Enquete do PLP 34/2020

Resultado

Resultado final desde 24/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 133 10%
Concordo na maior parte 6 0%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 14 1%
Discordo totalmente 1.205 89%

O que foi dito

Pontos mais populares

Projeto eminente. Necessidade iminente!!!!!!!!

Moyses Leme da Silva Neto 24/03/2020
18

Tirar justamente de quem mantem empregos? Vai fazer o que? Paga a galera pra ficar em casa, leva a falência pra quem mantém empregos e depois? Volta pra que posto de trabalho! É hora de ter planos pra manter empregos, diminuir o custo sobre empresas que não tenham fluxo de caixa pra se manter, não o contrário!

Nicolás Baldomá 26/03/2020
76

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 284 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: empregos gerados por essas empresas podem acabar, pois podem trocar de país

    valdir 14/04/2021
    0
  • Ponto negativo: investimentos internacionais no pais podem acabar

    valdir 14/04/2021
    0
  • Ponto negativo: A verba arrecadada por meio desse projeto de lei, além de ser inconstitucional, por ferir princípios básicos do direito tributário, não estará sendo aplicada em uma atividade rentável, de modo que a restituição das pessoas jurídicas (contribuintes), em até 4 anos, se resumirá em um grande prejuízo para as contas públicas.

    Karina Karatman 12/05/2020
    1
  • Ponto negativo: É um absurdo isto, existem várias outras maneiras de resolver este problema. ABSURDO

    Gian Provin 05/05/2020
    0
  • Ponto positivo: Quem tem mais colabora com mais, pois na hora de emprestar dinheiro a juros de 3 a 6 % ao ano os empresários correm para o BNDES, nada mais justo do que agora, diante de uma tragédia mundial, contribuírem para com a nação !

    Marcia de Azevedo 29/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Precisamos ajudar as empresas diminuindo os impostos cobrados e estimular as empresas na geração de empregos, Empréstimo compulsório vai na contra mão do desenvolvimento do Brasil e é vergonhoso e imoral.

    valdinéia 28/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Enquanto o funcionalismo não entender que a contenção de gastos tem de partir inicialmente deles, não vejo como direito ou justa a apropriação de valores das empresas que seguem rigorosamente seus conceitos de equilíbrio de finanças ! Injusto !

    Islan Santos 27/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Não é justo fazer o povo e os empresários pagarem por uma calamidade que atingiu a todos menos aos funcionário públicos e políticos que são os únicos que nessa crise tem assegurado o recebimento dos seus salários.

    CLAUDIA REGINA FARIAS 27/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Esses aí causam o caos dizendo que estão nos protegendo. Gastam dinheiro que não têm é ainda desviam o que tem, e depois somos nós que pagamos. Porque ao sacrificar os que trabalham pra ter uma estabilidade financeira. Poder ter férias na Disney um dia ainda terão que ter menos funcionários provocando desemprego. Todo o povo sai perdendo.

    Maione Vieira 26/04/2020
    0
  • Ponto negativo: os empresários já estão tendo muito custo em manter seus funcionários nessa crise.

    Clelma Pinheiro 26/04/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  6. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.