Enquete do PL 1665/2020

Resultado

Resultado final desde 07/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 50 27%
Concordo na maior parte 8 4%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 9 5%
Discordo totalmente 118 63%

O que foi dito

Pontos mais populares

É preciso que haja reconhecimento desses trabalhadores e regulamentação da atividade, mas enquanto isso não acontece, o mínimo, é que seja preservado direito à vida, que é colocado à prova todos os dias pela falta de suporte das empresas (aplicativos), as quais lucram cada vez mais nesse período de pandemia e não investem em quem propicia esse lucro, que são os entregadores.

Mariana Silva de Araújo 22/05/2020
20

Esquerda mais uma vez querendo aumentar a intervenção do estado no trabalho autônomo.

Davidson Patrick 02/07/2020
53

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 41 encontrados.

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  • Ponto positivo: Um serviço considerando essencial, que não parou nem nos piores momentos da pandemia, já deveria ter sido regularizado há muito tempo. Trata-se de direitos humanos e não há que se falar em liberalismos nesta seara.

    Drielle Martins 06/01/2022
    0
  • Ponto positivo: Deputado Kim, a favor do banimento de motoboy sem aviso prévio. Fica fácil ser contra, já que tem seu salário garantido. Em quanto tem muitos pais de famílias que foram banidos sem ao menos ter direito de resposta.

    Fábio Marcelo Salaberry 06/12/2021
    0
  • Ponto negativo: Quanto maior o ESTADO, menor o cidadão… O cidadão que escolheu prestar esse serviço, foi de livre e espontânea vontade. É mudar a regra do jogo, com o jogo rolando. Previsão do que vai acontecer… não teremos mais estas empresas de entregas. SIMPLES ASSIM.

    Lucas Souza de Carvalho 02/12/2021
    1
  • Ponto positivo: A precarização do trabalho, desvalorizando o trabalhador é o que assistimos nesses contratos loucos entre entregador e empresário. Está demorando muito essa regulamentação, deveria ser feita em caráter de urgência.

    Jose Jesus 17/11/2021
    1
  • Ponto positivo: Esses que estão aí comentando contra o PL 1665 certamente são representantes das empresas de aplicativo (iFoof, Uber Eats etc) que lucram com a exploração da mão-de-obra barata dos motociclistas e com o desespero gerado pelo alto índice de desemprego (tipo, "topa tudo por dinheiro").

    Daniel Machado Reis 04/10/2021
    1
  • Ponto negativo: Vai desempregar milhares de entregadores por causa da alta burocracia

    Renato Pinheiro 26/12/2020
    3
  • Ponto negativo: Vai causar a saída dos aplicativos do país ou torna-lo menos acessível a devido ao seu encarecimento, assim como aconteceu com os aplicativos de bicicleta e patinetes.

    Micael Fernando 26/12/2020
    3
  • Ponto negativo: Este é apenas mais um cavalo de Tróia desta quadrilha eleita. A ideia é usar está ideia que aparenta ser bonitinha e ganhar a simpatia do público mais leigo, caso consiga aprovar está bomba, poderão solicitar vínculo trabalhista entre os operadores e as empresas de app e com isto falir todas, gerando pobreza e desemprego.

    Everton Felix 25/12/2020
    4
  • Ponto negativo: Aumento da burocratização, que pode levar a empresa a deixar de prestar o serviço.

    Elias Ferreira 24/12/2020
    4
  • Ponto negativo: O PL, do jeito que foi enviado, só atrapalharia a vida do trabalhador. É um mix de medidas que vão encarecer o produto para o consumidor final, causando uma desistência do serviço, deixando várias famílias de entregadores sem renda.

    Felipe Lopes 24/12/2020
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.