Enquete do PL 2805/2020

Resultado

Resultado final desde 20/05/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 217 96%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 7 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

Setor das rádios Comunitárias sem recursos para manter no ar neste momento da pandemia - Covid 19. Contribuindo pra os ouvintes terem os cuidados necessários com a saúde, protejam-se. Vamos passar este momento difícil da nossa história.

João Carlos Heissler 22/05/2020
9

Não recebemos nenhum apoio financeiro para manter a emissora.

Alessandro Paes Landim 22/05/2020
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 61 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Sim e fundamental a rádio e acredito no trabalho q e consiete. Acordar cedo na amanhã e ver online custam para representar o povo brasileiro

    Felipe Gonçalves Marinho 11/07/2021
    0
  • Ponto positivo: Seria interessante incluir as emissoras Educativas, e com mais de 10 anos em operação. Outra proposta e exigir declaração de Utilidade pública Municipal, valorizando assim as entidades que realmente trabalham com proposta Social

    Inacio Jose Barbosa filho 24/04/2021
    1
  • Ponto positivo: As RADCOM perderam seus apoiadores culturais e é um dos veículos mais importantes para informar a comunidade. É a verdadeira rádio que se comunica com a população local e precisa de recursos para sua sobrevivência, tendo em vista que as rádios deveriam receber as campanhas do SECOM do Governo Federal e dos Estados. RADCOM já sofre por ter que operar com baixa potência e ainda ter outras RADCOM interferindo por não ter canais alternativos. Uma vergonha a lei das comunitárias neste país.

    Fábio Ferreira 25/06/2020
    3
  • Ponto positivo: Parabéns pelo Projeto. Só trará benefícios às comunidades e às Associações.

    Anderson Machado 16/06/2020
    1
  • Ponto positivo: Colocar as contas em dia, dar oportunidade para jovem ingressarem no meio de comunicação e para aqueles que estão em faculdades precisando de apoio para começar, e nada melhor que começar na própria comunidade. Faz programas jornalistico chamando atençaõ especial para saude

    Giovane Souza 10/06/2020
    1
  • Ponto positivo: Rádios comunitárias são os únicos veículos de comunicação que realmente estão ao lado do povo. Trazendo informação e entretenimento o dia todo.

    Rádio Hits 104,9 FM 28/05/2020
    3
  • Ponto positivo: Sabendo dos relevantes serviços que as Rádios Comunitárias pestam a sociedade, sobretudo no interior do país, o auxílio financeiro, neste tempo atípico, é necessário e urgente.

    Leoric 28/05/2020
    1
  • Ponto positivo: Concordo plenamente, as rádios comunitárias precisam de ajuda sim para se manter, elas prestam um excelente trabalho junto a comunidade e outra elas precisam crescer mais, ter seu aumento de potência, ter muito mais opções de canais e não uma só como atualmente, ter direito de propaganda e publicidade e livrar-se definitivamente desse caça níquel chamado ECAD .

    José Sanielson zéca 25/05/2020
    5
  • Ponto positivo: A melhor mídia do Brasil precisando URGENTE de SOCORRO pra sobreviver. O apoio cultural está difícil.

    Hilda Moreira deAzevedo 25/05/2020
    1
  • Ponto positivo: Tendo em vista ser uma rádio comunitária e que é sem fins lucrativos, nestes momentos de crise não tem como manter-se e, com esta ajuda financeira, poderá manter em funcionamento e ainda contribuir com nossa população divulgações e orientações sobre esta pandemia do Civis 19.

    Jose Carlos Prata 25/05/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.