Enquete do PL 1142/2020

Resultado

Resultado final desde 30/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 388 94%
Concordo na maior parte 9 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 16 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os povos indígenas devem ser totalmente protegidos pelo Estado brasileiro.

Crenac Crenac 14/05/2020
72

Necessidade de inclusão de populações ribeirinhas tradicionais.

Fernanda da Silva 21/05/2020
14

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 41 encontrados.

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  • Ponto positivo: O Projeto de Lei amplifica as medidas de proteção aos povos indígenas diante da COVID-19, que estão vulneráveis no contexto atual e com enfoque na preservação da integridade dos povos originários.

    Ingrid Tamura 16/06/2020
    0
  • Ponto negativo: a base estatística é uma fraude esse projeto visa levar mais dinheiro publico para quem não produz absolutamente nada. eles teriam mais recursos com a exploração de petróleo em suas terras!

    luiz adriano pereira de lima 16/06/2020
    0
  • Ponto negativo: As medidas buscam descaracterizar o povo brasileiro.

    Fernando Sousa 16/06/2020
    0
  • Ponto positivo: Atender as comunidades ribeirinhas que coexistem com comunidades indígenas e necessitam de atendimeno especial de saúde para enfrentamento à pandendemia da COVID 19.

    Ricardo Oliveira Freitas 13/06/2020
    0
  • Ponto negativo: os detalhes da PL vinculam à municipalização. Precisa-se estudar a fundo as propostas, pois da maneira que foram colocadas tornam-se inviáveis as execuções da atenção primária.

    Gleicy Paixão 12/06/2020
    0
  • Ponto positivo: As comunidades tradicionais são o berço da cultura brasileira, não podem ser marginalizadas e esquecidas pelo governo brasileiro.

    Matheus Félix de Melo Alves 10/06/2020
    0
  • Ponto positivo: Como população indígena, brasileira, dona desta terra é primordial receberem os cuidados essenciais por parte do governo. Não só eles, mas como outras populações que sofrem com a falta de políticas públicas a seu favor, e não só existir a proposta. Mas que ela seja REALMENTE implementada, fiscalizada, monitorada e reajustada atendendo as demandas necessárias.

    Josan Lima 10/06/2020
    0
  • Ponto positivo: Esse projeto precisa ser aprovado com urgência, para garantir proteção aos povos indígenas durante a pandemia.

    Bruno Lima de Souza 04/06/2020
    2
  • Ponto negativo: Necessidade de inclusão de populações ribeirinhas tradicionais.

    Fernanda da Silva 21/05/2020
    14
  • Ponto positivo: Povos indígenas aldeados e/ou não aldeados precisam de total amparo no cenário atual, pois constituem povos em situação de vulnerabilidade.

    Fernanda da Silva 21/05/2020
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.