Enquete do PL 2366/2020

Resultado

Resultado parcial desde 04/05/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 57 94%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 3%
Discordo totalmente 2 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

Eu quero para aprovação desse projeto vai ajudar muito pessoas que receber o BPC loas que depende muito desse salário para sobreviver

Rodrigo Costa 13/11/2020
6

Falta de Debate mais aprofundado com os diversos segmentos da sociedade.

deoagro aquino 20/05/2020
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 17 encontrados.

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  • Ponto positivo: Extremamente positivo. Nós idosos que tentamos sobreviver com um salario mínimo minguado e totalmente fora da realidade financeira do pais, esperamos que a proposta seja aprovada. Estamos fora do mercado de trabalho, pagamos aluguel, energia, gás de cozinha, remédios, comida; o que sobra? Ainda alguns ainda conseguem catar latinhas mas e os que tem mobilidade reduzida? Parabéns ao PSOL pela iniciativa. Aprovação já!

    hbguaruja@gmail.com 23/09/2021
    0
  • Ponto positivo: E vai dar em nada novamente... As leis que beneficiam o pobre sempre acabam no esquecimento. Um ano quase se passou e pouco houve tramitação no caso. Uma lástima esse pais

    Jaqueline Pereira 28/05/2021
    1
  • Ponto positivo: Quem recebe BPC gasta com medicamentos e teoricamente precisaria de uma dieta diferenciada por causa de sua condição debilitada de saúde. Tornando se impossível viver com apenas um salário mínimo, haja vista que os preços estão exorbitantes durante a pandemia, tornando impossível subsistir dessa forma..

    Jaqueline Pereira 25/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Precisamos dessa ajuda com o salário pago ao BCP não conseguimos fazer nada não conseguimos receber o auxílio emergencial tudo aumentou muito e ficamos sem nada nunca lembram de nós que vivemos do BCP agora o pessoal que recebe Bolsa Família estão recebendo vários benefícios e tem gente que recebe e nem precisa uma palhaçada isso não existem só pessoas que recebem Bolsa Família vcs tem que pensar no BCP também

    Joice de Oliveira Faustino 15/12/2020
    3
  • Ponto positivo: Olá senhor Paulo Paim cadê declaração do senhor vai deixar caduca MP do décimo terceiro para LOAS Bpc vocês são primeiro a ter preconceito com os deficientes e idosos do Brasil que enfrentando pandemia sem ajuda do governo só com salário sustentar suas famílias que nem foi aprovado no auxílio emergencial pra nós ter que comprar remédio não consegui porque tem filhos desempregada neto então deixamos de comprar remédio para comprar leite dos neto sim e pandemia de fome desconsideração pela vida

    Lucinei.pereira12@gmail.com 06/12/2020
    1
  • Ponto positivo: A realidade vira no mês de janeiro Que Jesus cuide de todos nós pobre de classe baixa Infelizmente é o que mais sofre e paga o preço A energia o aumento abusivo. Sem emprego sem dinheiro alguns até sem moradia. A realidade tá aqui fora País de família e mães chefe de família Ajude os idosos tbm Chegaremos na velhice E já sinto na pele só de ver o sofrimento de pessoas honesta que conheço. Sobrevive desse salário,que mal dar pra sobreviver. Presidente e deputados honestos lute por nois...

    DENISE HENRIQUE DA SILVA 04/12/2020
    2
  • Ponto positivo: Ajudaria muito senhor presidente Jair bolsonario. Muitos idosos e deficientes físicos ou mentais estão sofrendo moro em comunidade e vejo um pouco a dificuldade que todos nós em termo passamos De um Natal digno para seu povo Deputados estão lutando uns a favor É outros contra. A situação do Brasil chegará um caus no ano que vem. O aumento do gás Remédio caro Arroz a alimentação Carne quase ninguém sabe mais o que é isso Agradeço por vc dar o auxílio ajuda muita gente,mas em Janeiro tristez

    DENISE HENRIQUE DA SILVA 04/12/2020
    1
  • Ponto positivo: Bpc beneficio tem que ter 13 salario preconceito aos deficientes que o estatuto pessoa deficiencia fala deve ter preconceito isso e um erro dos deputados estao agindo errado durante anos idosos precissam tambem uma falta consideracao ate quem recebe auxilio reclusao tem o abono sao muito crueis essas pessoas ja nao basta viver 260 rs 1/4 salario minimo nossa que crueldade ...

    Alan De Sousa 29/11/2020
    1
  • Ponto positivo: Acho muito justo este projeto, pois minha filha de 25 anos tem Síndrome de down eu sou arrimo de família pago aluguel, confesso que não é nada fácil cuidar sozinha de três filhos com o salário que recebo de 1200 reais, se este projeto for aprovado vai ajudar muito, porque mesmo minha já tendo 25 anos,só esse ano que consegui com que ela recebece o benefício .# na torcida aqui

    Claudinea Batista Lopes 28/11/2020
    0
  • Ponto positivo: Este projeto precisa ser olhado com muito carinho por nosso políticos e projeto de extrema nececidade as pessoas idosas e deficientes este projeto justo que nossos políticos sabem porém fecha olhos para realidade do povo pobre idosos deficientes do nosso Brasil está hora de isso mudar fazer igualdade a todos porque um auxílio reclusão para bandido que mata tem direito ao décimo e pessoas idosas frágeis e deficiente não tem respondam então vamos aprovar direito do povo

    Marinildo Nildo 22/11/2020
    1
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

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  4. PL 849/2025

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  5. REQ 308/2026 CSPCCO

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  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei