Enquete do PL 1780/2020

Resultado

Resultado final desde 12/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 203 90%
Concordo na maior parte 4 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 1%
Discordo totalmente 15 7%

O que foi dito

Pontos mais populares

Profissionais tao necessários num momento de tanta carência de médicos que estão aguardando uma oportunidade de atuarem no seu próprio país.

Edson Rodrigues 16/04/2020
24

A demora no processo da PROVA DE HABILIDADES poderia ser substituído pelo TRABALHO remunerado dos aprovados na Prova teórica. Colocariam os aprovados na primeira etapa no mercado de trabalho e frente ao combate do Covid19. Simplificaria o processo sem a necessidade da mobilização do trabalho de uma prova prática. O médico seria a válida e trabalharia na propria cidade, receberia um valor compatível a uma bolsa residencia (2mil) por 40hs semanais e prestaria serviço ao governo por 6 meses.

Raphael Ramos 16/04/2020
22

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

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  • Ponto positivo: Esses médicos não querem oportunidades, oportunidades se dá para estranjeiros e esses Médicos são brasileiros necessitam ser tratados com Equidade. Se o MEC autorizou antecipar diploma de alunos medicina só com 75% grade cursada, porque não simplificar e por prova emergencial para esses profissionais que já são formados. São brasileiros estão sendo tratados com discriminação e sendo humilhados em rede nacional.

    Inozemar Martins 22/04/2020
    2
  • Ponto positivo: Médicos brasileiros formados no exterior já provaram ser capazes, atuaram 3 anos no programa mais médicos com maestria, tem especialização em medicina da saúde da família e comunidade realizada por universidades públicas do país!

    Marianne Vaszelewski Dutra 22/04/2020
    1
  • Ponto positivo: Das experiências que tive. São gente como a gente! Não medem esforços para um bom atendimento.

    Flavia Orlando 20/04/2020
    2
  • Ponto negativo: Sou uruguaia, residente permanente no Brasil, médica formada no exterior. Por qual razão o projeto contempla a prova do revalida emergencial apenas para brasileiros?Se a justificativa é ter accesso a mão de obra qualificada, seria lógico que qualquer residente no territorio brasileiro pudesse fazer a prova. Evitaria muito processo no judiciario.

    Maria Blanca Arrué 17/04/2020
    2
  • Ponto negativo: Brasil não sofre com falta de médicos. Estão mal distribuídos e não é facilitando o revalida que isso seria resolvido.

    Cassio Dutra 17/04/2020
    3
  • Ponto positivo: Nossa pais muito carente de médicos. Precisamos muito deste profissionais.

    Éderson de Oliveira 16/04/2020
    10
  • Ponto positivo: Sanar uma parte da falta de médicos!

    Calaça Calacinha 16/04/2020
    12
  • Ponto positivo: Necessidade urgente de profissionais de saúde.

    Natan Queiroz 16/04/2020
    14
  • Ponto positivo: Segurança para população e justiça social para os médicos brasileiros formados no exterior

    Nancione Mota oliveira Silva 16/04/2020
    16
  • Ponto negativo: A demora no processo da PROVA DE HABILIDADES poderia ser substituído pelo TRABALHO remunerado dos aprovados na Prova teórica. Colocariam os aprovados na primeira etapa no mercado de trabalho e frente ao combate do Covid19. Simplificaria o processo sem a necessidade da mobilização do trabalho de uma prova prática. O médico seria a válida e trabalharia na propria cidade, receberia um valor compatível a uma bolsa residencia (2mil) por 40hs semanais e prestaria serviço ao governo por 6 meses.

    Raphael Ramos 16/04/2020
    22

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  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. INC 1091/2026

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  4. PL 824/2026

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  5. PL 1675/2023

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  6. PL 1559/2021

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