Sua esmagadora maioria não é capaz de contar aos pais se o tempo em sala foi útil, muitos voltam sujos de fezes para casa. O PL disponibiliza todos os recursos PARA QUEM PRECISA, aponta fonte de recursos, garante PROFESSOR ESPECIALIZADO em sala. VOTE SIM

    MARCELLO PATELLI 01/09/2023
    0
  • Ponto positivo: A proposta apresentada pelo deputado é maravilhosa, contudo, seria fundamental que a proposta previsse a aperfeiçoamento da comunidade escolar, incluindo, principalmente professores e monitores. Ressalvando que estes cursos de formação não podem ser esparsos, mas sim constantes e que acompanham a evolução do conhecimento na área.

    Daiane Macedo de Oliveira 28/08/2023
    0
  • Ponto positivo: Padrões de Formação: Estabelecer padrões mínimos de formação para profissionais e equipes multidisciplinares contribui para a qualidade do suporte oferecido aos estudantes com necessidades especiais. Ambientes Adaptados: A exigência de adaptação de ambientes escolares considerando diferentes aspectos das deficiências ajuda a criar espaços mais acessíveis e inclusivos para todos os alunos.

    Neimara Ferreira 28/08/2023
    0
  • Ponto negativo: A retirada da possibilidade da AT (assistente terapêutica) na escola é horrível. Pq além de prejudicar o tratamento da criança ainda abrrota o juridiciário com ações na justiça. Meu filho tem AT na escola e ele melhorou muito após a entrada dela na sala de aula.

    Gicele Ribeiro 27/08/2023
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.