Enquete do PL 4399/2019

Resultado

Resultado parcial desde 07/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 902 99%
Concordo na maior parte 12 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Sendo Fisioterapeuta, cuidei de alguns pacientes acometidos com a fibromialgia, vendo toda a dificuldade em manterem sua vida profissional. E agora, acometida por ela, tem mais de 2 anos, minha vida perdeu qualidade, sofro com dores enormes, uso medicações de alto custo, que aliviam mas não cessam a dor. É muito difícil, não consigo trabalhar há mais de 6 meses. Essa doença é ingrata, difícil de detectar nos exames, precisa de tratamento multidisciplinar, e atividade física leve direcionada

Victória Spinelli 06/05/2020
80

Não vejo ponto negativo em seu autor, querer propor algo que poderá mudar a vida de inúmeras pessoas, lhes dando um pouco de qualidade de vida.

Lúcia Medeiros Medeiros 05/05/2020
54

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 211 encontrados.

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  • Ponto negativo: Precisamos que esse direito se estenda ainda mais. A fibromialgia precisa ser entendida como PCD, pois nós sofremos com muitas dores, cansaço extremo, dificuldade de sono reparador, mudanças de humor, dentre outros sintomas. Os medicamentos são caros e o tratamento para se obter melhora na qualidade de vida é para sempre. Alguns dias é difícil levantar da cama para trabalhar. Precisamos ser tratados de maneira diferenciada das pessoas que não têm essa doença, ainda pouco conhecida por médicos.

    LILLIAN CORREA 21/02/2024
    3
  • Ponto negativo: E uma tristeza enorme conviver com dores constantes, passei por 7 perícia no INSS. Todas indeferido, alguns peritos mandou eu ir trabalhar, como se eu estivesse ali com fingimento. Ja giz cirurgia de túnel do carpo nas duas mãos, estou com degeneração na coluna lombar, nos dois pés, joelhos, e as vezes custo sair da cama de tanta dor. Depressão grave. E que mais precisamos é aprovação de leis a favor dos fibromialgicos.

    Maria das vitorias Martins 11/02/2024
    4
  • Ponto positivo: Faço tratamento de fibromialgia há 7 anos, e cada dia me sinto pior, dores no corpo inteiro, depressão aguda. Insônia. Esquecimento, as vezes me perco quando estou fazendo comida, ou até mesmo quando vou procurar algo. Faz terapia com psicologo, e não consigo tratamento adequado no sus, várias crises de ansiedade, medicação predinisona era único que s tendões, porém subiu glicose para 360, pregabalina tomava 2x ao dia 150 Ml, passou dar dores no peito, acelerado o coração.

    Maria das vitorias Martins 11/02/2024
    1
  • Ponto negativo: A demora absurda para aprovar o projeto EXTREMAMENTE necessário. Sou advogado e lido sempre com pessoas com essa condição cruel, que é como viver sob tortura constante, minha mãe também é portadora. Este projeto tinha que ser votado em regime de extrema urgência, uma vez que já foi aprovado no Senado. Se houverem alterações, tem que ser feita votação conjunta e ir para sanção e publicação com urgência.

    Wyllyan Rodrigues 15/08/2023
    4
  • Ponto positivo: O maior ponto positivo é dar aos portadores da fibromialgia dignidade, pois não há dúvidas que é uma doença absolutamente incapacitante e que dificulta ou, na maioria dos casos, impede que seus portadores consigam trabalhar. Deveria ser o tipo de doença que garante aposentadoria independente de estar o portador filiado ao RGPS.

    Wyllyan Rodrigues 15/08/2023
    5
  • Ponto negativo: Uma lástima a demora para aprovar algo que vai proporcionar dignidade humana ao portador da Fibro. Só quem passa pela doença que sabe quão incapacitante é conviver com os muitos sintomas que isso causa . Mental e neurológico. Dores , fadiga, insonia , depressão, intestino que não funciona , dores de toda ordem, perda de memória e mente incapacitada. Senhores , autoridades tenham piedade dos doentes de Fibro e aprovem logo esse direito aos doentes . Queremos dignidade de viver .

    Maria C Ludres 24/06/2023
    3
  • Ponto negativo: Tenho Fibromialgia e Depressão dei entrada no inss no dia 29/03/23 e a médica que fez a perícia deu risada na minha cara , foi super grossa e ainda me pediu para parar de ir à minha médica reumatologista que eu só estou gastando dinheiro com isso , mostrei meus braços inchado e ela falou que é gordura, falou que era pra eu pegar o dinheiro que estou gastando para ir à praia e shopping, falei com ela que sinto muitas dores e nem cabelo eu lavo direito , e nada mais consigo fazer nada fez .

    Adriana 03/05/2023
    3
  • Ponto negativo: Tenho fibromialgia e estou em tratamento, além das medicação tenho que ir em psicóloga, psiquiatra reumatologista , entre outros, tenho que ir de ônibus e por fim além de remédios temos que gastar muito com passagem de ônibus e metrô, fui tentar tirar bilhete único com gratuidade para comodidades, porém a fibromialgia não entra como comodidade para gratuidade no bilhete único, deveriam incluir a fibromialgia também

    Rosa Rodrigues 04/03/2023
    4
  • Ponto positivo: Além de por a sindrome como uma doença incapacitante, pois as dores intensas e constantes por 24h, remédios que aliviam, mas não tratam o problema, ao contrário disso, deixam muitas vezes sequelas ao portador, também deveria ser posta como doença PCD, para que os portadores possam ter condições de adquirir veículos adaptados, e que possamos ter tb direito a farmácia popular com preços acessíveis aos medicamentos, assim também como acesso pelo sus ao canabidiol e outros derivados como tratamento

    Pensamentos do hoje 03/03/2023
    6
  • Ponto positivo: Entre tantos sintomas dolorosos e constantes, quero ressaltar a quantidade de medicamentos que tenho que tomar regularmente para me sentir um pouco melhor: antidepressivos, ansiolíticos, relaxantes musculares, indutores do sono, injeções de corticoides, colágeno tipo II, além dos suplementos polivitamínicos. É um tratamento diário, oneroso e com riscos para o fígado, rins e outros órgãos do corpo. Mas, mesmo com todos esses remédios, terapia, exercícios físicos, as dores não dão trégua.

    Rosana Freitas 13/12/2022
    5
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.