Enquete do PL 1998/2020

Resultado

Resultado final desde 17/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 32 72%
Concordo na maior parte 3 7%
Estou indeciso 3 7%
Discordo na maior parte 4 9%
Discordo totalmente 2 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

A evolução tecnológica na área, pelas Nações de primeiro mundo, pode ser oportunizada também para nós. Ou não nos interessa sermos uma Nação deste patamar? Penso que devemos evoluir e produzir, ao invés de sermos apenas consumidores da tecnologia de outros países.

SÉRGIO LUÍS GUARALDI 30/06/2021
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A Lei é um avanço, mas os legisladores precisam estar atentos para que o Artigo 7º não deixe uma brecha capaz de reprimir o §1º do Artigo 5º e desta forma a territorialidade e primeira consulta presencial sejam obrigatórias e determinadas pelo CFM e Conselhos Regionais. Seria um enorme retrocesso para a pratica da Telemedicina tanto do ponto de vista de seus benefícios como para a cadeia de negócios, posicionando o Brasil distantes dos países desenvolvidos nesta área.

CRISTIANO TEODORO RUSSO 05/08/2021
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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

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  • Ponto positivo: Quem aponta a falta de testes de pressão, sangue e outros como ponto negativo ignora que a tecnologia exista para realizar a coleta necessária para estes testes a distância. Não é um ponto negativo, portanto. Desertos medicais são uma realidade no mundo. Quem quer obrigar uma consulta presencial tem que pensar que em muitos casos isso implica em um deslocamento infactível para o paciente. Não podemos deixar pessoas sem saúde quando podemos fazer melhor hoje.

    Anderson Chaves 29/04/2022
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  • Ponto negativo: Se um paciente via telemedicina reclama de desconforto estomacal, como se fossem gases ou má digestão, então o médico a distância, pede para ele tomar um anti gases e um probiótico, mas na verdade o paciente, que não teve a pressão verificada, nem foi ascultado estava tendo um princípio de infarte e por demora de diagnóstico e atendimento, morreu. Pois é. Médico tem que estar com o paciente, examiná-lo adequadamente, pois ainda não somos capazes de fazer avaliações importantes por uma tela.

    Flávia 27/04/2022
    0
  • Ponto positivo: A gente só perde atendimento presencial atendimento vered o que é fundamental atender as pessoas presencialmente não podemos atender as pessoas por meios virtuais se compreende e dificuldade para se apresentar presente socialmente a mesma dificuldade de estar em uma comissão virtual então isso traz um diagnóstico um diálogo tenhamos a possibilidade de apresentar presencialmente para reforçar a ideia para implementar o texto acrescentar a possibilidade de aprovação

    Felipe Gonçalves Marinho 06/08/2021
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  • Ponto negativo: A Lei é um avanço, mas os legisladores precisam estar atentos para que o Artigo 7º não deixe uma brecha capaz de reprimir o §1º do Artigo 5º e desta forma a territorialidade e primeira consulta presencial sejam obrigatórias e determinadas pelo CFM e Conselhos Regionais. Seria um enorme retrocesso para a pratica da Telemedicina tanto do ponto de vista de seus benefícios como para a cadeia de negócios, posicionando o Brasil distantes dos países desenvolvidos nesta área.

    CRISTIANO TEODORO RUSSO 05/08/2021
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  • Ponto positivo: A Leis trás segurança e organiza a prática da telemedicina no Brasil. Vale lembrar que o atendimento não presencial remoto não é utilizado apenas por médicos e a Telesaúde segue um caminho irreversível no mundo. A correta utilização pode ampliar o acesso da população a saúde de qualidade podendo ser um importante instrumento para o SUS.

    CRISTIANO TEODORO RUSSO 05/08/2021
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  • Ponto positivo: A evolução tecnológica na área, pelas Nações de primeiro mundo, pode ser oportunizada também para nós. Ou não nos interessa sermos uma Nação deste patamar? Penso que devemos evoluir e produzir, ao invés de sermos apenas consumidores da tecnologia de outros países.

    SÉRGIO LUÍS GUARALDI 30/06/2021
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1904/2024

    O Projeto de Lei 1904/24 equipara o aborto realizado após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples, inclusive no casos de gravidez resultante de estupro. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta altera o Código Penal, que hoje não pune o aborto em caso de estupro e não prevê restrição de tempo para o procedimento nesse caso. O código também não pune o aborto quando não há outro meio de salvar a vida da gestante.  Com exceção desses casos em que não há punição, o código prevê detenção de um a três anos para a mulher que aborta; reclusão de um a quatro anos para o médico ou outra pessoa que provoque aborto com o consentimento da gestante; e reclusão de três a 10 anos para quem provoque aborto sem o consentimento da gestante.  Caso o projeto seja aprovado pelos parlamentares, o aborto realizado após 22 semanas de gestação será punido com reclusão de seis a 20 anos em todos esses casos e também no caso de gravidez resultante de estupro. A pena é a  mesma prevista para o homicídio simples.  Justificativa O texto foi apresentado pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e outros deputados. Segundo os parlamentares, quando o Código Penal foi promulgado, “se o legislador não colocou limites gestacionais ao aborto, não foi porque teria querido estender a prática até o nono mês da gestação”.  “Em 1940, quando foi promulgado o Código Penal, um aborto de último trimestre era uma realidade impensável e, se fosse possível, ninguém o chamaria de aborto, mas de homicídio ou infanticídio”, apontaram os autores da proposta. O projeto foi apresentado no mesmo dia em que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a suspensão da resolução aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para proibir a realização da chamada assistolia fetal para interrupção de gravidez após 22 semanas de gestação. A técnica utiliza medicações para interromper os batimentos cardíacos do feto, antes de sua retirada do útero. Circunstâncias individuais De acordo com o projeto de lei, o juiz poderá mitigar a pena, conforme o exigirem as circunstâncias individuais de cada caso, ou poderá até mesmo deixar de aplicá-la, se as consequências da infração atingirem o próprio agente de forma tão grave que a sanção penal se torne desnecessária. Tramitação A proposta ainda não foi distribuída às comissões da Câmara, mas poderá ser votada diretamente pelo Plenário caso requerimento de urgência do deputado Eli Borges (PL-TO) e outros seja aprovado.  Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. DTQ 1 => PL 1904/2024

    Destaque para Votação em Separado - PL 1904/2024

  3. PLP 229/2023

    Regulamenta a aposentadoria especial dos Agentes Comunitários de Saúde e de Agentes de Combate às Endemias definida no §10 do art. 198 da Constituição Federal.

  4. PL 434/2021

    Institui o Estatuto do Nascituro, que dispõe sobre a proteção integral do nascituro e dá outras providências.

  5. PL 478/2007

    O aborto passará a integrar a lista de crimes hediondos, se for aprovado o Projeto de Lei 478/07, dos deputados Luiz Bassuma (PT-BA) e Miguel Martini (PHS-MG). A proposta cria o Estatuto do Nascituro. Segundo o texto, nascituro é o ser humano concebido, mas ainda não nascido, aí incluídos os seres humanos concebidos "in vitro" e os produzidos por meio de clonagem, ou por outro meio científica e eticamente aceito. O projeto proíbe a manipulação, o congelamento, o descarte e o comércio de embriões humanos, de onde hoje são extraídas células tronco para serem transplantadas em adultos doentes, prática considerada "atrocidade" pelos autores da proposta. Eles defendem que o estatuto vai garantir ao nascituro direito à vida, à saúde, à honra, à integridade física, à alimentação e à convivência familiar. Início da vida O projeto ganha mais importância neste momento, porque o Supremo Tribunal Federal (STF) está promovendo, durante todo o dia de hoje, a primeira audiência pública de sua história. O STF se propõe a decidir em que momento tem início a vida humana, com base nos subsídios oferecidos pela comunidade científica. Os especialistas estão divididos sobre o tema. Está em análise a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3510, proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que contesta o uso de células tronco em pesquisas científicas, garantido pela Lei de Biossegurança (Lei 11105/05). A PGR entende que não há permissão constitucional para o uso dessas células. O relator da ADI, ministro Carlos Ayres Britto, acredita que a suprema corte "poderá formular um conceito operacional da vida, do início da vida, da própria dignidade da pessoa humana, para tornar a Constituição eficaz". Casos de estupro Além de transformar o aborto em crime hediondo, o projeto retira o direito da mulher, hoje garantido por lei, de abortar em caso de estupro. Hoje, a lei permite o aborto apenas em casos de estupro e de risco de vida para a mãe. No caso de estupro, o projeto em tramitação dá direito à pensão alimentícia de um salário mínimo, até a criança completar 18 anos. A pensão deverá ser paga pelo estuprador e, caso ele não seja identificado, pelo Estado. O projeto também garante ao nascituro sua inclusão nas políticas sociais públicas que permitam seu desenvolvimento sadio e harmonioso, e seu nascimento em condições dignas. Ao nascituro com deficiência, o projeto garante todos os métodos terapêuticos e profiláticos existentes para reparar ou minimizar sua deficiência, haja ou não expectativa de sobrevida extra-uterina. Quem causar a morte do nascituro - por imperícia, imprudência e negligência - terá pena de detenção de um a três anos, podendo ser aumentada em 1/3 se o crime for resultado da inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício. Esse é o conceito de aborto culposo. Nesse caso, o estatuto prevê pena de um a dois anos de detenção e multa para quem prescrever substância ou objeto destinado a provocar aborto; e pena de um a três anos e multa para quem congelar ou utilizar nascituro como material de experimentação. Retrocesso A deputada Luciana Genro (Psol-RS) acredita que o projeto do Estatuto do Nascituro é um retrocesso. É de sua autoria o projeto de lei que permite o aborto em caso de fetos sem cérebro. "Não se trata de ser contra ou a favor do aborto. O aborto é uma realidade", argumenta. Segundo a deputada, as mulheres que têm condições financeiras pagam até R$ 5 mil para abortar em clínicas com boas condições. "Essas abortam com segurança. Já as que não têm recursos o fazem das formas mais cruéis. Utilizam medicamentos e até agulhas de tricô. Essas mulheres morrem ou ficam com seqüelas de saúde seríssimas", diz. Luciana Genro é a favor da descriminalização total do aborto. Na Câmara, um projeto nesse sentido tramita desde 1991. Tramitação O projeto será votado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e pelo Plenário.

  6. PEC 18/2022

    Acrescenta o § 9º-A ao art. 198 da Constituição Federal, para criar piso salarial diferenciado para os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias detentores de formação técnica, nos termos que especifica.