Enquete do PL 1723/2020

Resultado

Resultado parcial desde 09/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 14 93%
Concordo na maior parte 1 7%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Dará mais flego aos produtores rurais do semi-árido, que além do novo coroavírus também lutam contra a seca.

Luciano Almeida 03/05/2020
4

Não há ponto negativo.

Luciano Almeida 03/05/2020
2

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Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto positivo: E claro e notório que o pequeno produtor não apenas teve sua produção menor devido ao covid, como também varios foram acomodados pela doença que deixou mortes e sequelas.

    Sinval Sinval 06/02/2021
    0
  • Ponto negativo: Vejo que a PL trata desigualmente os entes que contrariam recursos que hoje se vem arrasados por varias crises. Me refiro em que o FNO abrange rural, industrial e Comercial, e todas estas áreas sofreram. Em particular o comercial sempre e deixado de lado e o maior empregador destes dois, por que lida diretamente com o povo. E ficar de fora destas condições provoca mais injustiças ainda. Ele deve ser incluído de imediato.

    Edvan Candido 10/11/2020
    0
  • Ponto positivo: O PL trará ao produtor rural uma possibilidade de efetivação da justiça agrária, dado que o Estado deve garantir acesso de crédito e não deve punir os produtores rurais por ausência de pagamento de débitos rurais em função da seca do semiárido, desse modo as obrigações se tornaram excessivamente onerosas em razão de uma vantagem muito grande para o credor, os produtores rurais que movem esse país, merecem ter uma possibilidade justa de quitar suas obrigações.

    Genival Ray 26/10/2020
    0
  • Ponto positivo: O PL impulsionará o agronegócio como um todo e que sofre com débitos de quase 40 anos. Dessarte, o desconto e ajuste dessas dívidas, que possuem décadas de existência, é imprescindível. Sobretudo nessas momentos tão árduos, nos quais o produtor, assim como qualquer cidadão, necessita de amparo e desoneração. Portanto, tanto o pequeno quanto o grande produtor rural precisa do apoio estatal, o qual irá angariar recursos com os pagamentos e fomentará empregos, produção agrícola e sustento de muitos

    Luis Netto 18/08/2020
    4
  • Ponto positivo: Como o produtor rural é uma classe de alto risco, depende do tempo, algo imprevisível, onde temos um ano que chove muito, no outro seca total com altos prejuízos. É uma classe que acorda as 03:00 da manhã para tirar o leite e dorme as 22:00h para, move a economia nacional e mesmo assim a maioria dos produtos não tem valor. A atividade que mais precisa de atenção do governo é a que poem comida na mesa.

    Antonio Geraldo Aranha 14/08/2020
    3
  • Ponto positivo: regularizar pendencias para novos investimentos.

    Edson Ferreira 20/07/2020
    3
  • Ponto negativo: Não há ponto negativo.

    Luciano Almeida 03/05/2020
    2
  • Ponto positivo: Dará mais flego aos produtores rurais do semi-árido, que além do novo coroavírus também lutam contra a seca.

    Luciano Almeida 03/05/2020
    4
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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  6. PL 8256/2014

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