Enquete do PL 1995/2020

Resultado

Resultado parcial desde 17/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 603 92%
Concordo na maior parte 10 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 6 1%
Discordo totalmente 33 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

O livre arbítrio

MARIA ODETE DA SILVA PELLEGRINI 28/06/2020
3

Aglomeração de pessoas em um só horário

Elis M. Roman 27/06/2020
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 117 encontrados.

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  • Ponto positivo: Boa tarde , me chamo Valdeci Anselmo , sou cristão evangélico , pode até parecer estranho não concordar com o projeto, já que a maioria dos crentes não tem opinião própria sempre segue os seus "pastores" , mas acho irresponsável esse projeto,haja visto que o Brasil está numa pandemia sem prescendentes, e não vejo nada de essencial em está aglomerado em igreja nenhuma, até porque com a tecnologia que temos atualmente , podemos assistir os cultos , ofertar , dizimar...,tudo por via on line.. obg

    Valdeci Anselmo Lima 04/04/2021
    0
  • Ponto positivo: As igrejas prestam um importante e fundamental papel de cuidar da alma. As pessoas devem ter direito que buscar Aquele que é a solução de tudo: Deus!

    Lucas costa silva 22/02/2021
    0
  • Ponto positivo: O Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.

    José Prudencio 02/02/2021
    1
  • Ponto negativo: A presença dos fiéis deveria ser por faixa etária. Ex. Primeiro horário para fiéis maiores de 60 anos. Segundo horário: para fiéis entre 30 a 50 anos. Terceiro horário: de 0 à 30 anos

    José Prudencio 02/02/2021
    0
  • Ponto negativo: Relaxamento dos protocolos exigidos pela lei vigente.

    José Prudencio 02/02/2021
    0
  • Ponto positivo: A igreja levanta a fé e a autoestima das pessoas. Deve ser mantida aberta, desde que siga todos os protocolos de uso de máscaras, quantidade limitada de fiéis, distanciamento correto, aferição da temperatura dos que adentram a ela e uso generoso de álcool em gel.

    José Prudencio 02/02/2021
    0
  • Ponto negativo: Os pastores só estao des olho no dízimo e não estão nem aí em disseminar a covid nas aglomerações e cantorias nas igrejas

    Fernanda 12/09/2020
    0
  • Ponto negativo: abre espaço para usar-se instituições religiosas como locais para movimentos políticos

    Diogo 11/09/2020
    1
  • Ponto positivo: A igreja cuida da alma, das emoções e convicções. Ajudando as pessoas superarem suas dificuldades através da fé em Deus

    Stefano Sousa Santos 07/07/2020
    0
  • Ponto negativo: Isso é um absurdo no momento como este que se façam orações em casa, igrejas tem aglomeração e o resultado disso é mais casos de covid-19

    Vitor Silva 03/07/2020
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei