Enquete do PL 1263/2020

Resultado

Resultado parcial desde 31/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.667 35%
Concordo na maior parte 50 1%
Estou indeciso 9 0%
Discordo na maior parte 70 1%
Discordo totalmente 3.056 63%

O que foi dito

Pontos mais populares

Colabora com os corretores menos favorecidos quanto ao pagamento da alta taxa da anuidade do conselho da classe

Cruz Gonçalves Luiz 01/04/2020
56

Nobre deputado, Os conselhos dependem exclusivamente de contribuições dos profissionais cadastrados para honrar com folhas de pagamentos, despesas, alugueres e insumos de trabalho... O governo irá complementar o montante necessário de alguma forma? Não é justo fazer auto promoção as custas de prejuízo de milhares de funcionários destas autarquias. Primeiro abra mão de seu salário, depois venha de destruir órgãos fiscalizadores que defender a vida e a saúde da população.

Luciana Kato 03/04/2020
62

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Exibindo resultados 1 a 10 de 503 encontrados.

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  • Ponto positivo: O CREA-RJ está cobrando praticamente o dobro da anuidade que não foi paga em 2019 e 2020, com juros de MORA, MULTA e INPC. Não existe negociação, todos tiveram redução devido a PANDEMIA, porém os CONSELHOS continuam arrecadando sem AJUDAR o profissional em absolutamente NADA. Para mim deve sim reduzir os custos da ANUIDADE devido a PANDEMIA.

    Romulo Pires 19/01/2022
    0
  • Ponto positivo: Houve muito impacto na receita dos profissionais em 2020 e ainda nao acabou! Precisamos que esse PL seja aprovado urgentemente

    Naty Castro 22/05/2021
    1
  • Ponto negativo: O único ponto negativo é a redução do ano de 2021 ser de metade e não total, pois até onde eu sei a pandemia ainda não acabou e a maioria dos profissões ainda continuam sem ter como pagar essas anuidades abusivas.

    Melissa Duarte 19/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Eu gostaria de saber qual profissional aqui que defende esses conselhos já foi amparado ou defendido de alguma forma por eles. Desde o dia que eu formei até os dias de hoje, NUNCA recebi um email de auxílio ou das propostas do conselho para melhoria da profissão. A única coisa que recebo é o email de cobrança da anuidade, mais nada. Descobri que quem defende esses abusos são pessoas que trabalham nessa instituição ou tem parentes, amigos por lá. Ganhando para não fazer absolutamente NADA.

    Melissa Duarte 19/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Sou totalmente favorável a extinção de conselhos de classe e cobram anuidades e taxas abusivas mesmo de profissionais que estão desempregados e apenas querem manter seu registro ativo, pagar de 200 a r$ 1000 por ano apenas para uma instituição permitir que você trabalha e mais nada É o cúmulo do absurdo, só é a favor das cobranças dessas taxas quem trabalha nesses conselhos que vivem as custas dos baixos salários dos Trabalhadores.

    Eleazar Gomes 17/02/2021
    3
  • Ponto positivo: Não deveria nem haver Conselho Profissional. Não defendem a profissão, a eleição dos gestores não é confiável, e o uso dos recursos não são para a defesa da profissão, mas para finalidades escusas. As contas de muitos Conselhos não são aprovadas pela CGU. Uma vergonha!

    Rozangela Justino 10/12/2020
    6
  • Ponto positivo: Reduzir é bom, mas o correto seria acabar com estas guildas medievais. Retiram o dinheiro do trabalhador honesto para protegê-lo? Ninguém acredita nisto.

    E VANIR JR 09/12/2020
    7
  • Ponto positivo: Todos esses anos arrecadando dinheiro e fazendo nada, isenção de impostos e outros benefícios fiscais. Não é possível que não tenham deixado uma reserva. Dois anos perto das décadas arrecadando, me fazem perguntar para onde vai o dinheiro? Fiscalização? Fiscalização do que? Isso é uma criação de necessidade para retirar dinheiro dos outros. Sobre as demissões em massa, eu vejo uns "executivos" sem fazer nada. Espero que o governo Bolsonaro cumpra com o que prometeu, extinguir esses órgãos.

    Lucas Arruda 20/11/2020
    6
  • Ponto positivo: Os conselhos existem a anos, arrecadam muito dinheiro e não dão nenhum apoio aos profissionais, ao contrário, qualquer certidão ou atualização a ser feita é cobrada, e tem uma demora absurda. Sou a favor da PL por milhares de trabalhadores que não tiveram o retorno financeiro esperado essa ano por conta do COVID, e terão que pagar o absurdo que é essa anuidade em 2021.

    GIOVANI MATEUS 20/11/2020
    6
  • Ponto positivo: Todos que colocaram pontos negativos são pessoal que trabalham nesses órgãos e tem altos salários para desenvolver tarefa alguma. Concordo plenamente. Sou registrado e pago 550 reais por ano, devido a pandemia não pude fazer se quer um trabalho a campo, não tive retorno algum, não ofereceram nenhum suporte para nós. Pela extinção desses órgãos que onera e retira nossos ganhos, conselho de classe é ROUBO. O pobre trabalhador sustenta riquezas de ricos, vamos dar um basta nisso.

    Lucas Arruda 19/11/2020
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).