Enquete da MPV 945/2020

Resultado

Resultado final desde 05/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 3 17%
Concordo na maior parte 2 12%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 8 47%
Discordo totalmente 4 24%

O que foi dito

Pontos mais populares

A compensação financeira para os que não trabalham e não tem algum benefício.

Sergio Luiz Costa 16/04/2020
3

A impossibilidade dos acima de 60 anos e em perfeita condição física, de poder trabalhar com as cautelas. Não podendo trabalhar, mesmo estando aposentado, aposentadoria pequena, até por isto continua trabalhando, para poder dar algum conforto familiar, não receber nada, ficando totalmente prejudicado sem compensação

Sergio Luiz Costa 16/04/2020
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto positivo: Flexibilização dos contratos de exploração portuária

    Marco Figueira 20/08/2020
    0
  • Ponto negativo: a inserção de inumeros "jabutis" dentre eles a Prorrogação do Reporto sem maior discussão.

    Wagner Rodrigo Cruz de Souza 29/07/2020
    0
  • Ponto negativo: Primeiro que não tinha nem que ter essa MP o porto não parou e está batendo recordes de operação e o pior que só o trabalhador está sendo prejudicado inclusive sendo ameaçado de sua exclusividades no trabalho Portuário. O patrão não arca com nada ,nem com o que vai ser pago aos trabalhadores eles terão abatimentos nós contratos já firmados.resumindob é uma MP para o patrão e o trabalhador paga a conta.

    Moises Brasil 29/07/2020
    2
  • Ponto positivo: Com a extinção do fundo da marinha, reduz encargo na folha de pagamento das empresas e garante emprego.

    ELIEZER DA COSTA GIROUX 29/07/2020
    0
  • Ponto positivo: Indenização para parte dos trabalhadores Portuários que estão afastados pela MP.

    André Ziviani Fehlberg 16/07/2020
    2
  • Ponto negativo: Impedimento para trabalhar dos trabalhadores acima de 60 em plena saúde física e mental, além de impedir os bloqueados que já tiveram contato com o vírus de retornarem ao trabalho.

    André Ziviani Fehlberg 16/07/2020
    2
  • Ponto negativo: A impossibilidade dos acima de 60 anos e em perfeita condição física, de poder trabalhar com as cautelas. Não podendo trabalhar, mesmo estando aposentado, aposentadoria pequena, até por isto continua trabalhando, para poder dar algum conforto familiar, não receber nada, ficando totalmente prejudicado sem compensação

    Sergio Luiz Costa 16/04/2020
    4
  • Ponto positivo: A compensação financeira para os que não trabalham e não tem algum benefício.

    Sergio Luiz Costa 16/04/2020
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei