Enquete do PL 2052/2020

Resultado

Resultado final desde 20/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 25 60%
Concordo na maior parte 3 7%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 14 33%

O que foi dito

Pontos mais populares

No momento em que necessitamos de mão de obra para salvar vidas isso é um ponto positivo.

Assinante 26/04/2020
10

Depois sem o Revalida como ficam esses profissionais, no limbo, deveria haver uma regra de transição com pontuação sobre sua atuação para o Revalida.

Assinante 26/04/2020
6

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto negativo: Médicos intensivistas - agora tem um tempo de formação de 3 anos … infectologistas .. pneumologistas …médicos internistas .. esses profissionais que são essenciais para um paciente graves … obstetras com suporte para as gestantes

    Sabrina Gehrke 26/02/2023
    0
  • Ponto negativo: Quem é formado no exterior e se sente apto - sem ao menos uma residência … bem como os brasileiros recém formados no Brasil ????- não tem noção do que é atender um paciente com COVID !!!! Paciente com quadro simples - em sua maioria - são fáceis de manejar … o problema … aí acho q o governo fez bem em diminuir o tempo de formação - são os graves … que necessitam um suporte de ventilação avançado … na hora da gravidade não quero ser atendido por recém formado e sim por médicos experientes

    Sabrina Gehrke 26/02/2023
    0
  • Ponto negativo: Que papo é esse que falta médico??? O Brasil é um dos países com maior número de escolas médicas, mais de 300, e vocês querem contratar um médico paraguaio que sabe menos que um professor de educação física, vocês serão responsabilizados pelos absurdos. Não tem a mínima competência nem experiência para exercer a medicina. Médico aqui tem que se esforçar e provar o quanto é bom, esse povo não faz nem vestibular, parem com essa ilusão, estudam menos que fisioterapia aqui no Brasil, parem, chega.

    Leonardo Santucci 21/04/2021
    1
  • Ponto positivo: Temos excelentes profissionais médicos que estão trabalhando no exterior e salvando vidas. Precisamos desta mão de obra qualificada para atuar no Brasil e também oportunizar que estes brasileiros possam retornar ao seu País.

    Jorge Prestes Lopes 16/08/2020
    0
  • Ponto positivo: Com os médicos formados no exterior vamos reforçar o sistema de saúde

    Marcos Vinicius Campos de Oliveira 23/07/2020
    1
  • Ponto positivo: Pessoas estão morrendo devido ao corporativismo médico. NÃO EXISTEM MÉDICOS SUFICIENTES e a prova disso foi o último resultado do chamamento do MAIS MÉDICOS (08-06-2020) ONDE EM QUASE 2.000 VAGAS, FORAM PREENCHIDAS APENAS 156. DEIXARAM UMA DEFASAGEM DE MAIS DE 1800 MÉDICOS.

    Gustavo Freitas 09/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Precisa ao menos ter a mesma carga horária. Poderia ser feito uma análise curricular.

    Robinson Possemozer 04/06/2020
    0
  • Ponto positivo: O Revalida é um processo demorado, não há condições de esperar agora.

    Gilvan Alves 04/06/2020
    1
  • Ponto positivo: sejamos realista o brasil não te médicos suficiente para a demanda, exite vários grupos de whatsapp solicitando medico plantão upa e hosp. campanha. povo ta morrendo por falta de atendimento, PMM por MBFE esta funcionando perfeito.

    Alessandro ossuna 11/05/2020
    1
  • Ponto negativo: Precisamos de EPI, o q falta são as prefeituras pagarem ( a maioria da calote) e nos fornecer estrutura..o resto é demagogia

    Diego França 01/05/2020
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.