Enquete da MPV 971/2020

Resultado

Resultado final desde 26/05/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.338 91%
Concordo na maior parte 34 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 12 1%
Discordo totalmente 87 6%

O que foi dito

Pontos mais populares

Valorização dos profissionais

Flávio Matos 05/06/2020
20

Caso não ocorra poderá atrapalhar a vida de diversas pessoas.

Thiago Godoy 05/06/2020
68

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 143 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Não era o momento de si conceder reajustes salariais a nenhuma classe pública,quanto mais uma de já ganha muitíssimo bem a Câmara deveria governar para o povo não para minorias vergonha do nossos representantes

    Sérgio Carlos 21/09/2020
    0
  • Ponto negativo: Policiais e bombeiros são servidores cujos trabalhos são de suma importância. Entretanto, os salários dos mesmos, no DF, já são maiores que o do resto do país. Em um momento de crise, com uma reforma administrativa em curso, é de se estranhar que o aumento seja concedido.

    Rodrigo 21/09/2020
    0
  • Ponto positivo: As emendas apresentadas são uma necessidade que precisam ser aprovadas

    udson 21/09/2020
    0
  • Ponto positivo: Acho que dá de esperarem mais alguns meses, conheço muita família que não tem o que comer nessa pandemia. Pais e mães que perderam seus empregos e não tem uma renda pra suprir as necessidades da família. Acho que os militares podem e devem aguardar mais um pouco.

    Rodrigo José Monteiro Bernardes 21/09/2020
    0
  • Ponto positivo: Por questão de justiça. se faz necessário a aprovação da MP em questão, tendo em vista que depois da edição da lei 13.954/19, houve redução salarial dos integrantes da PM e CBM do DF, fato que é vedado pela própria CF 88.

    RUBEM SILVESTRE NETO Silvestre 18/09/2020
    0
  • Ponto positivo: Repara graves erros da administração pública com o servidores da segurança pública.

    Luis Tadeu 18/09/2020
    0
  • Ponto positivo: A MP trata de recomposição e não de um aumento real de salário, já que o poder de compra de todos diminui a cada ano, tanto que o salário-mínimo é reajustado periodicamente. Ademais, o reajuste coaduna com as promessas de campanha do atual Governador distrital e, também, é uma forma de retribuir o bom trabalho prestado pelos agentes da segurança pública, cuja função é essencial ao bom funcionamento da sociedade, além de ser uma função de risco para quem a exerce.

    Kaique Francis 15/09/2020
    0
  • Ponto positivo: Emenda 54 principalmente. Importantíssimo a promoção assim como ocorre em outras carreiras.

    Vinicius Lima Yung 15/09/2020
    0
  • Ponto negativo: Não se deve alterar a carreira dos policiais militares do DF sem antes realizar audiências públicas para se saber o que a maioria almeja e o que é mais justo!

    Otacílio Oliveira 14/09/2020
    1
  • Ponto positivo: São excelentes profissionais, honestos. Parabéns aos policiais e bombeiros do DF

    Rodrigo Leite 14/09/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei