Enquete do EMP 4 => PEC 10/2020

Resultado

Resultado parcial desde 01/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 99 1%
Concordo na maior parte 14 0%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 150 1%
Discordo totalmente 13.651 98%

O que foi dito

Pontos mais populares

Redução de salário

Waldesse Piragé 02/04/2020
6

Isso vai gerar um caos na economia e nao vai ajudar em nada ao combate do virus. Existem diversas medidas bem mais inteligentes e que darao resultado positivo. Adiar pagamento da divida publica, IGF, ceder os recursos de fundo partidário e eleitoral, ceder verba de gabinete e de emendas, reduzir as milhares de indenizações que membro do congresso recebe, ai sim!!! Alem de estarem ignorando CLAUSULA PETREA.

Fáryda 02/04/2020
2012

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 959 encontrados.

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  • Ponto negativo: Estão querendo tirar o meio de vida de assalariados da classe média, que gasta oque ganha para pagar suas contas, tire de seus bolsos , vocês que tem regalias mil.

    Hilda Lopes da Silva 09/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Por quê os servidores devem ser penalizados pelos problemas do país ? Aprovem o Imposto sobre Grandes Fortunas sobre os 5% mais ricos e reduzam os privilégios das classes politica e magistrados !

    Fabricio Bento 08/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Os servidores são tratados como violões, mas na verdade são pais e mães trabalhadores que dependem de sua renda, enquanto os políticos podem desfrutar de seus benefícios quais deveriam ser extintos, os servidores são esquecidos e quando mencionados sofrem ataques e perseguições.

    Willian Kendi Nishimura Shimabuco 08/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Em primeiro lugar os políticos devem dar exemplo de patriotismo e abrir mão integral de seus salários, benefícios e mordomias. Em segundo abrirem mão do FUNDO ELEITORAL. Em terceiro abrir mão do FUNDO PARTIDÁRIO. Só com isto chegaremos perto de UM TRILHAO DE REAIS por ano.

    Dorival Carreira 08/04/2020
    0
  • Ponto negativo: É irredutível o salário.. Não teve aviso do desconto que ja veio esse mês, o que esta acontecendo com essa Constituição? Fazem o que quer? Deputados, Senadores, Ministros e Presidente. Vamos também abrir mão das regalias? O servidor esta esperando o salário para suas obrigações e do nada, fazem uma pec e tira 26%?? para que?? quer tirar as obrigações governamentais e ainda quer que o servidor pague uma porcentagem para trabalhar? inaceitável discordo totalmente.

    Rádila Lourdes Spinelli Gilgiotti dos Santos 07/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Nossos,salários já,estão defasados há anos

    OLINDA VIEIRA BRANCO 06/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Ficarão de fora militares (frequentemente protegidos das medidas mais severas).

    Fábio Hansen 06/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Reduz o poder de compra do servidor, que normalmente vive tentando equilibrar suas despesas com o que ganha de salário.

    Rui Alen 05/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Imbecilidade juramentada, rasgarem cláusula pétrea da constituição, votarem para reduzir salários de quem faz parte da linha de frente do enfrentamento do surto pandêmico? Os nobres deputados alucinaram de vêz e estão no mundo de Nárnia.

    Claudio Andrade 05/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Reduzir salários de servidores e retirar dinheiro da economia. Reduzirá ainda mais o consumo, aumentando a crise.

    Paulo Doreto 05/04/2020
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.