Enquete do PL 1562/2020

Resultado

Resultado final desde 06/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 39 8%
Concordo na maior parte 13 3%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 32 7%
Discordo totalmente 380 82%

O que foi dito

Pontos mais populares

Uso de máscaras ok, mas não por lei. Em ambientes fechados com lojas e supermercados concordo com o uso mas não sob a batuta da lei e sim da orientação.

Dr Paulo Lucas Rohr 08/05/2020
44

Absurdo dos absurdos. O estado impondo sobre o cidadão um poder que ele não tem e nem pode numa democracia. Jamais aceitarei que o estado prive as pessoas da liberdade, esse é um direito natural e deve ser respeitado sempre! Não há justificativas para esse tipo de abuso.

Daiana Caroline Tavares Teixeira 08/05/2020
44

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 114 encontrados.

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  • Ponto negativo: Não há evidências científicas de que o uso de máscara previna a propagação do vírus. Há até mesmo artigos que demonstram que seu uso prejudica a disponibilidade de oxigênio e provoca a reabsorção de subprodutos da respiração. Além do mais, obrigar a população a usar esse acessório é inconstitucional.

    João Benjamim 26/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Queremos dispositivos que detectem o vírus para podermos nos previnir.

    Edsynei Mário Bueno 16/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Propostas excessivas para obrigatoriedades e impedimentos, melhor trabalhar na conscientização. Há divergência na questão de usar máscaras de fabricação artesanal e ao mesmo tempo obedecendo recomendações técnicas. Normas impraticáveis no momento atual.

    Paulo Pinheiro 16/06/2020
    0
  • Ponto positivo: Papel da secretaria de comunicação sobre veiculação de campanhas publicitárias para esclarecimento da sociedade, diferente da situação atual.

    Paulo Pinheiro 16/06/2020
    1
  • Ponto negativo: O cidadão deve poder exercer o direito de não usar essa "fucinheira" maldita, que traz mais prejuízos para o sistema imunológico do que benefícios. Parlamentares que aprovaram essa aberração: aproveitem seu último mandato.

    as frota 15/06/2020
    0
  • Ponto negativo: O estado de RECOMENDAR e não OBRIGAR o uso das mascaras.

    Marcio Braga 12/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Um projeto que trata o nao uso de mascara inclusive no ambito penal é um absurdo. Todos os outros itens do projeto são reprováveis.

    Roberto Oliveira 12/06/2020
    0
  • Ponto negativo: CASO SE CRIE UMA LEI QUE RESTRINJA O DIREITO A INDIVIDUALIDADE, E SUA PRIVACIDADE DENTRO DA SUA PROPRIA CASA O EFEITO CAUSADO PELA POPULACAO SERA DEFASTADORA, IREMOS PARA RUA REIVINDICAR E SE PRECISO FOR TERÁ UMA GUERRA CIVIL

    Ariadne Katarina 11/06/2020
    1
  • Ponto negativo: NÃO PODEMOS PERMITIR QUE EXISTA LEIS QUE RESTRINJA NOSSA LIBERDADE E INDIVIDUALIDADE , PRINCIPALMENTE DENTRO DA NOSSA PRÓPRIA CASA, CASO ISSO ACONTEÇA PODERÁ GERAR UMA GUERRA CIVIL, POIS NÓS NAO IREMOS ACEITAR ESSA DITADURA.

    caio cesar oliveira 11/06/2020
    0
  • Ponto negativo: A retirada de liberdade , e imposição ao cidadão em qualquer aspecto , seja por Lei ou Decreto absurdo é inaceitável .

    Rita Cássia 11/06/2020
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.