Enquete do PL 2842/2020

Resultado

Resultado parcial desde 22/05/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 33 4%
Concordo na maior parte 4 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 13 2%
Discordo totalmente 619 93%

O que foi dito

Pontos mais populares

Cabe aos prefeitos e Governadores fazerem uso de forma coerente ao destino das verbas federais repassadas para combate a pandemia. Infelizmente, o sistema de saúde do país que já encontrava-se fragilizado não foi a prioridade das ações de cunho estadual e municipal, inclusive com o desmanche precoce de unidades de campanha. Outrossim, o sistema de saúde dos militares não trata de apenas algo previsto em estatuto, mas PAGO pelos próprios militares. Apropriação estatal indébita é o nome dessa lei

Daniel Ferreira 07/05/2021
14

Os hospitais militares são mantidos pelos sistemas de saúdes militares que, uma vez que efetuam recolhimento de valores correspondentes aos atendimentos de saúde da categoria, funcionam como no sistema privado; no caso, privativo das forças armadas. A utilização desse sistema por demais cidadãos não contribuintes para os sistemas, constituirá apropriação estatal indevida dos recursos recolhidos pelos militares.

Daxter Imbroisi 28/05/2020
58

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 44 encontrados.

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  • Ponto positivo: Para quem acha que os militares pagam e o SUS é gratuito, muito provavelmente devem ser uns grandes sonegadores de impostos ou político ou desses encostados nos benefícios MILITAR desde a época da “gestão” MILITAR

    Reginaldo Antônio Huber Vilela 12/05/2021
    0
  • Ponto positivo: As Forças Armadas já utilizam segundo sua possibilidade.

    Paulo R S Ferraz 10/05/2021
    1
  • Ponto positivo: Seria mais justo pegar o Plano de Saúde dos Congressistas e utilizar com os mais necessitados da população, 513 deputados com 81 senadores vezes R$135.000,00 que cada um tem direito daria uma boa ajuda pra pagar hospitais privados. Assim nossos legisladores poderiam ter a oportunidade de conhecer e usar o SUS. Hospitais militares tem pouquíssimas vagas.

    Marcos Vinicio Dupont 09/05/2021
    3
  • Ponto negativo: O que vocês têm na cabeça? NÃO FAZ SENTIDO ALGUM Primeiro porque é particular, nós que pagamos pra manter Segundo porque já nem dá conta de nosso público

    PEDRO LAURINDO DE ARAÚJO NETO 09/05/2021
    3
  • Ponto negativo: Os hospitais militares não são custeados com dinheiro público. São custeados pelos próprios militares e não dão conta de atender sequer o público militar. Esse sistema de saúde já tem diversas dificuldades. Querem piorar as coisas ainda mais e não trarão benefícios para o povo.

    Alan 08/05/2021
    2
  • Ponto negativo: O sistema de saúde das FFAA está sobrecarregado há anos e nenhum Deputado se digna a melhorá-ló. Não adianta cobrir um santo e descobrir o outro, ou seja, haverá poucas vagas para os civis e os militares ficarão sem leitos. Se for para beneficiar a população civil, que beneficiem primeiro os servidores civis que trabalham nas FFAA, os quais dependem do SUS e de Planos de Saúde. Como usuário do sistema de saúde, digo com propriedade que ele está saturado e não comporta mais ninguém.

    Hugo Soares 08/05/2021
    2
  • Ponto negativo: Os Fundos de Saúde das FFAA são despesas obrigatórias para os militares, mesmo que não o utilizem. O uso dessa rede, que mal consegue atender os militares em virtude de várias atividades já realizadas, como missão cívico social, entre outras, acabaria de vez com o pouco que oferece a muito custo. Mais uma proposta que visa apenas a promoção do parlamentar.

    Renato da Silva dos Santos 07/05/2021
    8
  • Ponto positivo: Preferiram gastar o nosso dinheiro com estádios e agora querem aquilo que é o do militar por direito. Contribuo a maís de trinta anos pela nossa rede hospitalar, não existe almoço grátis. A sociedade tem feito péssimas escolhas e agora que aguentem

    Alexandro Monteiro de Castro 07/05/2021
    4
  • Ponto negativo: O Exmo Deputado parece não conhecer a estruturação e o custeio da saúde das forças armadas. E também transparece ao povo que as forças armadas possuem um imenso contigente de leitos e de material humano e Farmaceutico para abrigar todos. Nossos hospitais ja trabalham com sua capacidade próxima do limite. É uma falácia essa proposta. Uma pena se perder energia e trabalho com essa desinformação.

    Cristhiano Maduro Velloso 07/05/2021
    10
  • Ponto negativo: O sistema de saúde militar é financiado pelos próprios militares, de forma compulsória. Mesmo que o militar queira pagar um plano de saúde privado, é obrigado a contribuir para o sistema de saúde interno das forças armadas, que já é deficiente na situação atual. É um projeto absurdo saído da cabeça de alguém que não faz ideia de como funciona a saúde militar, que há muito tempo já não dá conta nem dos próprios soldados.

    Thiago Menezes 07/05/2021
    10
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.