Enquete do PL 2283/2020

Resultado

Resultado final desde 29/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 77 90%
Concordo na maior parte 4 5%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 3 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

Deve sim ser prorrogado, pois essa pandemia afeta principalmente os mais probres! Sendo necessário auxílio financeiro da parte do governo pós pandemia.

Guilherme Schindler Leite 05/05/2020
20

Que é necessário a prorrogação, isso é fato, porém 12 meses acho demasiado pela atual crise econômica, afetando ainda mais o país durante e depois do covid-19

Guilherme Schindler Leite 05/05/2020
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

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  • Ponto positivo: O auxílio deve sim ser prorrogado. A economia está crescendo no país, mas a pandemia nos deixa incertezas. O auxílio está beneficiando muitas pessoas carentes. Não temos certeza de quando isso irá acabar.

    Juliana Moura 31/07/2020
    0
  • Ponto positivo: sim pobresa nao tem como se virar com as despesas

    Abel Rocha 11/07/2020
    0
  • Ponto negativo: 12 meses? Um ano recebendo o valor de R$ 600,00 okay. Mas, de onde virá esse dinheiro? Os parlamentares estão sacrificando alguma coisa em vez de fazer demagogia? Qual a contribuição dos deputados em meio a essa pandemia senão causar o tumulto e atrapalhar em boa parte o progresso? Até agora, não vi nenhum desses congressistas abdicarem de certas regalias. Melhor ouvir o povo e sentir o que de fato precisamos. Chega de hipocrisia!

    Manoel Sercundes 22/06/2020
    0
  • Ponto positivo: Que ajudará milhares de informais que muitas das vezes não ganhavam nem 300 reais ao mês ganhar 600 reais já e um grande ponto positivo e ser porrogar melhor ainda .

    Andre Santos 12/05/2020
    1
  • Ponto positivo: ISSO JÁ TINHA QUE TER SIDO APROVADO, FAMILIAS ESTÃO DESESPERADAS

    Gustavo 11/05/2020
    1
  • Ponto positivo: Vai ajudar aos mais necessitados, os deputados e apoiadores estão de parabéns lutando pelo país e seu povo que sofre tanto.

    Robson Figueira 11/05/2020
    1
  • Ponto positivo: Para todos que passam por esta dificuldade, é necessário extender até que normalise, ajudando a todos que perderam suas rendas e ficaram desempregados ,principalmente aos filhos que estão foram da escola, isso gera despesa em casa!!!

    david Thomas 07/05/2020
    3
  • Ponto negativo: Com essa prorrogação tão longa irá afetar os empregos mesmo que a demanda por empregos surja, muitos não iram procurar emprego para não perder o auxílio. E lembrando que quanto mais gastar mais iremos pagar via impostos.

    Jefferson Alípio 07/05/2020
    1
  • Ponto positivo: é essencial a prorrogação do auxilio para que boa parte da sociedade, especialmente os que fazem parte da classe mais pobre tenha uma minima condição de provê o sustento que está comprometido ainda mais com toda essa crise. Imaginem quantas pessoas estarão desempregadas (sem contar com as que já estavam), pequenas e médias empresas com dificuldades, a crise trará uma situação econômica devastadora, especialmente aos mais necessitados!

    Arlene Medeiros 07/05/2020
    3
  • Ponto positivo: Deve sim pois muita gente vai precisar desse dinheiro para se manter ate conseguir a retomada da atividade para poder ganhar seu sustento. E tambem acharia interessante o governo também criar uma linha de crédito especial para pequenas e medias empresas poderem retornarem mais facil e rapido ao mercado. Mas as pessoas precisam de uma ajuda ate tudo isso melhorar. Torço pela aprovação.

    Odair peglow dos reis 07/05/2020
    3

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    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

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  3. PDL 849/2026

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  4. PL 4806/2025

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  6. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei