Enquete do REQ 580/2020

Resultado

Resultado final desde 06/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7 0%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 2.084 100%

O que foi dito

Pontos mais populares

A supressão dos honorários advocatícios apenas para os advogados da União cria uma categoria de advogados de 3a classe, isto porque os advogados privados recebem os honorários de sucumbência (além daqueles contratados, ou, além dos salários pagos pelas bancas); 2o - todo e qualquer outro advogado público, isto é, dos Estados e do municípios também os recebe, deixando a classe dos advogados da União, que fazem a defesa da União em clara e evidente discriminação.

Denise 06/04/2020
0

Proposta inconstitucional, por vício de iniciativa, além de representar descabido ataque a instrumento legítimo de remuneração por performance dos advogados públicos federais.

George Rumiatto 06/04/2020
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 282 encontrados.

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  • Ponto negativo: Os advogados públicos exercem atividades essenciais e estão na linha de frente, sem parar de trabalhar em virtude do COVID, para evitar decisões liminares da justiça que prejudiquem políticas públicas e uso adequado dos recursos públicos. Além disso, advogados públicos provocam ingresso de recursos nos cofres públicos essenciais aos combate ao vírus. Atacar quem está na linha de frente seria atacar o próprio estado brasileiro.

    Alexandre De Andrade Freire 10/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Prejudica a defesa do estado e do interesse público

    Gustavo Augusto Freitas de Lima 07/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Porque os Senhores Deputados e Senadores não doam ou reduzem suas verbas de representação e demais auxílios de custos como correio e moradia para ajudar no combate à pandemia

    Ricardo Vicente Calciolari Calciolari 07/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Desmotivação da carreira que defende e cobra devedores tributários

    Bruno BMoreira 07/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Honorários pertencem ao advogado, pelo ganho da causa e estimula a atividade meritória

    Carlos Rodrigo Job Rodrigues 07/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Violação a acordos firmados e enfraquecimento da cobrança da Dívida Ativa da União.

    Murilo Strätz 06/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Tirem 1 mês de férias dos Juízes, isso sim é um absurdo!

    André Gurgel 06/04/2020
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  • Ponto negativo: Com tantos problemas ligados à Pandemia do Corona Vírus querem afetar o que é de direito dos advogados como se tais valores impactassem e fossem significantes para resolver problemas orçamentários. O dinheiro está nos bancos e grandes fortunas que deveriam ser mais eficazmente taxados

    Rosalliny 06/04/2020
    0
  • Ponto negativo: A proposta não considera o fato de que os honorários reduzem a medida em que diminui o ingresso de recursos públicos

    Lademir Gomes da Rocha 06/04/2020
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  • Ponto negativo: Inconstitucional por vício de iniciativa e injusto pois defendo que no lugar seja instituído o Imposto sobre Grandes Fortunas.

    GUSTAVO CABRAL VIEIRA 06/04/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei