Enquete do PL 830/2020

Resultado

Resultado parcial desde 24/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 412 98%
Concordo na maior parte 9 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 2 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Uma forma de compensação pelos riscos à saúde que o servidor se expõe em decorrência da sua atividade laboral

Ana Virgínia Figueiredo 27/03/2020
12

Deveria incluir também funcionários não CLTistas, ou seja os estatutários - servidores públicos.

Djanira Horn 26/03/2020
13

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 92 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Todos os agentes municipais não só dá saúde trabalharam na linha de frente do covid, s/preparo e s/insalubridade pq as prefeituras locais alegam q.os agentes não são da saúde e não tem direito, mas tiveram que trabalhar, mesmo, assim. Não sabemos o que vai ser da saúde mundial. Avaré/sp a vigilância sanitária trabalhou na linha frente, agentes de fiscalização ISS Postura e Polícia Militar, o município recebeu as verbas e quem realmente trabalhou n recebeu insalubridade.

    Ellen Lobo 27/10/2022
    0
  • Ponto negativo: O projeto de Lei não fala sobre os agentes de fiscalização que foram convocados, independente, se pertenciam ou não a saúde. Trabalharam nas ruas, notificando, autuando e fechando comércios, dispersando aglomerações, tudo em função do controle do vírus. Esses agentes não tem direito nem a insalubridade? Trabalharam na sua jornada de trabalho e fora para atender os decretos municipais, e não são citados, quando o assunto é sobre direito e reconhecimento profissional.

    Murilo dos Santos A. Silva 27/10/2022
    0
  • Ponto positivo: Todos os profissionais que atuaram na Pandemia merecem, sim, os direitos decorrentes desse período, pois ficaram a disposição da Administração Pública e da sociedade e alguns, não pertenciam nem a nem Saúde e nem a Segurança Pública. Teve servidores que não tinham nem um percentual de insalubridade e foram declarados como essenciais e estiveram auxiliando na manutenção da ordem e garantindo a aplicabilidade da determinações sanitárias para enfrentamento do covid19, mais que merecido.

    Murilo dos Santos A. Silva 26/10/2022
    3
  • Ponto positivo: O reconhecimento de todos os profissionais essenciais que trabalharam e se dedicaram para o bem comum é muito importante e gratificante.

    Ana Paul a dos Santos 25/10/2022
    1
  • Ponto negativo: Infelizmente, não houve reconhecimento dos agentes de fiscalização que trabalharam para auxiliar no controle da doença e na manutenção da ordem pública. Todos ficaram exposto ao contágio e se dedicaram no exercício de sua função, mas não vejo a citação e o reconhecimento desses profissionais, mesmo, sendo classificados como essenciais.

    Ana Paul a dos Santos 25/10/2022
    0
  • Ponto positivo: Todos os profissionais da saude precisam urgentemente dessa insalubridade de 40% so nao consigo entender pq ainda não virou lei quanto tempo este projeto esta esperando aprovação quando foram criar a lei para congelar o salário e tempo de serviço ou seja mexer no bolso do funcionário público tudo foi tao rapido . Indignada por tanta demora

    VAGNEIA MARIA MILANI SANTOS 25/05/2022
    3
  • Ponto positivo: Olá, só quem realmente trabalhou na linha de frente, no contato direto, passou por uma experiência que nunca vais esquecer, sentir a sensação de impotencias de não entender a evolução da doença e só morte, muitas mortes, só deu na causa e nos proteger. Nada mais justo que sermos reconhecidos. Precisamos de um salário justo. Precisamos reconhecimento do recursos humanos na hora de informar o GFIP.

    MARCIO BERNARDO DE SOUZA 15/03/2022
    2
  • Ponto positivo: Para agentes de vigilancia sanitária teria que avaliar se não se trata de perigulosidade.

    Divalcir Bronoski padilha 03/09/2021
    1
  • Ponto positivo: Os profissionais de saúde devem receber insalubridade de 40% sempre, devem ser valorizados, pois sempre estão na linha de frente e correm alto risco.

    Ilecir 13/07/2021
    1
  • Ponto positivo: Muito útil pois os trabalhadores de serviço essêncial não pararam e não vão parar durante a pandemia.

    ADRIANA DA SILVA SANTOS 04/07/2021
    1
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.