Enquete do PL 985/2020

Resultado

Resultado final desde 26/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 29 91%
Concordo na maior parte 1 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 6%

O que foi dito

Pontos mais populares

IMPOSSIVEL CUMPRIR OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS, COM ATIVIDADES QUASE PARALISADAS.

MARIO AUGUSTO PIOTTO 01/04/2020
2

NEGATIVO E QUE ESTA PENDENTE A PRORROGAÇÃO DA ENTREGA DA RAIS2019 POR FAVOR AS CONTABLIDADE SEM DINHEIRO E CORREM RISCO DE PAGA MULTA, POR FAVOR

Edna Andrade 11/05/2020
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 13 encontrados.

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  • Ponto positivo: Preciso muito que seja aprovado, pois devido ao COVID o escritório não podia funcionar todos os dias onde meu chefe não autorizava levar o pc ou trabalhar home office infelizmente atrasei na entrega da RAIS de algumas empresas onde as empresas atrasaram no pagamento e o programa que utilizo para gerar ficou bloqueado justamente no inicio da quarentena onde não pude enviar. Preciso muito que seja aprovado pois todas as empresas que enviei fora do prazo receberam o comunicado da multa.

    Yuri Santos 27/05/2020
    0
  • Ponto negativo: NEGATIVO E QUE ESTA PENDENTE A PRORROGAÇÃO DA ENTREGA DA RAIS2019 POR FAVOR AS CONTABLIDADE SEM DINHEIRO E CORREM RISCO DE PAGA MULTA, POR FAVOR

    Edna Andrade 11/05/2020
    0
  • Ponto positivo: Prorrogacao dos prazos das obrigações acessorias e fiscais

    Jose Raimundo 04/05/2020
    0
  • Ponto positivo: Ajudará os escritórios contábeis na reorganização da prestação de serviços que se desestabilizou com a pandemia (COVID-19); muitos não conseguiram enviar as informações e o prazo maior, para a RAIS, por exemplo será fundamental, inclusive porque alguns não enviariam as informações em atraso, mas com a prorrogação certamente enviarão.

    Alinne Santos 17/04/2020
    0
  • Ponto positivo: Possibilidade de parcelamento especial dos meses cujos vencimentos foram postergados. Imagina-se que simples postergação não seja suficiente em razão do tempo que os empresários precisarão para se organizar economicamente. Acumular a obrigação de recolhimento de duas competências antes mesmo da recuperação da empresa apenas retardará a inadimplência.

    Rafaela Oliveira de Assis 03/04/2020
    1
  • Ponto positivo: Como nossa atividade está proibida em atender ao público desde o dia 18/03, o cliente não pode trazer a documentação necessária até o momento. Estamos em home office, porém com trabalho triplicado, pois o atendimento ao cliente por telefone nos toma 100% de nosso tempo, não sendo possível pensar em IRPF. Caso não seja prorrogado o contribuinte será prejudicado e demonstrará total insensibilidade com nossa classe, que faz todo o trabalho necessário para os entes receberem seu impostos.

    Juliane Parisotto Binotto 01/04/2020
    1
  • Ponto positivo: É de extrema importância e de grande alcance social essa medida de prorrogação de vigência de vencimento das obrigações acessórias federais.

    Fábio Maestri Bagio 01/04/2020
    1
  • Ponto positivo: Existe uma dificuldade grande em conseguir os dados, sou contador, tenho acesso a todos os meios digitais, mas nao consigo pegar todos os extratos que preciso para fazer minha própria declaração. Tivemos reuniões canceladas, idosos que precisam de atendimento presencial, com o contador e com o gerente bancário, tem restrição de circulação. Os contadores tiveram que lidar com diversas demandas urgentes e restrições de pessoal, fica complicado prestar essa informação com qualidade.

    Thiago Fischer 01/04/2020
    1
  • Ponto positivo: Precisa ser aprovado com extrema urgência este projeto, pois estamos sobrecarregados e trabalhando de forma reduzida.

    patricia ribeiro 01/04/2020
    1
  • Ponto positivo: E os juros do cartão de crédito e cheque especial também incluem?

    Cícero R. P. 01/04/2020
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.