Enquete do PL 873/2020

Resultado

Resultado final desde 03/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 145 87%
Concordo na maior parte 15 9%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 3 2%
Discordo totalmente 2 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Retirar a restrição de renda no ano de 2018, visto que a realidade de 2018 é completamente diferente da atual.

Pablo 08/04/2020
26

Querer cobrar das pessoas em 2021 a quantia entregue durante a crise.

Pablo 08/04/2020
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 52 encontrados.

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  • Ponto positivo: Eu ,sou mãe de 3 filhos recebo o bolsa no ano ,dou Mei no ano de 2018 e não tenho como comprovar minha renda então resolvi fazer um declaração para adquirir uma casa própria pela caixa ,então devido a situação eu nem consegui paga ao imposto ,estão agora tirando meu direito de recebe o auxílio , tirando conclusões de 2018 o covid foi quando mesmo a nossa situação de calamidade é agora pelo amor de Deus senhor excelentíssimo Presidente eu preciso dar comida a meus filhos.

    Travessuras com Bia e Peu 07/05/2020
    0
  • Ponto negativo: Precisam repensar nas pessoas que tiveram rendimento acima de R$28.000 em 2018, em 2 anos a situação econômica de um trabalhador pode mudar. Muitas pessoas que trabalham em 2018 e tiveram um rendimento alto, hoje estão desempregadas e dependem sim do auxilio emergencial para coisas básicas como comprar comida. Esse critério tem que ser avaliado para a situação atual, ou seja, se a pessoa esta desempregada atualmente, precisa sim do auxílio.

    Ana Beatriz Lourenço Affonso 29/04/2020
    0
  • Ponto positivo: Se faz necessário retirar esse rendimentos tributáveis em 2018. A realidade vivida em 2020 é outra, essa parte do texto foi um absurdo ter passado e sido sancionado...

    francisca mota 24/04/2020
    0
  • Ponto negativo: NAO CONCORDO QUE OS APOSENTADOS QUE RECEBE NO MINIMO UM SALARIO MINIMO SEMPRE PAGOU AO INSS NAO TER DIREITO AO AUXILIO EMERGENCIAL E OS BOLCA FAMILIA QUE NUNCA CONTRIBUIO COM A NACAO TER DIREITO AO AUXILIO EMERGENCIAL ISSO E UM ABSURDO AI NAO CONCORDO OU DEVE TER ESQUERCIDO NESTE DETALHO QUEM FORMALIZOU ESTA PROPOSTA . AGUARDO UMA RESPOSTA JOSEMARIO

    JOSEMARIO GUIMARAES DE ARAUJO RAMOS 23/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Aumentam o gasto sem dizer de onde vem a verba.

    Hilda Agostinho 23/04/2020
    1
  • Ponto negativo: Exclui aposentados com menos de três salários minimo

    Sergio Roberto de Mattos 21/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Não há fonte de recursos indicada, a estimativa de custo é de 144bilhões, Governo já enviou sua proposta de proteção ao emprego e à renda, fazendo essa medida ter redundância. Está ficando perceptível a intenção dos senadores e deputados inchar a máquina pública de dívidas. Se a inflação for gerada, a culpa será do Senado e da Câmara dos Deputados. Estamos atentos.

    Jonatan Jon 19/04/2020
    1
  • Ponto positivo: Todos tem direito ao benefício pois muitos autônomos que ganhavam mais do que o limite de renda de 2018 hoje não estão recebendo nada.

    Kadu Godinho 17/04/2020
    0
  • Ponto positivo: Concordo com gestante menores, sou fotógrafa e tenho 17 anos eu que pagava as despesas em casa. Meu filho nasce 26/05, concordo em muita coisa. O genitor é maior e vai pegar o auxílio e a lei não vai obrigar lo a dividir. Enfim, espero que seja aprovado.

    Alice Maria 16/04/2020
    1
  • Ponto positivo: Ajuda a uma parte maior da populaçao.

    Camila santos da conceiçao 16/04/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. EMP 17 => PLP 68/2024

    Institui o Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, a Contribuição Social sobre Bens e Serviços - CBS e o Imposto Seletivo - IS e dá outras providências.

  2. PLP 68/2024

    Institui o Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, a Contribuição Social sobre Bens e Serviços - CBS e o Imposto Seletivo - IS e dá outras providências.

  3. PLP 108/2024

    Institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre TransmissãoCausa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCMD, e dá outras providências.

  4. PL 3010/2019

    O Projeto de Lei 3010/19 institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Fibromialgia. A doença, caracterizada por dores constantes em todo o corpo, afeta nervos e músculos, fazendo com que o cérebro não consiga filtrar a dor. A proposta, do deputado Dr. Leonardo (Solidariedade-MT), tramita na Câmara dos Deputados. Entre as diretrizes da política estão o atendimento multidisciplinar e o estímulo à pesquisa científica para dimensionar a magnitude da doença no Brasil. Segundo o deputado, que é médico, o tratamento dos pacientes exige medicação contínua com antidepressivos e neuromoduladores, e exercícios de três a cinco vezes por semana, além de acupuntura, massagens, infiltração de anestésicos e acompanhamento psicológico. “A realização do tratamento requer, portanto, que o paciente disponha de tempo suficiente e recursos, pois o Sistema Único de Saúde (SUS) não dá cobertura a todas essas atividades”, afirma Dr. Leonardo. O projeto considera ainda quem tem fibromialgia como pessoa com deficiência para todos os efeitos legais. A falta dessa classificação, segundo o parlamentar, tem causado inúmeros transtornos a essas pessoas, “especialmente no que tange à concessão de benefícios”. Isenção IR O texto também altera a Lei 7.713/88, que trata do Imposto de Renda, para incluir as pessoas com fibromialgia entre os beneficiários da isenção do tributo. Hoje, a norma concede isenção para pessoas acometidas de doenças graves, como neoplasia maligna (câncer), cegueira, hanseníase e tuberculose. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo nas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. INC 773/2024

    Sugere ao Excelentíssimo Senhor Ministro da Defesa, Sr. JOSÉ MUCIO MONTEIRO FILHO, a elaboração de projeto de lei que cria o Quadro Especial de Graduados da Marinha.

  6. PL 1904/2024

    O Projeto de Lei 1904/24 equipara o aborto realizado após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples, inclusive no casos de gravidez resultante de estupro. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta altera o Código Penal, que hoje não pune o aborto em caso de estupro e não prevê restrição de tempo para o procedimento nesse caso. O código também não pune o aborto quando não há outro meio de salvar a vida da gestante.  Com exceção desses casos em que não há punição, o código prevê detenção de um a três anos para a mulher que aborta; reclusão de um a quatro anos para o médico ou outra pessoa que provoque aborto com o consentimento da gestante; e reclusão de três a 10 anos para quem provoque aborto sem o consentimento da gestante.  Caso o projeto seja aprovado pelos parlamentares, o aborto realizado após 22 semanas de gestação será punido com reclusão de seis a 20 anos em todos esses casos e também no caso de gravidez resultante de estupro. A pena é a  mesma prevista para o homicídio simples.  Justificativa O texto foi apresentado pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e outros deputados. Segundo os parlamentares, quando o Código Penal foi promulgado, “se o legislador não colocou limites gestacionais ao aborto, não foi porque teria querido estender a prática até o nono mês da gestação”.  “Em 1940, quando foi promulgado o Código Penal, um aborto de último trimestre era uma realidade impensável e, se fosse possível, ninguém o chamaria de aborto, mas de homicídio ou infanticídio”, apontaram os autores da proposta. O projeto foi apresentado no mesmo dia em que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a suspensão da resolução aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para proibir a realização da chamada assistolia fetal para interrupção de gravidez após 22 semanas de gestação. A técnica utiliza medicações para interromper os batimentos cardíacos do feto, antes de sua retirada do útero. Circunstâncias individuais De acordo com o projeto de lei, o juiz poderá mitigar a pena, conforme o exigirem as circunstâncias individuais de cada caso, ou poderá até mesmo deixar de aplicá-la, se as consequências da infração atingirem o próprio agente de forma tão grave que a sanção penal se torne desnecessária. Tramitação A proposta ainda não foi distribuída às comissões da Câmara, mas poderá ser votada diretamente pelo Plenário caso requerimento de urgência do deputado Eli Borges (PL-TO) e outros seja aprovado.  Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei