Enquete do PL 2389/2020

Resultado

Resultado parcial desde 05/05/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 10 26%
Concordo na maior parte 1 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 27 71%

O que foi dito

Pontos mais populares

criminalizar quem cria notícias falsas, o câncer da internet

Alexsandro Cappellari 29/05/2020
3

Quem vai dizer o que é fake news. Isso é mais do mesmo. Querem calar as redes sociais. Isso é totalmente constrangedor!

José Carlos Martins 26/05/2020
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto negativo: A apresentação de estudos sobre drogas para tratamento de covid, a demonstração de reações adversas das vacinas, a defesa do direito a liberdade do cidadão de obter informações e fazer sua escolha de se inocular com base em risco e benefício são situações hoje apontadas como fake news. Ou seja, querem interditar o debate, e desvirtuar a verdadeira ciência que depende de experiências, testes, reanálises. Essa lei é uma medida autoritária e contrária a liberdade de expressão, pilar da democracia.

    Fabiana 26/01/2022
    0
  • Ponto positivo: Temos o direito sim de ter liberdade de expressão, mas isso não significa poder desrespeitar outros direitos igualmente fundamentais. Deveríamos ter a consciência de sempre verificar as fontes, mas como não temos, o direito deve sim regulamentar, cidadania e liberdade implicam em RESPONSABILIDADE.

    Nathacha Pereira 04/11/2021
    0
  • Ponto positivo: Inventar histórias sobre fatos ou pessoas não é liberdade de expressão, não é um direito, É ERRADO! A lei vem para proteger as pessoas, principalmente quem trabalha na internet! Vai ajudá-las a não serem difamadas e a não serem vítimas de perseguição (os tais e ridículos "cancelamentos"). Pessoas são ameaçadas e perturbadas por uma simples notícia sem fonte alguma e boa parte dos usuários não buscam saber a verdade! Apenas concordam e pior, compartilham como se fosse verdade!

    Fagner Stehlik 19/01/2021
    0
  • Ponto negativo: A proposta está carregada de termos subjetivos como "discurso de ódio" e a próprio termo "fake news", que levam a várias interpretações. Isso dá vazão a que a lei proposta seja usada como arma de manipulação política por meio da coibição coercitiva da liberdade de expressão. Trata-se, a meu ver, de má fé, pois o termo fake news nem ao menos foi tecnicamente esmiuçado. Ele é vago e sem apontamentos técnicos que embasem uma lei.

    Bruno Zacharias de Melo 09/09/2020
    0
  • Ponto negativo: Existe uma ansia de vetar os direitos do cidadão, utilizando todos os subterfugios para emplacar, um projeto. Nós cidadãos, abominamos todos o movimento politico de querem implantar uma amordaça em nós, cidadãos, que pagamos impostos e sustentamos uma maquina estatal gigantesca.

    Solange Carlos da Silva 02/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Uma ameaça à liberdade de expressão! Quem tem algo contra qq coisa q for divulgado denuncie o divulgador através de calúnia e difamação! Estão querendo acabar com a liberdade do povo!

    André Vieira Tiago 31/05/2020
    2
  • Ponto positivo: criminalizar quem cria notícias falsas, o câncer da internet

    Alexsandro Cappellari 29/05/2020
    3
  • Ponto negativo: O nome disso É CENSURA. Então vai acabar a liberdade de expressão assegurada na constituição?

    Washington Oliveira 29/05/2020
    1
  • Ponto negativo: quem vai dizer o que eh fake news

    Jefferson Leonardo Sebastiao 27/05/2020
    3
  • Ponto negativo: O país já tem leis demais! Pra que ficar perdendo tempo com um projeto desse

    Ronaldo Nascimento 27/05/2020
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.