Enquete do PL 2863/2020

Resultado

Resultado parcial desde 26/05/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 30 56%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 6%
Discordo totalmente 19 36%

O que foi dito

Pontos mais populares

Ajuda sobremaneira as empresas, que já estão no seu limite de sobrevida. Sem querer incentivar qualquer tipo de inadimplência, mas é necessário um olhar mais realista ao se analisar as condenações trabalhistas, muitas vezes injustas, desmedidas e esmagadoras. Juros altíssimos aplicados na fase de execução, que refletem dois pesos e duas medidas. Além disso, as empresas, que já vivenciavam crise, mesmo antes da pandemia, agora estão a beira do caos. O parcelamento é vital nesse momento!

simone santos rodrigues figueiredo 05/02/2021
4

Infelizmente mais uma vez quem " paga o pato" é o empregado. Se está aguardando o dinheiro da rescisão pra começar algum projeto, abri sua própria empresa, vai ter que esperar cair as migalhas corrigidas com o INPC. Muita empresa ganhou dinheiro nessa pandemia, não faz sentido essa proposta.

Fernando Ferreira de Souza 17/04/2021
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 19 encontrados.

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  • Ponto negativo: Acho um absurdo !eu por exemplo trabalhão numa empresa a nove anos e nem 50 % do meu FGTS foi depositado e muitas outras irregularidades !agora justificar os sete anos antes da pandemia e fazer com que eu receba os meus direitos em 60 meses (cinco anos !)e um absurdo com a cara do trabalhador brasileiro !com isso muitas empresas que estavam na mesma situação prejudicando seus trabalhadores vai se valer disso !e um deboche um desserviço com os trabalhadores !!!!

    Claudio de mattos Rodrigues 16/11/2022
    0
  • Ponto positivo: Muitas empresas faliram na pandemia principalmente no setor de confecção.

    Taciara Fortes cavalheiro 18/10/2022
    0
  • Ponto positivo: Temos casos aonde os funcionários já trabalham armando situações , para ir à justiça mentir sabendo que sempre terá qualquer valor a seu favor . Pessoas desistem de abrir uma empresa e de gerar empresa , pois só tem dever . Temos que ter uma justiça imparcial e de maneira que as empresas possam cumprir com as suas obrigações .

    Raquel 02/11/2021
    0
  • Ponto positivo: Concordo totalmente com a proposta apresentada de grande ganho para as empresas e empresários , neste momento, de pandemia, muitas empresas fecharam e não possuem recursos para pagar os empregados. Será de grande ganho para continuar com o negocio, e procurar gerar empregos. Desde que seja de beneficio a ambos os lados, sem prejudicar o trabalhador

    Rodrigo Pinheiro 10/07/2021
    1
  • Ponto negativo: A partir do momento que se abre uma empresa, você assume riscos. Pode sim facilitar a vida do empresário, mas não de uma forma tão radical ao ponto de prejudicar os empregados. Sugestões: 1. Limitar quais empresas possam participar; 2. Durante APENAS o estado de calamidade pública o parcelamento da dívida possa ser mais flexível, respeitando o princípio da razoável duração do processo. Dar a possibilidade de 60 meses para pagamento é absurdo e descaso com o trabalhador vulnerável.

    Manuela Andrade 01/07/2021
    3
  • Ponto negativo: Os trabalhadores deverão parar de trabalhar de graça quando souberem que a empresa vai pegar o salário do mês e dividir em 18 meses.

    Procopio Corrêa 30/06/2021
    2
  • Ponto positivo: O bom é que só os trabalhadores que serão prejudicados. Pois terão que entrar com uma ação para receber que deveriam receber quando trabalharam 1º para receber o salário depois e em 18 vezes. Os trabalhadores deveriam fazer o mesmo com os débitos fiscais e bancários.

    Procopio Corrêa 30/06/2021
    1
  • Ponto positivo: Extremamente necessário para a manutenção de empresas neste momento de grandes dificuldades. Devendo inclusive, tal projeto, receber maior atenção e agilidade, frente às situações enfrentadas pelos empregadores, para que, com a aprovação do projeto, já possam utilizar-se deste recurso para adimplir com a condenação.

    Débora Rigo 15/06/2021
    2
  • Ponto positivo: Estamos em uma situação muito difícil e o parcelamento das contas trabalhistas tem que ser rápido para não fechar mais empresas

    Leila Garcia 20/05/2021
    2
  • Ponto positivo: Fundamental para que as empresas e empresários passem por esse período caótica, cumpram com as obrigações, e crie alguma possibilidade de retornar ao mercado.

    Roberto Cotrim Júnior 09/05/2021
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei