Enquete do PLP 143/2020

Resultado

Resultado final desde 28/05/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 775 95%
Concordo na maior parte 15 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 6 1%
Discordo totalmente 19 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Foi o período que eu mais trabalhei em minha vida!!!

Claudio Fernando 06/02/2023
85

Opinião infeliz a da Rosa do Carmo (23/12/20), sem conhecimento algum da realidade do serviço público, com ideia fixa de "privilégios" e "meio período" trabalhado por TODOS os servidores, como se as demandas fossem menores ou nulas em relação à fase presencial. Até hoje, ninguém tem sido capaz de provar esses supostos "privilégios" dos servidores, esquecendo-se dos mesmos privilégios dos políticos (e ex-politicos) eleitos. Visão elitista segrega e deseduca.

João Paulo F. Kowalschik 23/08/2023
49

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 60 encontrados.

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  • Ponto positivo: Foi uma fase onde trabalhamos totalmente diferente , aprendemos a custos a reformular todo o ensino utilizando nossos equipamentos, nossa internet, em uma époc de pânico. Muitas reuniões para podermos trocar experiências de como atender aos educandos.

    ANGELA DENELLE PAZ 12/01/2026
    0
  • Ponto positivo: A restituição dos direitos dos servidores que foram usurpados durante a pandemia, é o mínimo para compensar os sacrifícios e perdas materiais e pessoais, que agravaram as condições de trabalho, até mesmo porque apenas as classes de servidores públicos que estão na base e com os menores salários foram afetados. Os alegados privilégios e penduricalhos, como é sabido, atingem os poucos que estão no topo da pirâmide, assim como a classe política,ao contrário,beneficiaram-se mais ainda

    ADRYANA KARLLA LABIAK 27/08/2025
    2
  • Ponto positivo: Nós continuamos trabalhando durante a pandemia. Essa lei nunca fez sentido para quem continuou trabalhando. Eu não parei nenhum dia. Meu direito foi roubado por um presidente que não sabia o que fazer. É importante ter nossos direitos de volta!

    LUCIANA ROMANO MORILAS 10/07/2025
    7
  • Ponto negativo: O único ponto negativo é a demora na votação e aprovação do Projeto Lei, que deveria ser votado o ano passado, e vem sendo impedido por alguns deputados, com petições impertinentes. O deferimento desses óbices vem atrasando a votação sumária do projeto. É certo que a maioria da Câmara dos Deputados está a favor da aprovação.

    MIGUEL TADEO INACIO 26/06/2025
    5
  • Ponto positivo: Os servidores públicos trabalharam nesse período da pandemia. É justo o reconhecimento. A Lei que tirou a contagem de tempo de serviço é incostitucional, e infelizmente o STF achou correta, claro que em benefício de alguma, que não foi esclarecida. Todos os servidores públicos tem o direito da contagem de tempo para os adicionais, para Licença-prêmio, (inclusive-férias), e para a aposentadoria. Que seja aprovado esse PLP 143/2020 em regime de urgência, retornando a contagem ao prontuário......

    MIGUEL TADEO INACIO 26/06/2025
    7
  • Ponto positivo: Se não for votado ainda em 2025,não adianta de mais nada ,pois o tempo já engoliu os nossos direitos!!!

    PAULINO GAUNA GOMES 05/05/2025
    3
  • Ponto positivo: Voto favorável ao PLP 143/2020. Como servidora municipal, perdi minha mãe na pandemia e, mesmo sofrendo, continuei exercendo minhas funções. É justo que o tempo congelado seja devolvido a todos os servidores, não apenas aos da saúde e segurança. Trabalhamos sob pressão e risco. O PLP 143/2020 é um ato de justiça e deve ser tratado como prioridade por este governo.

    SIMONE SANCHES CORREA 24/04/2025
    7
  • Ponto positivo: Corrigirá uma injustiça com inúmeros servidores que trabalharam nas ações de contenção da COVID. Sou Fiscal Ambiental e trabalhei em conjunto com outros órgãos de segurança encerrando diversas festas clandestinas, aglomerações e outras atividades durante este período. Perdemos colegas fiscais que sofreram contágio logo nos períodos iniciais quando não se tinha acesso a vacina, uma lástima.

    JOAO PAULO TERRES DA ROSA 23/04/2025
    7
  • Ponto positivo: Com a mudança do presidente do Senado para Davi Alcolumbre em vista de todos os pareceres o servidor trabalhou ao esgotamento no período da pandemia. Nada mais justo a contagem de tempo, com triênios, avanços e quinquênios. Pedimos seja colocado em pauta a Lei 143/2020.

    ULDEMARY SOSA BLOTA 18/02/2025
    5
  • Ponto negativo: Os efeitos dessa Lei Complementar caso aprovada deveriam ser estendidos automaticamente aos Estados e Municípios.

    CRISTIANI RAQUEL STRADIOTO DO PRADO 22/01/2025
    7

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.