Enquete da MPV 932/2020

Resultado

Resultado final desde 01/04/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 8 13%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 4 7%
Discordo totalmente 46 78%

O que foi dito

Pontos mais populares

Necessário tendo em vista que se trata de um sistema internacional capaz de se manter o valor da aliquota é pequeno, proporcional a pequena contribuição que oferece a sociedade, a maioria dos cursos é pago?!

Fabiana Santos 03/04/2020
1

Não podemos afetar uma área que será essencial para a população. Não adianta "cobrir um Santo e descobrir outro"

Adriano Soares de Almeida 02/04/2020
18

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 17 encontrados.

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  • Ponto negativo: As empresas que contribuem com o Sistema S o fazem com um pequeno percentual baseado na folha de pagamento, ou seja, o corte não beneficiaria as empresas e prejudicaria profundamente o trabalho do Sistema S, o que também viria a prejudicar os funcionários das empresas que utilizam o Sesc e o Senac, por exemplo. Os recursos financeiros obtidos por cursos e programação são destinados em totalidade para novos cursos e programações, portanto não há lucro nestas atividades.

    Caio Salem 16/06/2020
    0
  • Ponto negativo: O sistema já sofreu o impacto da queda de arrecadação durante a pandemia. Para completar, o corte de recursos pode fazer com que esse sistema essencial feche locais no momento que mais precisaremos dele nos últimos tempos.

    Thiago Borges do Nascimento Melo 03/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Aumentará o número de desempregados com fechamento de unidades.

    Niraldo Junior Nogueira 15/04/2020
    2
  • Ponto positivo: É possível negociar para que as instituições posicionem como elas conseguem ajudar financeiramente neste momento. Impor dessa forma somente causará impactos negativos.

    Niraldo Junior Nogueira 15/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Trata-se de uma péssima ideia tesourar o Sistema S desse modo. Justamente quando se precisará de formação profissional para milhões de pessoas, ações de assistência social e fomentar a economia da cultura o governo acredita que seria melhor cortar uma fração do que as empresas pagam na seção "outra entidades e fundos"? É óbvio que se trata de uma tomada de decisão de quem não faz a menor ideia dos benefícios que estas entidades trazem há décadas não somente às empresas, mas à população.

    Rodrigo Veloso 09/04/2020
    3
  • Ponto positivo: Tem que ajudar as empresas a evitar demissões

    Tiago Guedes 04/04/2020
    1
  • Ponto positivo: O sistema possui um caixa vigoroso como o próprio ministro da economia disse e precisa inovar para obter recursos financeiros.

    Patrícia L. Nunes 04/04/2020
    1
  • Ponto positivo: Necessário tendo em vista que se trata de um sistema internacional capaz de se manter o valor da aliquota é pequeno, proporcional a pequena contribuição que oferece a sociedade, a maioria dos cursos é pago?!

    Fabiana Santos 03/04/2020
    1
  • Ponto positivo: O sistema S é internacional, paraestatal, sua maior rentabilidade vem da venda de serviços " cursos" a redução da liquota é risoria tendo em vista a pouca gratuita que este programa internacional de empresas oferece aos estados e municipios carentes de profissionais qualificados ... poucas vagas poucos cursos para um leque de cursos

    Eu sou a Fabi 03/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Como agrônomo sei que o extensionismo é o caminho mais rápido e eficiente para o exito produtivo dos pequenos produtores rurais, aumentando a qualidade dos produtos fornecidos para a sociedade. Com essa MPV com certeza teremos graves problemas futuros e aumento da pobreza no interior dos estados.

    Lucas Anderson Fernandes Cordeiro 03/04/2020
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.